quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Retrato do jovem midiático

Como forma de conhecer melhor o público infanto-juvenil ávido por consumir todos os tipos de mídias, uma estratégia importante para o mercado é segmentar ainda mais as pesquisas para saber detalhes dos hábitos e gostos desta geração.

Os resultados apontam a internet como o grande espaço interativo no qual eles se encontram, expressam o que pensam e passam grande parte do tempo. "Realizamos diversos tipos de pesquisas com o público infantil e seus responsáveis. Esses estudos abrangem questionários, enquetes online, mensuração da preferência de audiência e focus groups. Além disso, asseguramos que os programas atinjam as metas educacionais e de avaliação como rede de TV", afirma Fernando Medin, diretor geral e vice-presidente sênior da Discovery Networks.


As respostas são bem variadas, mas o principal consenso é de que os jovens não só passam muito tempo online, como conferem ao mundo virtual um sentido de autenticidade da informação. A TV já perdeu há muito tempo seu trono de preferida. Apesar de ser vista por 99% dos jovens de 12 aos 18 anos, segundo o IBOPE Mídia, ela não é consideradaa formadora principal da cabeça dessa turma.

Responsável pelo estudo Dossiê Universo Jovem — que chegou à quarta edição no ano passado, com asustentabilidade como tema central — a MTV ouve pessoas entre de 12 a 30 anos, das classes A, B e C, em Belo Horizonte, Brasília, Manaus, Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Salvador e Distrito Federal, para saber o que eles pensam.

Um dado importante é que a internet é acessada na maioria dos casos em lan houses (5896 das respostas). Outro ponto a ser considerado pelas marcas interessadas em investir no público: as conversas online giram em torno de música (37%), esporte e profissão (26%). E de acordo com o Dossiê, o uso da mídia social e do SMS cresceram bastante entre 2005 e 2008. Quatro anos atrás, 14% dos entrevistados utilizavam o Orkut. No ano passado, esse índice pulou para 83%. Já a troca de mensagem passou de 43% para 81%, no mesmo período.

Em outro estudo, desta vez do próprio Orkut, constatou-se que o maior interesse na internet é por foto e vídeo, com 67% das preferências, seguido de conhecimento geral, com 65%, e tecnologia, com 63%. A pesquisa feita neste ano apontou as razões para o ingresso em redes sociais. O motivo principal é encontrar amigos (90%) e buscar conhecidos (89%). A terceira razão é fazer novos amigos (78%).

A novidade é que existe uma boa aceitação de anúncios de produtos nas redes sociais. Para 28% dos entrevistados as peças são atraentes. Quando se trata de publicidade, 65% querem saber de novos itens, enquanto 60% desejam conhecer as caracterfsticas do produto. Além disso, 81% não acham tão ruim participar de uma comunidade virtual com patrocínio de uma empresa.

Pré-adolescentes

O perfil de consumo em que o canal pago Boomerang resolveu investir é o denominado tween, ou pré-adolescente — meninos e meninas entre 8 e 14 anos, o que concentra 15% da população brasileira. No mundo, esse segmento representa um mercado de US 25 bilhões.

Um dado relevante do estudo — divulgado em agosto — é que a decisão das compras cresce com a idade. Dos meninos entre oito e dez anos, 5% se consideram compradores. Na faixa dos 14 anos, essa fatia pula para 25%. No caso das meninas, nos mesmos grupos etários descritos, elas saem de 6% para 24%. Tanto eles quanto elas apontam que o primeiro item do qual não se esquecem ao sair de casa é o celular: as respostas são 56% e 61%, respectivamente.

Realizada em maio, a pesquisa foi dividida na fase quantitativa — entrevistando 1.036 tweens das classes A, B e C, via internet — e duas pesquisas qualitativas com um público mais seleto. Como critério para caracterizar as tribos, foram definidos seis grandes grupos de acordo com as conclusões das entrevistas: esportistas (as meninas, principalmente , não tiram os olhos de suas performances), briguentos ou bagunceiros (chamam a atenção pelas confusões armadas e por tirarem notas baixas na escola), patricinhas ou playboys (querem aparecer e usam muitos acessórios) , nerds (estudam muito, são bem vistos pelos mais novos e detestados pelos quase adolescentes), emos (muito sensíveis e choram com facilidade) e populares (adorados por todos).

Outro dado valioso para o mercado publicitário foram as marcas preferidas por essa garotada. Desde tênis até equipamentos eletrônicos, existe um detalhamento de como esses tweens consomem e quais as combinações que abominam. "Segmentos como as operadoras de celular, maquiagem e grifes de roupas precisam enxergar os pré-adolescentes como um filão a ser conquistado. O estudo demonstrou que esse público sabe o que quer e que não deseja ser tratado como criança", afirma Rafael Davini, vice-presidente de publicidade e marketing para Brasil, Miami e México da Turner Intemational do Brasil.

Isso fica mais evidente quando o assunto é tecnologia. Segundo o estudo Paidecendo no Paraíso, da Viacom Networks Brasil, proprietária dos canais Nickelodeon, Nick Jr., Vh1 e MTV Hits, 40% dos pais e mães entrevistados dizem que os experts da casa são os filhos. Eles admitem que ficou para trás o tempo do "não mexa aí". Nesse cenário, é natural que a influência dos filhos na decisão de compras desses itens também seja alto. Vale conferir os índices: celular 94%, TV 39%, computador 38% e provedor de intemet 28%. Outro reflexo, tanto da mudança do papel dos pais em casa quanto da influência das crianças na aquisição de eletrônicos, é comprovado pelo número de lares que possuem videogames: 61%.

