segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Pesquisa da BBC mostra que maioria das pessoas quer mais controle do governo sobre economia

Uma pesquisa da BBC divulgada nesta segunda-feira afirma que a maior parte das pessoas em 20 países diferentes, entre eles o Brasil, quer maior controle dos governos sobre a regulação e administração das economias nacionais.

No total, 67% das pessoas entrevistadas preferem mais regulação do governo e supervisão da economia nacional. No Brasil, esse índice foi de 75%.
Nos 20 países pesquisados, 60% disseram apoiar um aumento dos gastos governamentais para incentivar a economia e 62% apoiam ajuda governamental para indústrias afetadas pela crise.

Satisfação com líderes nacionais

O Brasil esteve entre os países onde a população esteve mais satisfeita com a resposta do seu governo à crise.

Segundo a pesquisa, 59% dos brasileiros ouvidos se disseram satisfeitos com a resposta dos líderes nacionais à crise econômica mundial, contra 39% de insatisfeitos.

Outros países onde a maioria manifestou satisfação com a reação dos seus líderes à crise foram China (87% dos entrevistados), Austrália (68%), Egito (63%), Indonésia (57%) e Canadá (56%).
Os países com os menores índices de satisfação foram México (9%), Japão (18%), Filipinas (24%) e França (27%).

Nos Estados Unidos, a população esteve dividida ao meio - 49% se disseram satisfeitos com a resposta dos seus líderes, e 48%, insatisfeitos.

Questões polêmicas

As questões onde os brasileiros se mostraram mais divididos foram sobre ajuda financeira do governo a bancos em crise e maior gasto governamental.

Para 51% dos entrevistados no Brasil, o governo deveria dar ajuda financeira a bancos com dificuldades, já 44% se disseram contra a ideia.

Os gastos governamentais como forma de combater os efeitos da crise dividiram ainda mais os entrevistados brasileiros: 48% são a favor e 44%, contra.

A maioria dos brasileiros ouvidos manifestou apoio a ajuda financeira a empresas em crise (68% dos entrevistados) e mais apoio a tecnologias limpas e fontes de energia renovável (75%).
Metade dos brasileiros ouvidos se disse a favor de dar mais poder às instituições internacionais no controle da economia global.

A maioria das pessoas nos demais países pesquisados demonstrou insatisfação com o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e com os executivos dos principais bancos do mundo. A pesquisa indica que a insatisfação foi ainda maior nos países desenvolvidos.

A pedido da BBC, a GlobeScan e um programa especial da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, ouviram 22.158 pessoas em 20 países - Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, Chile, China, Egito, Estados Unidos, Filipinas, França, Grã-Bretanha, Índia, Indonésia, Japão, México, Nigéria, Paquistão, Quênia, Rússia e Turquia.

No Brasil, foram ouvidas pessoas em Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Fonte: O Globo
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quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Retrato do jovem midiático

Como forma de conhecer melhor o público infanto-juvenil ávido por consumir todos os tipos de mídias, uma estratégia importante para o mercado é segmentar ainda mais as pesquisas para saber detalhes dos hábitos e gostos desta geração.

Os resultados apontam a internet como o grande espaço interativo no qual eles se encontram, expressam o que pensam e passam grande parte do tempo. "Realizamos diversos tipos de pesquisas com o público infantil e seus responsáveis. Esses estudos abrangem questionários, enquetes online, mensuração da preferência de audiência e focus groups. Além disso, asseguramos que os programas atinjam as metas educacionais e de avaliação como rede de TV", afirma Fernando Medin, diretor geral e vice-presidente sênior da Discovery Networks.


As respostas são bem variadas, mas o principal consenso é de que os jovens não só passam muito tempo online, como conferem ao mundo virtual um sentido de autenticidade da informação. A TV já perdeu há muito tempo seu trono de preferida. Apesar de ser vista por 99% dos jovens de 12 aos 18 anos, segundo o IBOPE Mídia, ela não é consideradaa formadora principal da cabeça dessa turma.

