quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Pesquisa Profissões no Twitter

Pesquisa Profissões no Twitter

Nossa pesquisa tem o objetivo de mapear as profissões presentes no twitter.
Sua participação é muito importante, pois com isso poderemos ter dados mais confiáveis e relevantes.

Para acessar a pesquisa clique no link abaixo. O mesmo link pode ser usado no twitter ou outras redes sócias para divulgar a pesquisa. Se você tem um blog e quer participar, coloque o link no seu blog ou mande um e-mail para mais detalhes.

http://migre.me/9cPK

Ajude a divulgar a pesquisa e aumentar a qualidade dos dados finais.

Depois que a pesquisa estiver concluída, iremos divulgar os dados aqui no blog. Caso queira receber os dados no seu e-mail, basta responder a pesquisa e escrever seu e-mail ao final.

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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Álcool e carros menos potentes não poluem menos, mostra estudo

Nessa semana o Ministério do Meio Ambiente divulgou dados que mostram que o álcool combustível pode poluir tanto quanto a gasolina. E que os motores com menor potência chegam a poluir mais do que os equipamentos com maior capacidade. O cálculo foi feito com base na Nota Verde, que informa, para veículos fabricados em 2008, as medições da emissão de três gases poluentes - o monóxido de carbono (CO), hidrocarbonetos e óxido de nitrogênio. Em relação ao CO2, um dos principais causadores do efeito estufa, o álcool, por ser renovável, tem suas emissões neutralizadas pela absorção de gases feita pelas folhas da cana-de-açúcar no cultivo da planta.

No ranking de 258 provas sobre poluição e emissão de gases a que as empresas submeteram os veículos, as melhores notas (que variam de 0 a 10) foram dadas a carros que usavam gasolina no momento dos testes. O campeão foi o Ford Focus 2008, motor 2,0 DOHC I-4 SFI, o que jogou por terra o mito de que veículos com motores menos potentes poluem menos. Pelo contrário. Do primeiro ao sétimo lugar entre os menos poluidores, prevaleceram os motores mais potentes, de 1,4 cilindradas a 3,5. De acordo com Márcio Veloso, analista ambiental do Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores do Ibama, os motores de menor cilindrada poluem mais porque exigem mais força - e consequentemente maior consumo de combustível - para fazer o carro se movimentar. O álcool, por queimar mais rápido que a gasolina, libera mais gases.

Coube a um Fiat Uno com motor de mil cilindradas o oitavo lugar entre os menos poluentes. Por coincidência, na hora do teste, a montadora usava o álcool como combustível. Quanto à emissão de CO2, um Fiat de mil cilindradas, de oito válvulas, e motor L5, com gasolina, obteve a nota 10, o que representa zero de liberação de gases. O segundo lugar na emissão de CO2 coube também a um Fiat, mas modelo Uno Way, motor 1,0, gasolina. Ele obteve nota 9,9.

A tabela com todas as notas para os veículos fabricados em 2008 pode ser acessada na página do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) - www.ibama.gov.br -, no link Nota verde. Lá, pode-se verificar se o carro é pouco ou mais poluente e se emite mais ou menos gases que contribuem para o aquecimento global. É possível também saber detalhes sobre os poluentes emitidos.

Da poluição veicular, 99% resultam da liberação de monóxido de carbono, hidrocarbonetos e óxido de nitrogênio. "Achamos que divulgar os dados poderia levar proprietários a observar quais os veículos que poluem ou emitem mais ou menos gases", disse o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc.


Fonte: jornal O Estado de S. Paulo

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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Pesquisa da BBC mostra que maioria das pessoas quer mais controle do governo sobre economia

Uma pesquisa da BBC divulgada nesta segunda-feira afirma que a maior parte das pessoas em 20 países diferentes, entre eles o Brasil, quer maior controle dos governos sobre a regulação e administração das economias nacionais.

No total, 67% das pessoas entrevistadas preferem mais regulação do governo e supervisão da economia nacional. No Brasil, esse índice foi de 75%.
Nos 20 países pesquisados, 60% disseram apoiar um aumento dos gastos governamentais para incentivar a economia e 62% apoiam ajuda governamental para indústrias afetadas pela crise.

Satisfação com líderes nacionais

O Brasil esteve entre os países onde a população esteve mais satisfeita com a resposta do seu governo à crise.

Segundo a pesquisa, 59% dos brasileiros ouvidos se disseram satisfeitos com a resposta dos líderes nacionais à crise econômica mundial, contra 39% de insatisfeitos.