Uma das conclusões mais importantes é que os pais estão mais presentes nas tarefas domésticas o que significa que eles têm conversado mais com os filhos. "Esse diálogo resulta em um encontro entre o afeto e a autoridade. Um dos momentos em que isso mais acontece é na hora em que ambos veem televisão", analisa Beatriz Mello, gerente da pesquisa.

Os resultados da pesquisa, que vem sendo realizada desde 2006, em certa medida influem na grade do canal Nick, que busca comprar novos programas que falem a linguagem dos jovens. Um exemplo é a novela venezuelana Isa TKM, recentemente exibida, em que a protagonista tem twitter, blog e até comunidade no Orkut. A segunda parte, chamada de Isa TKmais, estreia cm breve.

Marcas preferidas:

Pesquisa do canal Boomerang mostra o que meninos e meninas apreciam mais em dois segmentos:

Roupas
Meninos: Adidas, Tigor T. Tigre, Billabong, Ecko Unlimited e Nike.
Meninas: Lilica Ripilica, Adidas, Hering, Nike e C&A.

Calçados
Meninos: Reebok, Olympikus, All Star, Nike, Adidas.
Meninas: Nike, All Star, Reebok, Puma, Melissa, Adidas.

Fonte: jornal Meio & Mensagem

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segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Independente da nação, consumidores se preocupam com os gastos de Natal

Como telefones celulares estão se tornando as principais opções de presente de Natal, a LG lançou uma pesquisa para descobrir o que as pessoas desejam com a chegada das festas de fim de ano, com um total de 15.743 participantes na Ásia, na Inglaterra, na Austrália e no Brasil. Perguntas variadas foram feitas na pesquisa online e abordaram assuntos como celebridade preferida, música e o lugar onde preferia passar as festas de fim de ano.
Quando o questionário abordou sobre a economia global, ficou muito evidente quando a pergunta foi o que é mais estressante no período das festas. A principal resposta de todos os participantes, e o maior problema, foi a falta de dinheiro para gastar. Entretanto, as pressões financeiras não estão impedindo as pessoas em Hong Kong e na Austrália de ir às compras, já que elas disseram que gastarão mais de $500. Já na Inglaterra, Cingapura e no Brasil pretendem gastar de $100 a $300, enquanto os malásios disseram que gastarão $50 a $100.Em todos os países, exceto Inglaterra e Brasil, torpedos continuam sendo o meio de escolha para desejar aos amigos boas festas, opção essa que ficou na frente de cartões, telefonemas e mensagens de multimídia.
Os brasileiros, por outro lado, preferem ligar para desejar boas festas, enquanto os ingleses ainda gostam de enviar cartões de Natal.Quanto aos presentes que gostariam de ganhar, os participantes na Inglaterra, Malásia, Cingapura e em Hong Kong optariam por um pacote de férias, enquanto os australianos e brasileiros prefeririam ganhar o mais recente aparelho eletrônico.

Fonte: Portal Administradores_
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segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Pesquisa é diferencial competitivo para criar e vender

Fonte: Mundo do Marketing

Muitas pessoas ainda vêem a pesquisa como um instrumento capaz de monitorar fases isoladas de um produto: principalmente as oportunidades de mercado e a aceitação do público. No entanto, já há algum tempo grandes empresas investem em seus próprios departamentos de testes ou mesmo contam com a ajuda de institutos especializados para assegurar questões que incluem desde conceito de marca e produto, opinião e testes de qualidade.
As vantagens para os profissionais são inúmeras: mais segurança e competitividade no mercado são algumas delas. O segredo, segundo os especialistas, é saber usar a metodologia correta.

“A pesquisa não é uma ferramenta que o marketing utiliza para realizar suas idéias”, critica Dulce Perdigão, Sócia-Diretora da Test of the Future ao explicar que é preciso saber interpretar o que os resultados indicam.

Ela explica que existem 17 diferentes tipos de pesquisa, mas que pelo menos dois são essenciais: a pesquisa iluminativa e a pesquisa avaliativa. A primeira tem como objetivo “iluminar” o caminho a ser seguido e a segunda de avaliar o funcionamento estratégico.

A pesquisa pode (e deve) se tornar uma vantagem competitiva se os dados forem bem aproveitados desde o monitoramento de tendências à satisfação dos consumidores. “Ter informação não é vantagem competitiva, mas sim saber utilizar”, atesta em entrevista ao Mundo do Marketing.

Diferencial para planejar
Para Dulce, o segredo de grandes marcas como Omo, Seda e Lux, da Unilever é conhecer e entender o consumidor e, deste modo, garantir que ele obtenha o que espera.

Ao contrário do shampoo “Cabelo e Pontas”, por exemplo, que acabou fora do mercado porque a empresa foi incapaz de prever o sucesso e enfrentou problemas de distribuição. Problema este que poderia ter sido solucionado com a ajuda de pesquisas.

Rodrigo Toni, presidente da empresa de pesquisa Ipsos, também chama a atenção para como o investimento em pesquisa se tornou um investimento em segurança. Seja em departamentos de pesquisas nas grandes empresas ou com a ajuda dos institutos, a pesquisa dá subsídios para tomar decisões.

“Nas variáveis em que a pesquisa interfere ela reduz o risco de fracasso”, afirma ao site.

Para Toni, as análises devem participar de todas as etapas de construção de um produto a começar pelo perfil do consumidor. No caso de produtos estrangeiros é recomendável testes que possam indicar, por exemplo, a identificação com o paladar ou mesmo o nome do produto, como o modelo Ford Pinto, nos anos 70.