Responsável pelo estudo Dossiê Universo Jovem — que chegou à quarta edição no ano passado, com asustentabilidade como tema central — a MTV ouve pessoas entre de 12 a 30 anos, das classes A, B e C, em Belo Horizonte, Brasília, Manaus, Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Salvador e Distrito Federal, para saber o que eles pensam.

Um dado importante é que a internet é acessada na maioria dos casos em lan houses (5896 das respostas). Outro ponto a ser considerado pelas marcas interessadas em investir no público: as conversas online giram em torno de música (37%), esporte e profissão (26%). E de acordo com o Dossiê, o uso da mídia social e do SMS cresceram bastante entre 2005 e 2008. Quatro anos atrás, 14% dos entrevistados utilizavam o Orkut. No ano passado, esse índice pulou para 83%. Já a troca de mensagem passou de 43% para 81%, no mesmo período.

Em outro estudo, desta vez do próprio Orkut, constatou-se que o maior interesse na internet é por foto e vídeo, com 67% das preferências, seguido de conhecimento geral, com 65%, e tecnologia, com 63%. A pesquisa feita neste ano apontou as razões para o ingresso em redes sociais. O motivo principal é encontrar amigos (90%) e buscar conhecidos (89%). A terceira razão é fazer novos amigos (78%).

A novidade é que existe uma boa aceitação de anúncios de produtos nas redes sociais. Para 28% dos entrevistados as peças são atraentes. Quando se trata de publicidade, 65% querem saber de novos itens, enquanto 60% desejam conhecer as caracterfsticas do produto. Além disso, 81% não acham tão ruim participar de uma comunidade virtual com patrocínio de uma empresa.

Pré-adolescentes

O perfil de consumo em que o canal pago Boomerang resolveu investir é o denominado tween, ou pré-adolescente — meninos e meninas entre 8 e 14 anos, o que concentra 15% da população brasileira. No mundo, esse segmento representa um mercado de US 25 bilhões.

Um dado relevante do estudo — divulgado em agosto — é que a decisão das compras cresce com a idade. Dos meninos entre oito e dez anos, 5% se consideram compradores. Na faixa dos 14 anos, essa fatia pula para 25%. No caso das meninas, nos mesmos grupos etários descritos, elas saem de 6% para 24%. Tanto eles quanto elas apontam que o primeiro item do qual não se esquecem ao sair de casa é o celular: as respostas são 56% e 61%, respectivamente.

Realizada em maio, a pesquisa foi dividida na fase quantitativa — entrevistando 1.036 tweens das classes A, B e C, via internet — e duas pesquisas qualitativas com um público mais seleto. Como critério para caracterizar as tribos, foram definidos seis grandes grupos de acordo com as conclusões das entrevistas: esportistas (as meninas, principalmente , não tiram os olhos de suas performances), briguentos ou bagunceiros (chamam a atenção pelas confusões armadas e por tirarem notas baixas na escola), patricinhas ou playboys (querem aparecer e usam muitos acessórios) , nerds (estudam muito, são bem vistos pelos mais novos e detestados pelos quase adolescentes), emos (muito sensíveis e choram com facilidade) e populares (adorados por todos).

Outro dado valioso para o mercado publicitário foram as marcas preferidas por essa garotada. Desde tênis até equipamentos eletrônicos, existe um detalhamento de como esses tweens consomem e quais as combinações que abominam. "Segmentos como as operadoras de celular, maquiagem e grifes de roupas precisam enxergar os pré-adolescentes como um filão a ser conquistado. O estudo demonstrou que esse público sabe o que quer e que não deseja ser tratado como criança", afirma Rafael Davini, vice-presidente de publicidade e marketing para Brasil, Miami e México da Turner Intemational do Brasil.

Isso fica mais evidente quando o assunto é tecnologia. Segundo o estudo Paidecendo no Paraíso, da Viacom Networks Brasil, proprietária dos canais Nickelodeon, Nick Jr., Vh1 e MTV Hits, 40% dos pais e mães entrevistados dizem que os experts da casa são os filhos. Eles admitem que ficou para trás o tempo do "não mexa aí". Nesse cenário, é natural que a influência dos filhos na decisão de compras desses itens também seja alto. Vale conferir os índices: celular 94%, TV 39%, computador 38% e provedor de intemet 28%. Outro reflexo, tanto da mudança do papel dos pais em casa quanto da influência das crianças na aquisição de eletrônicos, é comprovado pelo número de lares que possuem videogames: 61%.