Outros países onde a maioria manifestou satisfação com a reação dos seus líderes à crise foram China (87% dos entrevistados), Austrália (68%), Egito (63%), Indonésia (57%) e Canadá (56%).
Os países com os menores índices de satisfação foram México (9%), Japão (18%), Filipinas (24%) e França (27%).

Nos Estados Unidos, a população esteve dividida ao meio - 49% se disseram satisfeitos com a resposta dos seus líderes, e 48%, insatisfeitos.

Questões polêmicas

As questões onde os brasileiros se mostraram mais divididos foram sobre ajuda financeira do governo a bancos em crise e maior gasto governamental.

Para 51% dos entrevistados no Brasil, o governo deveria dar ajuda financeira a bancos com dificuldades, já 44% se disseram contra a ideia.

Os gastos governamentais como forma de combater os efeitos da crise dividiram ainda mais os entrevistados brasileiros: 48% são a favor e 44%, contra.

A maioria dos brasileiros ouvidos manifestou apoio a ajuda financeira a empresas em crise (68% dos entrevistados) e mais apoio a tecnologias limpas e fontes de energia renovável (75%).
Metade dos brasileiros ouvidos se disse a favor de dar mais poder às instituições internacionais no controle da economia global.

A maioria das pessoas nos demais países pesquisados demonstrou insatisfação com o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e com os executivos dos principais bancos do mundo. A pesquisa indica que a insatisfação foi ainda maior nos países desenvolvidos.

A pedido da BBC, a GlobeScan e um programa especial da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, ouviram 22.158 pessoas em 20 países - Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, Chile, China, Egito, Estados Unidos, Filipinas, França, Grã-Bretanha, Índia, Indonésia, Japão, México, Nigéria, Paquistão, Quênia, Rússia e Turquia.

No Brasil, foram ouvidas pessoas em Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Fonte: O Globo
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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Pesquisa durante o Brazilian Day em New York

Associação Brasileira de Imprensa Internacional (ABI-Inter) aproveitou o Brazilian Day em New York e a presença de milhares de Brasileiros para dar o pontapé inicial em uma pesquisa que vai identificar o que a comunidade pensa a respeito das mídias em português exibidas nos Estados Unidos. O processo do primeiro levantamento nacional de opinião pública junto aos brasileiros que vivem na América começou com a aplicação de 500 questionários em Manhattan e prossegue nas próximas semanas em outros eventos comunitários nas regiões do país onde existem grande representatividade de nosso povo – como Flórida, New Jersey, Connecticut, Georgia, Califórnia e Texas.

Presidente da ABI-Inter, o jornalista Roberto Lima está à frente da iniciativa e, neste primeiro momento, coordenou uma equipe de seis profissionais e voluntários que interagiram com o público em um estande na grade festa em ‘Little Brazil’. “Pela primeira vez teremos um instrumento técnico, que mostrará o que pensa o imigrante sobre a mídia comunitária”, disse Roberto Lima, referindo-se aos mais de uma centena de jornais, revistas, TVs em rede, sites, programas de rádio e tv independentes em língua portuguesa.

O questionário apresentado aos participantes contém sete questões básicas e bem objetivas. O conteúdo das respostas será tabulado e o material servirá de base para que os órgãos de imprensa planejem suas estratégias de marketing e determinem sua linha editorial com base na opinião de seu público-alvo. “Queremos entender melhor o que pensa e quais as expectativas do brasileiro com relação a sua mídia comunitária”, sintetizou o presidente da ABI-Inter, esclarecendo que serão aplicados pelo menos 1.200, uma amostragem considerada ideal para este tipo de pesquisa.


Fonte:AcheiUSA.com
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quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Retrato do jovem midiático

Como forma de conhecer melhor o público infanto-juvenil ávido por consumir todos os tipos de mídias, uma estratégia importante para o mercado é segmentar ainda mais as pesquisas para saber detalhes dos hábitos e gostos desta geração.

Os resultados apontam a internet como o grande espaço interativo no qual eles se encontram, expressam o que pensam e passam grande parte do tempo. "Realizamos diversos tipos de pesquisas com o público infantil e seus responsáveis. Esses estudos abrangem questionários, enquetes online, mensuração da preferência de audiência e focus groups. Além disso, asseguramos que os programas atinjam as metas educacionais e de avaliação como rede de TV", afirma Fernando Medin, diretor geral e vice-presidente sênior da Discovery Networks.