Monitorando o público
A pesquisa possui instrumentos para participar de todas as etapas de construção de um produto. As idéias de novos produtos, o conceito (proposta, benefícios), testes de opinião do consumidor, testes de conceito e produto, posicionamento, mix (marca, conceito, preço, entre outros), quantidade de volume vendido, além das pesquisas trekking que acompanham o desenvolvimento do produto são apenas alguns exemplos.
A Domino’s Pizza é uma das empresas que investe nesta área. Com quatro rodadas de pesquisa ao ano encomendadas ao instituto Netbranding, a empresa planeja suas ações. A massa Finíssima é conseqüência de uma destas análises. No estudo, 62% dos entrevistados afirmaram que preferem massa fina e crocante, com muitos ingredientes, queijo e molho. O resultado foi o sucesso da ação que ao ser lançada chegou a representar 25% das vendas e 30% no relançamento.

Outros levantamentos que incluem promoções com refrigerante e sorvete também foram definidos por pesquisas e também são sucesso. “O importante é saber antecipar as necessidades e analisá-las a fundo. Com isso, temos mais de meio caminho andado”, constata Roberto Fiani, Diretor Geral da Domino’s Pizza.
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Clientes de TV pela internet crescem 64% em 2008

As assinaturas mundiais de plataformas de televisão pela internet estão a caminho de alcançar 19,6 milhões de clientes em 2008, o que representa um aumento de 64% sobre o ano passado, de acordo com analistas da Gartner. É previsto que o faturamento de televisão transmitida por protocolo de internet (IPTV) atinja 4,5 bilhões de dólares, uma alta de 93,5% em relação a um ano antes. O Leste Europeu apresenta o maior número de assinantes de IPTV e os Estados Unidos representam o maior mercado em receitas.

A empresa prevê que 1,1% dos domicílios do mundo usarão IPTV em 2008, e espera que esse número aumente para 2,8% até 2012.

"A maior mudança desde 2007 é o rápido advento de novos personagens atuando no mercado de consumo de vídeo e pressionando com forte demanda os operadores de IPTV a inovar", disse o pesquisador Elroy Jopling, da Gartner.

O instituto de pesquisas citou como parte dos novos competidores portais como o YouTube e o Joost e redes sociais como o MySpace e o Facebook.

"Antes de 2008, e ênfase dos operadores de IPTV estava na expansão de sua marca e na tentativa de achar uma solução para cabo e satélite", disse Jopling. "No futuro, especialmente nos mercados desenvolvidos, nós veremos uma ênfase em inovação e serviços diferenciados de TV paga".

A Gartner define IPTV como uma rede fornecida por banda larga que propicia imagem de televisão com qualidade e conteúdo de vídeo para TV por meio de um set-top-box. Conteúdo fornecido pela internet ou somente para um computador não é incluído.

Fonte: Reuters
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sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Profissão moderna. Do Futuro? Sem espírito de corpo?

* por Dulce Perdigão

Oxalá encontremos neste espaço oportunidades para desenvolver e promover sentimentos de inclusão, união e motivação, de forma a atrair novos e manter os atuais bons profissionais para fazer desta uma profissão de futuro. Algo assim como a necessidade de agregar os profissionais de Pesquisa de Mercado de modo a que se sintam parte do todo, recebendo as críticas ao todo como dirigidas a cada um individualmente e o todo, por sua vez, reagindo às criticas a seus integrantes como se fossem dirigidas ao seu conjunto. Isto é o que se identifica como espírito de corpo e acontece com os militares, advogados, médicos, entre outras profissões coesas.

Entre os profissionais de pesquisa, existe este espírito? Se é o caso, talvez entre os que trabalham em institutos de pesquisa. Se houvesse, qual seria a reação desses profissionais em relação às barbaridades veiculadas sobre a área pela imprensa escrita e falada, principalmente durante os períodos eleitorais? E sabemos que não são muito diferentes daquelas que se ouve da parte de usuários insatisfeitos quando resultados de pesquisas de mercado dentro das empresas não lhes favorece.

Durante esta última e inusitada campanha para a eleição presidencial, colecionei pérolas jornalísticas (úteis para exercícios de treinamento), que acredito muitos devem ter lido ou ouvido, algumas das quais listo a seguir:

“Na pesquisa divulgada esta semana, o (Instituto) ouviu 31% de eleitores com escolaridade até a 4ª série do ensino fundamental e 34% de eleitores com ensino médio. Na pesquisa anterior, a amostra estava invertida: 35% até a 4ª série e 31% no ensino médio...Será que o (Instituto) manipulou a amostra para favorecer o candidato...?”

“O resultado obtido na pesquisa estimulada foi de 26,8% para (candidato A) e 44,7% para (candidato B). Num caso, o resultado divulgado foi arredondado para cima (27%) e noutro foi para baixo (44%). Esses arredondamentos são uma incógnita. Neste caso, ... (candidato A) foi favorecido.”

“... essas pesquisas são todas manipuladas. Pesquisa de opinião é um ramo de negócio que vende dois tipos de produto aos candidatos no período eleitoral: um é o que pensa o eleitorado, para que as campanhas orientem suas estratégias e decisões; o outro, é alterar o pensamento do eleitorado para favorecer o cliente, para que ele tenha melhores condições de arregimentar apoios e conseguir financiadores...”

“Considerando os números referentes às eleições presidenciais a partir de 1989, a média de acerto é superior a 90%. No entanto, durante o período analisado, a única disputa altamente competitiva foi o segundo turno da disputa de 1989.”

“É provável que, por levarem muito tempo para concluir a coleta dos dados, seguindo à risca as exigências requeridas por esse método (probabilistico puro), acabaram perdendo a dinâmica do processo em curso (?)”.

“O surpreendente é que eles (institutos) consigam resultados semelhantes, que acabam se afunilando no processo eleitoral – talvez pela própria influência das pesquisas na decisão do eleitorado, como uma espécie de profecia que se auto-realiza.”

"...Não tenho dinheiro para contratar nenhuma pesquisa eleitoral. Ou as pesquisas são mentirosas ou meu eleitorado é muito apaixonado porque eu hoje me sinto muito melhor do que estava há tempos..."