Uma das conclusões mais importantes é que os pais estão mais presentes nas tarefas domésticas o que significa que eles têm conversado mais com os filhos. "Esse diálogo resulta em um encontro entre o afeto e a autoridade. Um dos momentos em que isso mais acontece é na hora em que ambos veem televisão", analisa Beatriz Mello, gerente da pesquisa.

Os resultados da pesquisa, que vem sendo realizada desde 2006, em certa medida influem na grade do canal Nick, que busca comprar novos programas que falem a linguagem dos jovens. Um exemplo é a novela venezuelana Isa TKM, recentemente exibida, em que a protagonista tem twitter, blog e até comunidade no Orkut. A segunda parte, chamada de Isa TKmais, estreia cm breve.

Marcas preferidas:

Pesquisa do canal Boomerang mostra o que meninos e meninas apreciam mais em dois segmentos:

Roupas
Meninos: Adidas, Tigor T. Tigre, Billabong, Ecko Unlimited e Nike.
Meninas: Lilica Ripilica, Adidas, Hering, Nike e C&A.

Calçados
Meninos: Reebok, Olympikus, All Star, Nike, Adidas.
Meninas: Nike, All Star, Reebok, Puma, Melissa, Adidas.

Fonte: jornal Meio & Mensagem

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sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Mulheres preferem internet do que sexo

Os homens estão passando tempo demais com outros entretenimentos e as mulheres preferem a internet do que sexo. Foi o que constatou a recente pesquisa “A importância da internet na economia atual”, realizada pela Harris Interactive, patrocinada pela Intel.
A pesquisa revelou que 65% dos adultos sentem que não podem viver sem acesso à internet e uma proporção ainda maior, 71%, responderam que é importante ou muito importante possuir dispositivos com acesso à internet, como laptops, netbooks e Dispositivos Móveis para a Internet (MID) que pode oferecer atualizações em tempo real sobre assuntos importantes, incluindo a circunstância da economia.
A maioria dos adultos norte-americanos também classifica a internet como uma ferramenta essencial para o gerenciamento das finanças pessoais, para encontrar descontos e os melhores negócios durante compras online. Muitos classificaram o acesso à internet como indispensável em relação a outros itens, como jantar fora, comprar roupas ou utilizar academias.
Você escolheria a internet ao invés do sexo? De acordo com a pesquisa, praticamente metade das mulheres, 46%, e 30% dos homens preferem ficar sem sexo por duas semanas, do que ficar sem o acesso à internet durante o mesmo período. Para mulheres entre 18 e 34 anos, o percentual foi de 49%, enquanto para as mulheres entre 35 e 44 anos, foi de 52%. Para homens entre 18 e 34 anos, o percentual foi de 39%.
O acesso à internet é essencial no atual clima econômico: 95% dos adultos acreditam que a conexão é muito importante, importante ou de alguma importância para pessoas que possuem dispositivos que permitam o acesso. A maioria, 82%, concorda que dispositivos com acesso à internet os ajudam a se manter atualizados, em tempo real, e 87% diz que o acesso à internet os ajudou a economizar dinheiro.
A internet supera a TV: a maioria, 61%, das mulheres adultas preferem abrir mão de assistir TV por 2 semanas do que deixar de acessar a internet por apenas 1 semana. A maioria dos adultos norte-americanos, 58%, tanto do sexo masculino quanto feminino, concorda. Muitos programas e filmes estão disponíveis online e notebooks com processadores poderosos e eficientes no consumo de energia possibilitam assistir TV – mesmo durante viagens – em praticamente qualquer lugar.
Essa pesquisa foi realizada online dentro dos Estados Unidos pela Harris Interactive, a pedido da Intel, entre os dias 18 e 20 de novembro com 2119 adultos com idade igual ou superior a 18 anos.
Essa pesquisa online não está baseada em amostras de probabilidade e por isso nenhuma estimativa de erros teóricos pode ser calculada.
Fonte: PC Magazine Brasil____________________________________________________________________
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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

CLASSES C E D SÃO MAIS VULNERÁVEIS A DEPRESSÃO

Pesquisa realizada na cidade de São Paulo pelo Instituto IBOPE apontou maior incidência da depressão nas classes C e D.
A ABRATA (Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos) encomendou ao IBOPE uma pesquisa quantitativa e qualitativa na cidade de São Paulo, que verificou o índice de depressão nos paulistanos. O resultado apontou que a população das classes C e D apresentam uma maior incidência da doença em suas vidas.