As respostas são bem variadas, mas o principal consenso é de que os jovens não só passam muito tempo online, como conferem ao mundo virtual um sentido de autenticidade da informação. A TV já perdeu há muito tempo seu trono de preferida. Apesar de ser vista por 99% dos jovens de 12 aos 18 anos, segundo o IBOPE Mídia, ela não é consideradaa formadora principal da cabeça dessa turma.

Responsável pelo estudo Dossiê Universo Jovem — que chegou à quarta edição no ano passado, com asustentabilidade como tema central — a MTV ouve pessoas entre de 12 a 30 anos, das classes A, B e C, em Belo Horizonte, Brasília, Manaus, Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Salvador e Distrito Federal, para saber o que eles pensam.

Um dado importante é que a internet é acessada na maioria dos casos em lan houses (5896 das respostas). Outro ponto a ser considerado pelas marcas interessadas em investir no público: as conversas online giram em torno de música (37%), esporte e profissão (26%). E de acordo com o Dossiê, o uso da mídia social e do SMS cresceram bastante entre 2005 e 2008. Quatro anos atrás, 14% dos entrevistados utilizavam o Orkut. No ano passado, esse índice pulou para 83%. Já a troca de mensagem passou de 43% para 81%, no mesmo período.

Em outro estudo, desta vez do próprio Orkut, constatou-se que o maior interesse na internet é por foto e vídeo, com 67% das preferências, seguido de conhecimento geral, com 65%, e tecnologia, com 63%. A pesquisa feita neste ano apontou as razões para o ingresso em redes sociais. O motivo principal é encontrar amigos (90%) e buscar conhecidos (89%). A terceira razão é fazer novos amigos (78%).

A novidade é que existe uma boa aceitação de anúncios de produtos nas redes sociais. Para 28% dos entrevistados as peças são atraentes. Quando se trata de publicidade, 65% querem saber de novos itens, enquanto 60% desejam conhecer as caracterfsticas do produto. Além disso, 81% não acham tão ruim participar de uma comunidade virtual com patrocínio de uma empresa.

Pré-adolescentes

O perfil de consumo em que o canal pago Boomerang resolveu investir é o denominado tween, ou pré-adolescente — meninos e meninas entre 8 e 14 anos, o que concentra 15% da população brasileira. No mundo, esse segmento representa um mercado de US 25 bilhões.

Um dado relevante do estudo — divulgado em agosto — é que a decisão das compras cresce com a idade. Dos meninos entre oito e dez anos, 5% se consideram compradores. Na faixa dos 14 anos, essa fatia pula para 25%. No caso das meninas, nos mesmos grupos etários descritos, elas saem de 6% para 24%. Tanto eles quanto elas apontam que o primeiro item do qual não se esquecem ao sair de casa é o celular: as respostas são 56% e 61%, respectivamente.

Realizada em maio, a pesquisa foi dividida na fase quantitativa — entrevistando 1.036 tweens das classes A, B e C, via internet — e duas pesquisas qualitativas com um público mais seleto. Como critério para caracterizar as tribos, foram definidos seis grandes grupos de acordo com as conclusões das entrevistas: esportistas (as meninas, principalmente , não tiram os olhos de suas performances), briguentos ou bagunceiros (chamam a atenção pelas confusões armadas e por tirarem notas baixas na escola), patricinhas ou playboys (querem aparecer e usam muitos acessórios) , nerds (estudam muito, são bem vistos pelos mais novos e detestados pelos quase adolescentes), emos (muito sensíveis e choram com facilidade) e populares (adorados por todos).

Outro dado valioso para o mercado publicitário foram as marcas preferidas por essa garotada. Desde tênis até equipamentos eletrônicos, existe um detalhamento de como esses tweens consomem e quais as combinações que abominam. "Segmentos como as operadoras de celular, maquiagem e grifes de roupas precisam enxergar os pré-adolescentes como um filão a ser conquistado. O estudo demonstrou que esse público sabe o que quer e que não deseja ser tratado como criança", afirma Rafael Davini, vice-presidente de publicidade e marketing para Brasil, Miami e México da Turner Intemational do Brasil.