Acredito que bem poucos profissionais reagem a estes tipos de comentários (oh, céus! E o erro padrão é de +/- 2%. Neste nível até menor!!!), respondem ao apresentador do programa, mesmo a TV não sendo digital ainda (não há incógnita pro computador!), conversam com o veiculo (Claro! Pois se a margem de confiança é de 95%!) ou demonstram indignação (sic!).

Divago: Será que algum dos profissionais envolvidos teve (ao menos tentou?) direito de resposta no mesmo veiculo, com o mesmo espaço dado ao autor? Ou não se julgou necessário? Alguém viu alguma defesa ou resposta de nossos pares? Convincente? E de impacto?

De fato, haveria muito mais por parte da imprensa e de candidatos, mas é possível citar também algumas pérolas da coerência profissional, nos seus modestos (nenhum em horário nobre ou veiculo de massa) pronunciamentos:

“... nós preferimos pesquisar nas ruas, em vez de ir às residências. Hoje é mais difícil o acesso aos condomínios de luxo, e só se entra em favelas se fizer acordo com o tráfico. ...e abordar moradores de favela somente no pé do morro”.

“Nossa pesquisa é domiciliar, porque aumenta a possibilidade do controle de fluxos no campo. Quando você tem um endereço determinado, pode retornar lá para confirmar o voto e checar as informações.”

“...Se fosse uma busca aleatória, a amostra ficaria comprometida, com menos entrevistados desse perfil do que seria aceitável...”

“...pesquisa ideal é aquela que dá exatamente a mesma chance de um integrante de um determinado universo ser incluído na amostra... Teríamos que ter o nome de todos e sortear um por um, mas isso é impraticável do ponto de vista operacional. A pesquisa não é 100% aleatório”.


Dá ou não dá para confundir mais ainda leigos, eleitores e mídia em geral?


Realmente, jornalistas (e outros tipos de profissionais) não precisam entender a parte técnica da nossa atividade, como o paciente não precisa se aprofundar na prática médica para seguir o tratamento prescrito. Mas convenhamos que bula e bom senso não fazem mal a ninguém.


E então? Vamos continuar, como sempre, esperando as pérolas da próxima eleição?
Isto se aplica somente a Pesquisa de Opinião? Claro que não!


Por que não se aproveitou o oportunismo de perguntas do jornalista como estas: “Pesquisa eleitoral. O que é isso exatamente?” E mais: Como são feitas as amostragens? Qual a confiabilidade desses números? Por que uma investigação feita com duas mil pessoas pode revelar o ânimo de cem milhões de eleitores?

Pesquisadores são mesmo, na maioria, pouco pró-ativos (imagem projetada). São vistos também como técnicos em demasia. Mas inseguros? Ou arrogantes?


Uma oportunidade para o entusiasmo. A proposta deste espaço do PESQUISADOR MODERNO pode proporcionar a reflexão e possibilidade de se atualizar o pensamento, de se modernizar o linguajar e melhorar o perfil do pesquisador efetivamente e de promover a carreira para um futuro brilhante.


Ah! Nem todos concordam que há algo de comodismo, de antiquado e de inércia na profissão? Pode ser.


Por alguma razão, a ESOMAR tem realizado estudos sobre a indústria, com representantes de todos os continentes. Um dos primeiros destes estudos concluiu que estaríamos (nós pesquisadores) aqui ainda em 2010, mas que dependeria dos profissionais e de sua adaptação a novas necessidades do mercado. Pena que os resultados deste e dos projetos que se seguiram se restringiram a circulação intra category (se tanto).


É curiosa a evolução do mercado desde então. Afinal, o mercado de pesquisa no Brasil mais que dobrou em faturamento depois daquele estudo, sendo que nada mudou radicalmente entre os profissionais de empresas ou de institutos. Continuam surgindo (e desaparecendo) institutos de todo tipo – e não somente durante as eleições. Empresas aumentam ou eliminam departamentos de pesquisa. Mudam o título do mesmo profissional.


Aparentemente, o feito do crescimento tende a se repetir na próxima década pois há muito espaço ainda. Como na famosa fórmula aplicada a produtos é possível crescer tanto em penetração (inclusão de novos clientes, diferentes ramo/tamanho/origem), repetição de compra (clientes atuais que possam ser fidelizados) como intensidade de consumo/compra (entre aqueles que utilizam pesquisa apenas para comprovar pontos de vista e não como apoio de decisões ou iluminação de caminhos).


Por outro lado, pensemos por instantes como o cliente padrão que não compra pesquisa (nem conhece ou não acredita) e imagina estar indo muito bem, pois os negócios e as vendas de seus produtos crescem a cada ano. Como ele não se preocupa em conhecer ou monitorar a fundo o mercado e muito menos seu consumidor, não se dá conta de que o mercado tem crescido a um ritmo muito mais acelerado do que as suas vendas. Em suma, perde participação de mercado a cada ano.


O mercado de pesquisa brasileiro somente não se desenvolve mais rapidamente ou se consolida e se projeta de vez devido principalmente a dois fatores:
:: quem exerce a profissão dentro de empresas, na sua grande maioria, está “de passagem”, usando a área como trampolim para outras carreiras, e também
:: a maioria dos institutos tradicionais celebra o crescimento, sem muito questionamento (tampouco capacitação eficaz dos profissionais).


(Este é um assunto que merece toda uma discussão à parte).
Se assim não fosse, a pioneira sociedade de pesquisadores da América Latina, a SBPM, que completou seus 25 anos em junho passado sem nenhuma celebração, não estaria correndo o risco de cerrar atividades por falta de candidatos para a eleição da próxima diretoria.