Foram contatados 793 homens e mulheres, com mais de 18 anos, das mais variadas classes sociais. Para avaliar o índice de depressão nas pessoas entrevistadas, foi utilizado um questionário com nove perguntas, sendo que as duas primeiras serviriam como filtros para identificação das pessoas com incidências de sintomas da depressão. O questionário foi validado pela classe médica para utilização em leigos sobre sintomas depressivos.
Os critérios de seleção para medir a incidência de pessoas com depressão foram feitos através de cotas de sexo, idade e classe social de acordo com a população da cidade de São Paulo. Os 793 contatos resultaram em 174 entrevistas finais, com pessoas que responderam positivamente às duas questões filtro: a pergunta n°1 (Nas duas últimas semanas, sentiu-se triste, desanimado (a), deprimido (a), durante a maior parte do dia, quase todos os dias?) e a pergunta n°2 (Nas duas últimas semanas, teve, quase todo tempo, o sentimento de não ter mais gosto por nada, de ter perdido o interesse e o prazer pelas coisas que lhe agradam habitualmente).
Em se tratando de classe social, notou-se uma incidência maior de sintomas depressivos no publico das classes C e D, com 25% de pessoas apresentando sintomas da depressão, contra 15% de representantes das classes A e B acometidos pelos mesmos sintomas. "Este resultado era esperado, uma vez que problemas financeiros e dificuldades encontradas em morar em uma cidade como São Paulo podem contribuir para uma maior incidência nas classes sociais mais baixas", afirma o psiquiatra e coordenador científico da ABRATA, Dr. Rodrigo Silva.
Sintomas
Os indivíduos das classes C/D que apresentaram indícios da depressão, relataram diversas mudanças físicas e psicológicas, que podem ser consideradas como sintomas da doença. Dos 25% que apresentaram os sintomas da depressão, 44% afirmaram passarem por situações de diminuição do apetite, 76% afirmaram ter problemas relacionados com o sono, como agitação e insônia. Mais de 80% dos indivíduos das classes C e D atestaram se sentirem cansados e sem energia durante dia e por fim, 58% afirmaram ter tido, por diversas vezes, pensamentos ruins como suicídio.
Além disso, reparou-se que os jovens entre 18 a 29 anos são os que mais sofrem da doença, uma vez que a vida ainda não está estabilizada e existe a dificuldade de arrumar emprego, o que gera uma incerteza sobre o futuro.
Fonte: SEGS
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segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Independente da nação, consumidores se preocupam com os gastos de Natal

Como telefones celulares estão se tornando as principais opções de presente de Natal, a LG lançou uma pesquisa para descobrir o que as pessoas desejam com a chegada das festas de fim de ano, com um total de 15.743 participantes na Ásia, na Inglaterra, na Austrália e no Brasil. Perguntas variadas foram feitas na pesquisa online e abordaram assuntos como celebridade preferida, música e o lugar onde preferia passar as festas de fim de ano.
Quando o questionário abordou sobre a economia global, ficou muito evidente quando a pergunta foi o que é mais estressante no período das festas. A principal resposta de todos os participantes, e o maior problema, foi a falta de dinheiro para gastar. Entretanto, as pressões financeiras não estão impedindo as pessoas em Hong Kong e na Austrália de ir às compras, já que elas disseram que gastarão mais de $500. Já na Inglaterra, Cingapura e no Brasil pretendem gastar de $100 a $300, enquanto os malásios disseram que gastarão $50 a $100.Em todos os países, exceto Inglaterra e Brasil, torpedos continuam sendo o meio de escolha para desejar aos amigos boas festas, opção essa que ficou na frente de cartões, telefonemas e mensagens de multimídia.
Os brasileiros, por outro lado, preferem ligar para desejar boas festas, enquanto os ingleses ainda gostam de enviar cartões de Natal.Quanto aos presentes que gostariam de ganhar, os participantes na Inglaterra, Malásia, Cingapura e em Hong Kong optariam por um pacote de férias, enquanto os australianos e brasileiros prefeririam ganhar o mais recente aparelho eletrônico.