Isso fica mais evidente quando o assunto é tecnologia. Segundo o estudo Paidecendo no Paraíso, da Viacom Networks Brasil, proprietária dos canais Nickelodeon, Nick Jr., Vh1 e MTV Hits, 40% dos pais e mães entrevistados dizem que os experts da casa são os filhos. Eles admitem que ficou para trás o tempo do "não mexa aí". Nesse cenário, é natural que a influência dos filhos na decisão de compras desses itens também seja alto. Vale conferir os índices: celular 94%, TV 39%, computador 38% e provedor de intemet 28%. Outro reflexo, tanto da mudança do papel dos pais em casa quanto da influência das crianças na aquisição de eletrônicos, é comprovado pelo número de lares que possuem videogames: 61%.

Uma das conclusões mais importantes é que os pais estão mais presentes nas tarefas domésticas o que significa que eles têm conversado mais com os filhos. "Esse diálogo resulta em um encontro entre o afeto e a autoridade. Um dos momentos em que isso mais acontece é na hora em que ambos veem televisão", analisa Beatriz Mello, gerente da pesquisa.

Os resultados da pesquisa, que vem sendo realizada desde 2006, em certa medida influem na grade do canal Nick, que busca comprar novos programas que falem a linguagem dos jovens. Um exemplo é a novela venezuelana Isa TKM, recentemente exibida, em que a protagonista tem twitter, blog e até comunidade no Orkut. A segunda parte, chamada de Isa TKmais, estreia cm breve.

Marcas preferidas:

Pesquisa do canal Boomerang mostra o que meninos e meninas apreciam mais em dois segmentos:

Roupas
Meninos: Adidas, Tigor T. Tigre, Billabong, Ecko Unlimited e Nike.
Meninas: Lilica Ripilica, Adidas, Hering, Nike e C&A.

Calçados
Meninos: Reebok, Olympikus, All Star, Nike, Adidas.
Meninas: Nike, All Star, Reebok, Puma, Melissa, Adidas.

Fonte: jornal Meio & Mensagem

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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Pesquisa indica que apesar da crise, imigrantes não querem voltar

Apesar de fortemente afetados pela crise econômica global que atingiu de maneira intensa os países desenvolvidos, a maioria dos imigrantes econômicos abrigados nesses países preferiu permanecer a voltar aos seus locais de origem, segundo indica uma pesquisa preparada com exclusividade para o Serviço Mundial da BBC.

O estudo, feito pela organização americana Migration Policy Institute (MPI), também indica que a crise reduziu o fluxo de migrantes em busca de melhores condições pelo mundo.

Os dados levantados pela pesquisa mostram ainda que os imigrantes estão entre os grupos mais atingidos pela crise e que as remessas de dinheiro enviadas por eles aos seus países sofreram uma queda na maioria das regiões.

Apesar dessa queda nas remessas, esse envio de dinheiro vem ganhando importância relativa para os países que a recebem, já que outras fontes de ingressos de divisas vêm se contraindo.

Brasil é exceção

Apesar das tendências globais apontadas pela pesquisa, há algumas exceções como o caso do Brasil, como aponta o vice-presidente da MPI e co-autor do estudo, Michael Fix.

Imigrantes brasileiros, principalmente nos Estados Unidos e no Japão, estão retornando em grande número ao Brasil, mas apesar disso as remessas de dinheiro ao país vêm aumentando.

Para Fix, uma das principais razões para o retorno de um grande número de imigrantes brasileiros ao país é econômica, já que a economia do Brasil vem se saindo relativamente melhor do que a dos países de destino dos imigrantes.

“Em estudos anteriores, verificamos que as decisões dos imigrantes sobre retornar ou não aos seus países de origem tinham mais relação com as condições econômicas em seus países natais do que nos seus países de destino”, afirma Fix.

Outra questão apontada por ele para justificar o retorno em grande número dos imigrantes brasileiros é o fato de que muitas de suas ocupações nos países de destino foram mais afetadas pela crise econômica global.

Esse seria o caso, por exemplo, da construção civil nos Estados Unidos, onde há uma grande concentração de imigrantes brasileiros. Segundo a MPI, 21% dos imigrantes brasileiros nos Estados Unidos estavam empregados na construção civil, em comparação com os 8% dos trabalhadores americanos empregados pelo setor.

O fato de um número menor de imigrantes estar enviando uma quantidade maior de dinheiro ao Brasil poderia ser também uma consequência do bom momento da economia brasileira, na avaliação de Fix.

“É possível que parte desse dinheiro não esteja sendo usado para a compra de produtos essenciais, mas enviado para aproveitar o melhor clima para investimentos no Brasil”, diz ele.

Fonte: BBC Brasil



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