E talvez isto não ocorresse não fora uma injustificada discidência que dividiu por mais de 10 anos a pequena indústria brasileira de então em duas associações de classe - ABIPEME e ANEP – finalmente resgatadas em 2004 como ABEP, com a promessa de fusão das entidades representativas das empresas de pesquisa para tornar a profissão mais forte e coesa.

Apesar da unificação, a indústria não dá sinais de coesão, considerando-se a falta de sintonia, sinergia ou harmonia de discurso (exemplos acima) e programas das várias entidades – SBPM, ABEP e também a ABA, com seu comitê de Pesquisa e Inteligência de Mercado.

A ABEP, da qual se esperaria, por sua força representativa, a interlocução nos debates e polêmicas técnicas bem como a continuidade de divulgação das pérolas acima, tanto jornalísticas, quanto profissionais, se fortaleceria ainda mais com o amplo conhecimento e divulgação dos importantes trabalhos planejados originalmente, como o Guia para Divulgação de Pesquisas Eleitorais, assim como resultados dos Grupos de trabalho sobre Boas Praticas Comerciais, Assuntos Tributários e Trabalhistas, Comissão de Ética e Arbitragem entre outros possivelmente em andamento.

À SBPM e ABA, como prega o bom senso, deve caber a responsabilidade de treinar os profissionais da área, fornecedores e clientes respectivamente, e sempre que possível em parceria promover o debate e a troca de experiências e necessidades entre as duas categorias de pesquisadores. A sobrevivência da SBPM pode depender disso.

Outro assunto a ser pautado - o da Regulamentação da Profissão, para o qual também não há unanimidade.

Há mais de cinco anos um grupo de pesquisadores se dedica a obter o reconhecimento da atividade pelo Ministério do Trabalho e a criação de uma legislação trabalhista especifica para o setor para diferenciar os verdadeiros dos falsos pesquisadores e implementar um conselho fiscalizador. O Projeto de Lei em tramitação define cargos: pesquisador de mercado, opinião e mídia (de nível universitário), como analistas, gestores de processos e da informação de pesquisa, além de técnicos de pesquisa de mercado, opinião e mídia (nível técnico), como entrevistadores, verificadores, críticos e codificadores, supervisores de campo, tabuladores de dados, recrutadores e moderadores. (Vale atualizar a informação que pode ter sido modificada no decorrer do tempo).


Impressionante quanta coisa pode ser discutida neste espaço. Só foi possível fazer a listagem de FQ´s. Respostas podem surgir dos debates.


Há mais ainda. Como dar continuidade a questões que parecem ter se iniciado na última conferência ESOMAR, no Rio de Janeiro. O que concluir da discussão da sessão sobre “Who will shape the future of market research?” (The new Researcher)?


E os debates travados entre clientes e fornecedores ou grandes e pequenos institutos? E a questão qualidade x preço/prazos? Tão persistente e nunca mereceu intervenção das várias associações de classe e solução de consenso.


Enquanto isso, Institutos de Pesquisa tentam competir no segmento dos consultores de marketing ou de negócios, quando só tem a oferecer metodologias black box, sem a competência necessária para aprofundar o conhecimento da atividade empresarial.


Por outro lado, muitas empresas pagam US$1 milhão por projetos de consultoria (de empresas especializadas em levantar novas perguntas mais do que apresentar soluções) e relutam em investir no entendimento profundo do mercado ou consumidor que lhes diminuiria a probabilidade de fracassos no mercado, além de encurtar prazos e diminuir custos.

Algumas constatações óbvias:
:: Empresas de pesquisa não dão o devido valor ao trabalho que oferecem. Não sabem cobrar.
:: Clientes de pesquisa se frustram muitas vezes com resultados de projetos, com pesquisadores e com os institutos tradicionais. Em conseqüência, não pagam o que vale. E, principalmente, a maioria dos clientes não sabe comprar.
:: Profissionais da linha de frente, nas duas categorias, não têm autoridade (competência?) para questionar o trabalho que executam.


E um temor compartido, adaptado da constatação de um profissional experiente:
“Temos todos os recursos técnicos para moldar qualquer amostra com apenas um click, e o fazemos para ponderar dados quando é o caso. (Sobre as insinuações de manipulação) Qualquer falseador usaria sem pensar um expediente destes, se o objetivo fosse apresentar um dado vendido, se é que se daria o trabalho de realizar o levantamento!” (Incrível, não é?).


Como encontrar e motivar o profissional com o perfil do PESQUISADOR MODERNO, que ao mesmo tempo reuna as competências e robustez técnica necessárias para a execução da pesquisa com as habilidades de um empreendedor, visão pragmática e capacidade para inovar? Tudo isto regido pelo maior rigor ético.

Bem, ainda podemos nos inspirar nos pioneiros-idealistas-mestres da Pesquisa de Mercado brasileira, que poucos dos PESQUISADORES MODERNOS tiveram a honra e o prazer de usufruir do convívio, aprendendo o que ética significa para este negócio. Serão sempre modernos para a Pesquisa de Mercado: Alfredo Carmo, Alvaro Marchi, Artur César, Maxime Castelnau, Otavio da Costa Eduardo, Pergentino Mendes de Almeida. E para a Pesquisa de Opinião: Carlos Mateus e Paulo Montenegro.

Tomara que este espaço PESQUISADOR MODERNO consiga atrair pesquisadores-empreendedores; que exercitemos o espírito de corpo; que alcancemos algum consenso; e delineemos o futuro para o exercício da profissão.

Finalmente, que o mercado mantenha o crescimento (sustentável, que está na moda) e cresça na proporção da sua potencialidade, para a saúde dos negócios, tanto de grandes quanto pequenos institutos.


Está levantada a bola, deixando espaço para discussões, respostas e explicações técnicas para os próximos posts. Claro que esperando que suscitem interesse (pode ser que não).