Fonte: Portal Administradores_
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sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Aprovação do presidente Lula bate recorde, mostra Datafolha

A taxa de aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva bateu novo recorde em novembro, atingindo o maior patamar já registrado por um presidente brasileiro desde a redemocratização do país, mostrou pesquisa divulgada nesta sexta-feira. De acordo com levantamento feito pelo Datafolha, e publicado na edição desta sexta-feira do jornal Folha de S.Paulo, a avaliação positiva (soma de notas ótimo e bom) do presidente atingiu 70 por cento, batendo o recorde anterior, que também já era de Lula, de 64 por cento de aprovação em setembro.
O levantamento mostra que 23 por cento avaliam o presidente como regular e 7 por cento como ruim ou péssimo. A pesquisa, feita entre os dias 25 e 28 de novembro, mostra que Lula conta com avaliação positiva em todos os segmentos socioeconômicos e regiões do país.
O levantamento foi publicado em uma semana em que foram feitos anúncios de demissões em grandes companhias do país, como a Vale, e em que a indústria informou que as vendas de veículos despencaram pelo segundo mês consecutivo em novembro.
O levantamento apurou que 27 por cento dos brasileiros ainda não tomaram conhecimento da atual crise financeira internacional. O Datafolha ouviu 3.486 pessoas, com mais de 16 anos de idade, em todo país. A margem de erro máxima é de 2 pontos percentuais, para cima ou para baixo.
As melhores notas obtidas pelos presidentes que antecederam Lula no cargo depois da redemocratização do país no final dos anos de 1980 estão longe do patamar alcançado pelo petista. O melhor desempenho registrado pelo tucano Fernando Henrique Cardoso, por exemplo, foi 47 por cento de aprovação em dezembro de 1996. Itamar Franco obteve 41 por cento de avaliação positiva em dezembro de 1994, seguido por Fernando Collor, que em junho de 1990 registrava 36 por cento de avaliação postiva entre os brasileiros.

Fonte: Reuters
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terça-feira, 30 de setembro de 2008

Mais de 70% da população brasileira quer jornalista com diploma

A pesquisa de opinião nacional CNT/Sensus, divulgada dia 22, em Brasília, pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), registra que a grande maioria da população brasileira é a favor da exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Dos dois mil entrevistados em todo Brasil, 74,3% se disseram a favor do diploma, 13,9% contra e 11,7% não souberam ou não responderam.

Os dados foram muito comemorados pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e pelos sindicatos de jornalistas. Para o presidente da Fenaj, Sergio Murillo de Andrade, este é melhor apoio que a campanha poderia obter e o resultado da pesquisa renova as forças dos que lutam pela regulamentação profissional. Esses números da pesquisa CNT/Sensus mostram que a população brasileira tem a real dimensão da importância do jornalismo para o País e que quer receber informações de qualidade, apuradas por jornalistas formados.

Murillo afirmou, também, que esses dados ficam ainda mais importantes com aproximidade da votação da exigência do diploma pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e espera que ministros percebam o desejo da sociedade. O STF tem a chance de mostrar à população que anda junto com seus anseios, reconhecendo que jornalismo precisa ser feito por profissionais com formação teórica, técnica e ética e que o jornalismo independente e plural é condição indispensável para a verdadeira democracia.

No Maranhão, a diretora de Relacionamento Institucional da Fenaj, Edvânia Kátia, lembrou a campanha pela regulamentação profissional. "Esclarecer a sociedade sobre o papel do jornalista para a sociedade é uma missão de todos nós, que exercemos esta profissão. A campanha está nas ruas. Podemos participar de diversas formas", convida a diretora.

A Pesquisa CNT/Sensus quis saber, também, o que a população acha da criação do Conselho Federal dos Jornalistas. Para a pergunta: o sr. (a) acha que deveria ou não deveria ser criado um Conselho Federal dos Jornalistas para a regulamentação do exercício da profissão no País – como as OAB's para os Advogados e os CREA's para os Engenheiros - o resultado foi que 74,8% acham que o Conselho deveria ser criado, 8,3% que não deveria ser criado, para 6,5% depende e 10,4% não sabem ou não responderam. A última pergunta relacionada ao tema foi sobre a credibilidade das notícias. Parte dos entrevistados, 42,7%, disseram que acreditam nas notícias que lêem, ouvem ou assistem, 12,2% que não acreditam, 41,6% que acreditam parcialmente e 3,5% não sabem ou não responderam.

O estudo foi realizado de 15 a 19 de setembro, com dois mil questionários aplicados em cinco regiões brasileiras e 24 estados, com sorteio aleatório de 136 municípios pelo método da Probabilidade Proporcional ao Tamanho (PPT). A margem de erro é de mais ou menos 3%.

Fonte: Ascom/UFMA
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quinta-feira, 18 de setembro de 2008

81% são a favor de lei contra o fumo em ambientes fechados

Chega a 81% a aprovação dos brasileiros ao projeto de lei encaminhado à Assembléia Legislativa pelo governador do estado de São Paulo, José Serra (PSDB), que proíbe o fumo em ambientes coletivos fechados, como bares, restaurantes, ambientes de trabalho e estudo, entre outros. São contra o projeto de lei 13% e se dizem indiferentes 4%. Mesmo entre os fumantes, a maioria é a favor da lei, embora o percentual de adesão à lei seja menor. Um terço (30%) dos que fumam é contra a lei (taxa 17 pontos maior do que a média), ante 64% que são a favor (17 pontos a menos do que a média). Entre os não fumantes, 86% são a favor da lei.

Entre os que tomaram conhecimento do projeto de lei, 88% são a favor, taxa sete pontos acima da média. Para 93% a lei será ótima ou boa para os não-fumantes. Por outro lado, 54% acham que ela será ruim ou péssima para os que fumam (58% entre os fumantes).Um quinto (20%) acha que a lei será ruim ou péssima para os bares e restaurantes.

Entre os fumantes essa taxa chega a 31%. A maioria (69%) acha que ela será ótima ou boa para esses estabelecimentos (72% entre os que não fumam). Acham que a lei será ótima ou boa para o estado de São Paulo, de um modo geral, 81%, e 85% pensam o mesmo sobre seu caso pessoal.
Já das pessoas que fumam, 25% acham que a lei será ruim ou péssima em seu caso pessoal, taxa 17 pontos acima da média. Tomaram conhecimento do projeto de lei assinado por José Serra 63%, dos quais 30% se dizem bem informados, 23% se consideram mais ou menos informados e 10% se declaram mal informados a respeito. Ainda nesse grupo, 67% dizem ter tomado conhecido do projeto de lei, taxa ligeiramente maior do que a registrada entre os que não fumam (62%).

A pesquisa também ouviu pessoa com nível superior de escolaridade. Desses 77% tomaram conhecimento do projeto lei, taxa idêntica à registrada entre os que têm renda familiar mensal acima de 10 salários mínimos. Dos que moram no Sudeste, 67% estão cientes do projeto, taxa similar à registrada entre os que moram no Sul (70%). No Nordeste, e nas regiões Norte e Centro-Oeste, as taxas dos que dizem ter tomado conhecimento ficam abaixo da média, sendo de, respectivamente, 56% e 57%. A maioria (77%) discorda da declaração do presidente Lula, que, em entrevista a jornalistas de jornais populares do país, disse defender o uso do fumo em qualquer lugar. Percentual idêntico considera que ele agiu mal ao fazer essa defesa do fumo.


Entre o percentual que usa cigarro diariamente, 32% concordam com a declaração de Lula (taxa 17 pontos acima da média) e 30% acham que ele agiu bem ao defender que se fume em qualquer ambiente (o dobro do registrado entre o total de entrevistados). No grupo dos não-fumantes, 81% discordaram do presidente, e percentual idêntico achou que ele agiu mal ao fazer tal declaração.