Ufa!!! Axé!
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quinta-feira, 25 de setembro de 2008

QuestManager é destaque no Rio Info 2008

O software QuestManager, específico para a criação, aplicação e gerenciamento de pesquisas, foi selecionado no PRÊMIO SOLUÇÃO RIO INFO 2008 na categoria Soluções Web. A apresentação sobre o programa será feita pelo Diretor de Marketing e Vendas da DosmusTec, Guilherme Cerqueira, no próximo dia 02 de outubro, quinta-feira, às 9 horas, no Salão Nobre do Hotel Glória, Rio de Janeiro, na categoria Soluções Web.


O QuestManager tem como diferencial ser uma plataforma que concentra todas as etapas necessárias para viabilização de um estudo quantitativo e funcionar 100% via internet. O software possibilita a programação de questionários dinâmicos com integração com banco de dados, conteúdo multimídia (animação/ áudio/ vídeo), controles de amostras, filtros, loops, ranking, com criação livre de opções de respostas e perguntas únicas, múltiplas ou abertas e tudo que os estudos mais exigentes precisam para serem completos.

O software pode ser utilizado na aplicação e controle de entrevistas via call Center (CATI), e-mail, com links em sites, dispositivos móveis (palm-tops, laptops e SmartPhones) com conexão a internet, quiosques e tótens em eventos ou shopping centers.

Utilizado pelos maiores institutos de pesquisa do Brasil e por dezenas de empresas, o software QuestManager é aplicado para: atualização de bases cadastrais, pesquisas de satisfação, clima organizacional, cliente misterioso, Conjoint, auditoria, monitoramento de preço no ponto-de-venda (PDV) e pesquisas eleitorais. O programa também vem sendo aplicado em processos de recrutamento e seleção (provas on-line) e votação eletrônica.

O Prêmio Soluções Rio Info 2008 é o principal evento de Tecnologia da Informação (TI) do Rio de Janeiro. O objetivo da premiação está focado em exemplos de sucesso sobre Tecnologia e Negócios, além de identificar soluções criadas por empresas produtoras de software e serviços com cases de sucesso nas categorias Convergência e mobilidade, Novos Ambientes Tecnológicos, Soluções web, Avaliação de software, Software Profissional e Modelo de Negócios. As palestras e oficinas do evento irão apresentar um amplo panorama de temas relacionados às tecnologias emergentes e de oportunidades em negócios nacionais e internacionais.

Saiba mais:
QuestManager
http://www.questmanager.com/
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terça-feira, 23 de setembro de 2008

Google amplia liderança no mercado de buscas na Internet

NOVA YORK - O Google ampliou sua liderança como ferramenta de pesquisa na Internet, nos Estados Unidos, para 63% do mercado em agosto. A variação representa o maior ganho mensal em cinco meses, informou uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (19). O Yahoo, segundo maior buscador dos Estados Unidos, viu sua participação no mercado em agosto cair 0,9 ponto em relação a julho, para 19,6% , enquanto a Microsoft, a terceira do setor, teve queda de 0,6 ponto, para 8,3%, de acordo com a comScore.

O buscador Ask.com, da IAC InterActiveCorp, cresceu 0,3 ponto, mantendo o quarto lugar, enquanto a AOL, da Time Warner, teve alta de 0,1 ponto, para 4,3%, de acordo com dados publicados pela empresa de pesquisa de mercado.


Reclamações

O crescimento de participação do Google nas pesquisas online e, por extensão, seu papel ainda maior nos mercados relacionados à propaganda na Web, fizeram com que rivais e alguns grupos comerciais da indústria reclamassem a órgãos regulatórios nos Estados Unidos e na Europa.

A comScore estima que o número de pesquisas realizadas por usuários nos Estados Unidos usando as cinco principais ferramentas de busca da rede ficou praticamente inalterado em 11,75 bilhões de buscas, em comparação com julho. Os dados excluem pesquisas em mapas, informações em diretórios locais ou vídeos gerados por usuários, informou.
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segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Consumo de cosméticos avança nas classes populares

O Brasil está mais cheiroso. O aumento do poder aquisitivo das classes C e D em 2007 colocou o país na posição de segundo maior consumidor mundial de desodorantes, produtos para cabelos, higiene bucal, perfumaria e cosméticos masculinos e para crianças. Os produtos mais comercializados no último ano foram os cremes anti-sinais, maquiagem e perfumes.

"A classe C está entrando com uma enorme força nesse mercado. Não que esses consumidores estejam começando agora a usar produtos de higiene e beleza; eles já usavam, mas para ocasiões especiais. A novidade é que os estão incorporando ao dia-a-dia", diz João Carlos Basílio da Silva, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec).

O país já ocupa, desde 2006, a terceira posição entre os maiores mercados de produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos do mundo, perdendo apenas para Estados Unidos, o maior mercado, e Japão. Com um faturamento de US$ 22,23 bilhões, essa indústria registrou um crescimento de 22,6% em 2007, segundo dados do Euromonitor, empresa de pesquisa de mercado. Só nos primeiros seis meses de 2008, essa indústria cresceu 7,73% em vendas em relação ao mesmo período do ano passado.

A pujança desse mercado já faz com que grandes empresas, como a Avon e Unilever, aumentem os investimentos para atender à crescente demanda. O Brasil já é o segundo maior em vendas para a multinacional Avon, que acaba de anunciar o investimento de US$ 150 milhões na construção de um novo centro de distribuição, na cidade de Cabreúva, a 80 km de São Paulo - será o maior da empresa no mundo. Dentre os cem países onde a companhia está presente, o Brasil tem também a maior força de vendas: 1,2 milhão de revendedoras.
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quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Planejamento de Pesquisa Quantitativa

A Pesquisa de Mercado é um instrumento fundamental para o marketing das empresas e das instituições em geral. O valor e a relevância das informações obtidas a partir dela dependem da qualidade dos processos, dentro das normas éticas e metodológicas adequadas a cada tipo de pesquisa. Dentro deste contexto, assume importância primordial a qualidade da execução de uma pesquisa. E não é possível garantir uma pesquisa de qualidade sem um planejamento à altura. É nesse ponto que trabalha o curso, que tem como objetivo abordar as várias etapas do Planejamento da Pesquisa Quantitativa, desde a formalização de uma proposta até o detalhamento da execução.

Público-Alvo
Profissionais de pesquisa, marketing e áreas afins, que tenham interesse em adquirir as habilidades necessárias para realizar um planejamento de qualidade nas pesquisas quantitativas. Ao final do curso, o participante estará apto a, segundo informações da Abep, a contextualizar a pesquisa de mercado no ambiente de marketing, identificar os momentos da aplicação da pesquisa quantitativa, entender os processos envolvidos na pesquisa quantitativa, participar de forma mais segura do planejamento da proposta, detalhar as várias etapas de execução da pesquisa quantitativa.

Conteúdo Programático
O curso foi dividido em três módulos, ministrando-se um módulo em cada um dos três dias, cada módulo com 8 horas de duração média. Estes três módulos cobrem noções teóricas fundamentais e questões metodológicas indispensáveis para ingressar em questões de aplicação prática no âmbito do planejamento da pesquisa quantitativa, conforme explicitado nos tópicos abaixo:

Corpo Docente
Professor: Julio Cesar Gibrail Tannus
Desenvolvimento: Julio Cesar Gibrail Tannus
Coordenação: Maximiliano Herlinger

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Julio Cesar Gibrail Tannus
Graduado em Engenharia pela PUCSP, iniciou sua atividade em pesquisa de mercado no ano de 1976. Desde então tem participado amplamente dos processos da pesquisa de mercado tanto como consultor como fornecedor. Ex-professor na Faculdade de Engenharia da PUCSP e no MBA de Administração Automotiva da Fundação de Ciências Aplicadas. Foi palestrante convidado na FGV/SP, UERJ e ECA/USP. Participou de vários congressos e seminários, no Brasil e no exterior, através da apresentação de trabalhos voltados para a área de pesquisa.

Inscrição e data de realização
Data: 25 a 27 de Setembro de 2008
Horário: Das 9:00 às 18:30
Carga horária: 24 horas
Local: São Paulo
Inscrições: katia@abep.org ou pelo telefone (11) 3078-7744, com Kátia ou Lucinéia ____________________________________________________________________
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segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Elsève explora pesquisas como estratégia de lançamento de produtos

A busca pela mensuração de resultados no Marketing é feita com cada vez mais detalhes e cuidados. A meta é interpretar de forma correta e eficaz para que a leitura seja informativa e confiável. A pesquisa de mercado ainda é o carro-chefe nas estratégias de lançamento de produtos ou para mensurar o retorno de uma campanha ou ação de Marketing. A Elsève lançou um produto para o público feminino controlar o volume dos cabelos e, para tratar deste tema, a empresa estruturou a comunicação para que não se falasse mais desta característica capilar como um problema. Uma das atitudes que pode ter sido decisiva para o sucesso da campanha foi denominar este tipo de cabelo como volumosos e não “cabelos secos ou quebradiços”.

O produto Volume-Control foi lançado pela empresa com o mote “Liberte-se do elástico” e atingiu o público com ações de Marketing digital, pontos-de-venda e principalmente em mídias de massa como a TV, impressos e também nas mídias exteriores. A pesquisa esteve presente em todos os momentos, principalmente antes do produto chegar às gôndolas.

PDV e Internet como fonte de pesquisaApesar de a TV ser uma grande impulsionadora de vendas de muitos produtos, as mulheres têm mais facilidade em consumidor no ponto-de-venda. O aprimoramento das gôndolas e a ajuda da tecnologia fizeram do PDV um lugar onde as mulheres testam os produtos.


Na Internet, o Volume-Control ofereceu uma ação que premiou as consumidoras que participaram de um concurso. “A frase mais criativa sobre como controlar o volume do cabelo foi premiada. Esta estratégia foi importante para o lançamento assim como usar como porta-voz da marca a modelo e atriz Alinne Moraes”, conta Paula Neherer, gerente de Inteligência de Mercado da L'Óreal durante o V Fórum ABA Rio de Pesquisa, no Rio de Janeiro.

Estudo leva ao caminho certo

O plano de pesquisa para o lançamento do Volume-Control da Elsève foi divido em quatro partes. Três delas foram aplicadas antes do produto chegar ao mercado. “A estratégia era trabalhar o volume dos cabelos e depois partimos para a pesquisa exploratória, que definiu as características, o universo e as referências do target”, diz Paula ao site.

Após estruturar um plano de pesquisa robusto antes de entrar no mercado, a Elsève obteve informações necessárias para minimizar qualquer risco no lançamento. “Fizemos testes de conceito, fórmula, material de comunicação, além das pesquisas de campo qualitativas e quantitativas”, lembra Alessandra.

Além do trabalho de pesquisa elaborado para cada produto, a Elsève investe em estudos sobre o comportamento e o perfil de seu público para cada lançamento. A cada três a empresa realiza pesquisa de hábitos e atitudes, segundo a gerencia de Pesquisa de Mercado da L'Óreal.

Resultados superam expectativas
Após o lançamento do Volume-Control a Elsève buscou informações sobre a aceitação do público, a qualidade do produto e entender mais sobre o perfil das usuárias. A pesquisa denominada Call Back avaliou mulheres de 18 a 34 anos, das classes A, B e C, com cabelos rebeldes, secos e com muito volume, cacheados e crespos.