Mesmo entre os que consideram o governo do presidente ótimo ou bom a maioria discorda de sua declaração (76%) e acha que ele agiu mal (75%). Daqueles que reprovam o desempenho de Lula, 74% discordam de sua frase e 75% afirmam que ele não agiu mal. Já os que se declaram simpatizantes do partido de Lula, o PT, 77% discordam da frase e 74% dizem que ele cometeu uma má ação.

Entre os simpatizantes do PSDB essas taxas são de, respectivamente, 87% e 82%. Acham que o presidente agiu mal principalmente os brasileiros com escolaridade superior (85%), aqueles que têm renda familiar mensal entre cinco e dez salários mínimos (84%) e os que moram no Sudeste (81%). Esses segmentos também ficam acima da média quando se trata da discordância com a declaração do petista, com percentuais parecidos com os registrados em relação à desaprovação à frase. Um quinto (21%) tomou conhecimento da declaração de Lula, dos quais 9% se dizem bem informados e 6% se consideram mais ou menos informados (percentual idêntico se diz mal informado).

25% tomaram dos fumantes afirmaram que tomaram conhecimento da declaração. Essa txa cai para 20% entre os não-fumantes. Sendo que o percentual dos que dizem ter tomado conhecimento da declaração do petista chega a 28% entre os que têm 60 anos ou mais. Ela também fica ligeiramente acima da média entre os que moram no Sul, entre os que têm escolaridade superior, fazem parte da classe A (24% em cada segmento) e têm renda familiar mensal acima de dez salários mínimos (25%).

O Datafolha ouviu 2785 brasileiros, a partir dos 18 anos de idade. A margem de erro máxima, para os resultados que se referem ao total de entrevistados, é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
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terça-feira, 26 de agosto de 2008

Editoras investem em pesquisa para agradar leitores

Fonte: Estadão
As revistas estão encolhendo de tamanho. O segmento que mais chama a atenção no gênero, denominado pelas editoras de "pocket", é o das revistas femininas. Na Europa, revistas como a inglesa Glamour, a edição portuguesa da Elle, ou a americana Cosmopolitan adotaram o tamanho menor. Por aqui, o mercado ainda vive fase experimental, mas já tem casos de sucesso. Uma pesquisa quantitativa feita à época do lançamento da Gloss, da Editora Abril, mostrou que o formato era um fator praticamente tão relevante quanto o assunto da capa.



A Gloss, da Editora Abril, nascida em formato pequeno para um público jovem, entre 18 e 28 anos, completa um ano em outubro, com circulação média de 135 mil exemplares por edição. "É uma novidade que teve ótima aceitação tanto do público como dos anunciantes", diz Eliana Bueno, vice-presidente de Mídia da agência de publicidade Giovanni+DraftFCB. "Tenho clientes como a Nívea que fazem questão de veicular seus anúncios nos dois formatos."


Na cola do sucesso da Abril com a iniciativa, a concorrente Editora Globo passou a oferecer também uma versão reduzida da sua revista juvenil Criativa. Desde janeiro, a circulação da publicação dobrou e chegou a cerca de 50 mil exemplares, com a oferta da edição pocket.

O preço menor tem sido um atrativo poderoso. Mas há pesquisas internas das editoras que mostram que o formato também tem o poder de rejuvenescer a marca. Ele atrai principalmente jovens que querem uma revista - pelo menos na sua opinião - diferente das que as mães e tias lêem.

"Na Europa é um sucesso pela facilidade de se ler em transportes públicos", explica a publicitária Eliana, que acredita que a opção pocket feio para ficar."O formato pequeno tem atributos tanto para o público, com a facilidade de carregar para ler em qualquer lugar, quanto para os editores, com a visibilidade que ganha nas bancas de jornais em meio a tanta oferta", diz a diretora-editorial adjunta da Editora Globo, Cynthia de Almeida.

Na avaliação de consultores da área editorial, a adesão do consumidor ao tamanho reduzido pode ser influência da proliferação de novas mídias, que dá maior flexibilidade para a aceitação de inovações no conservador meio impresso. Há também uma questão de custos. Especialistas dizem que essa seria a razão para o encolhimento da revista Rolling Stone que, a partir de outubro, estará menor, nos padrões das atuais revistas semanais de informação. A novidade ainda não tem data para estrear no Brasil.

LANÇAMENTOS
O interesse crescente do leitor faz com que a Editora Globo estude a possibilidade de oferecer a Criativa apenas nesse novo formato a partir de 2009, e também de lançar alternativas reduzidas para duas publicações consagradas em tamanho maior. Em outubro, chegará às bancas a Crescer na versão pocket e, em novembro, será a vez da Marie Claire. Os tamanhos tradicionais serão mantidos.Não há dúvida de que o preço menor das edições menores tem sido um fator importante para impulsionar vendas , levando títulos estagnados a voltar a crescer. Mas, para analistas, esse efeito pode ser prejudicial ao negócio no médio prazo. As edições pocket canibalizariam a versão clássica, sem trazer benefício à receita, já que seu preço é menor.

EXPERIÊNCIA
Há inclusive editoras que fizeram experimentos com versões pocket e desistiram de adotar a novidade para títulos já existentes. O temor é de perda de público da versão clássica, com preço maior, sem o ganho correspondente no formato pocket, suficiente para manter os custos da operação.

"Por quanto estamos simulando estratégias", diz o diretor do Núcleo de Comportamento da Editora Abril, Morris Kachani. "Mas vamos apostar no desempenho da Gloss. A revista atingiu suas metas antes de completar um ano. Já temos um terço das páginas com publicidade. Acreditamos que o formato seria um diferencial para atrair leitores mais jovens, a exemplo do que acontece lá fora, e fomos bem sucedidos."

Kachani não acha, no entanto, que basta encolher as páginas para a revista ganhar um ar moderno. Para o executivo, o design da publicação tem de ser criado para o modelo, assim como o conteúdo. Aliás, pesquisa quantitativa feita à época do lançamento da Gloss mostrou que o formato era um fator praticamente tão relevante quanto o assunto da capa, ou as novidades do mercado.
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quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Blogs ajudam consumidores a formar opinião sobre um produto ou serviço

O Instituto Qualibest acaba de finalizar um estudo sobre os hábitos e costumes dos internautas brasileiros, no que diz respeito aos blogs. Entre os entrevistados (1820 entrevistas, em todo o Brasil, com homens e mulheres, classes ABCD, com idade de 18 anos ou mais), 12% acreditam totalmente e 86% acreditam parcialmente nas informações que encontram em um diário virtual.
Os sites de busca (48%) e recomendações de outras pessoas (30%) foram as maneiras mais citadas para se conhecer um blog novo.

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terça-feira, 12 de agosto de 2008

Pesquisa de opinião: rir é o melhor remédio.

Rir é o melhor remédio, certo? Certo. E além de ser o melhor remédio para a vida, é também uma boa tática para arrumar e se manter no emprego. Uma pesquisa de opinião realizada nos Estados Unidos mostrou que 98% dos presidentes de grandes empresas preferem, na hora da contratação, um candidato com senso de humor a um outro que demonstre menos simpatia. O levantamento contou com 737 diretores, e destacou ainda que locais de trabalho divertidos influenciam positivamente nos lucros.

Uma outra pesquisa quantativa bem-humorada verificou que, entre mil trabalhadores, aqueles que riem mais permanecem mais tempo no emprego. O bom humor vale também para os chefes: os mais simpáticos têm a capacidade de fazer com que um grande talento se mantenha na equipe.

Grandes líderes bem-humorados fazem do escritório um ambiente mais leve. A Google, por exemplo, uma das maiores empresas do mundo, organiza campeonatos de hóquei sobre patins no estacionamento duas vezes por semana. Como se não bastasse, ainda promove um campeonato de Palavras Cruzadas ao longo do dia e tem um piano no refeitório.

O ato de rir não só garante prosperidade na carreira como também uma boa saúde. De acordo com um estudo da Universidade de Maryland, o estresse reduz o fluxo sanguíneo, enquanto que o humor o eleva em 22%. Resultado: menos chance de ter um ataque cardíaco.

*Com informações do Portal do Administrador.
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