O resultado mostra a eficiência do produto já que, dentro do target, 43% das consumidoras conheciam o Volume-Control, 58% já tinham experimentado o produto e 80% das mulheres que experimentaram disseram que iriam continuar usando, segundo a pesquisa feita pela Elsève.

Fonte: Mundo do Marketing
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quinta-feira, 11 de setembro de 2008

GfK: quem precisa de uma segunda vida?

A GfK Indicator realizou uma pesquisa que virou case de sucesso quanto ao motivo que leva as pessoas a participarem do mundo virtual produzido peleo Second Life (SL). Os resultados mostraram que os usuários buscam: possibilidade de conhecer pessoas/fazer amizades (58%), ter coisas que não possuem no mundo real (45%), relaxar e desestressar (43%), poder conhecer lugares (40%), ser outra pessoa (38%), diversão (36%), entre outros.

Intitulada de “Quem precisa de uma segunda vida” a GfK também entrevistou durante a realização da pesquisa um antropólogo, um psicólogo e um sociólogo que ajudaram a entender o que representa estar inserido neste ambiente tridimensional. Já para a aplicação do questionário com os participantes do Second Life, o instituto utilizou a tecnologia do software QuestManager, desenvolvido pela Domustec. A pesquisa foi utilizada como paper no 3º Congresso Brasileiro de Pesquisa - Mercado opinião e Mídia de onde saiu vencedora do “Prêmio Alfredo Carmo”.





De acordo com a gerente de TI da GfK Indicator, Simone Moro, a parceria tecnológica de trabalho com o QuestManager via SmartJobs foi importante para que o instituto ganhasse a agilidade necessária para a conclusão do trabalho.

“Nós, como instituto de pesquisa, precisamos estar unidos aos parceiros que são comprometidos e encontramos isso no QuestManager. Ele acaba sendo uma extensão da GfK fazendo a pesquisa acontecer na velocidade que precisamos”, ressaltou Simone.

No recrutamento para a realização da pesquisa foram usadas pessoas que trabalham como promoter no SL. A pesquisa teve duas fases uma qualitativa e uma quantitativa. Na fase qualitativa as pessoas eram convidadas para participar de uma discussão de grupo. Os próprios autores do paper apresentado no congresso, Helena Palla e Leonardo Melo, da GfK, foram os moderadores. Os promoters também foram usados na segunda fase, quantitativa, convidando as pessoas para responder perguntas através do link do software QuestManager disponibilizado através de e-mail.




Outros resultados da pesquisa realizada pela GfK mostraram que marcas reais estão inseridas no Second Life através do patrocínio de festas e eventos no mundo virtual. No entanto, ainda existe um mau aproveitamento do espaço midiático sendo que a interatividade com os personagens é baixa em um local onde há grande potencial para gerar negócios e vínculos.




Saiba Mais
O Second Life é um ambiente virtual e tridimensional que simula em alguns aspectos a vida real e social do ser humano, onde as pessoas se relacionam por meio de um personagem (avatar). Dados apontam que de 2001 a 2006 o SL contava com 1,5 milhão de usuários. Número que chegou a 8 milhões em 2007, com estimativa de 4 usuários para cada 5 pessoas que utilizam internet.

O QuestManager é um software de pesquisas profissionais utilizados por alguns dos maiores institutos de pesquisa do Mundo. Trata-se de uma tecnologia 100% web que permite a criação de questionários profissionais (incluindo com dinâmica de Conjoint) com todas as principais variações e tipos de perguntas, tanto de opções fechadas: seleção únicas, múltiplas, grids e rankings como as abertas descritivas para comentários ou ponderação de valores numéricos. Além da criação de questionários, o sistema ainda permite a aplicação e o gerenciamento de estudos quantitativos por até 6 veículos: e-mail, weblink, CATI/CallCenter, Palm/PDA, Quiosque Eletrônico e papel. Ao final, seu usuário consegue ter acesso a todos os resultados em tempo real para inclusive gerar gráficos para apresentações e análises.

A GfK Indicator foi fundada no Brasil em 1987 e trabalha na geração de conhecimento para apoio ao processo de decisão estratégica de nossos clientes. De origem alemã o Grupo GfK é a quarta maior empresa de pesquisa do mundo. A empresa está presente em mais de 60 países nos cinco continentes, com a capacidade de conduzir estudos locais, regionais ou globais com o mesmo empenho e alta qualidade. No Brasil, contamos com mais de 100 funcionários e estamos entre as cinco maiores empresas de pesquisa do país.



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quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Mais de 66% dos usuários da Internet no Brasil visitaram sites de compras

RESTON, Virgínia, (PRNewswire) - Em julho, mais de 66% dos 25 milhões de pessoas que acessam a Internet em casa ou no trabalho, visitaram websites de compras, como o MercadoLivre (10,1 milhões de visitantes únicos), BuscaPe (4,8 milhões de visitantes) e Submarino (4,6 milhões de visitantes) recebendo o maior número de visitantes. As informações são da Score, Inc. líder na medição do mundo digital sobre uma pesquisa de mercado de compras on-line no Brasil baseado no serviço de medição de audiência on-line com Score World Metrix.

O Shoptime, que tinha menos visitantes que vários de seus concorrentes, viu o maior nível de tempo de visitas entre os primeiros dez sites com uma média de 6,8 minutos por visita. Em comparação, visitantes ao top site MercadoLivre gastaram uma média de 3,8 minutos por visita, mas visitavam o site com maior freqüência (média de 4,7 visitas por visitante) que outros sites.

"Mais consumidores brasileiros estão usando o Internet como um recurso para obter informação sobre produtos, comparar preços, e comprar on-line", disse Alex Banks, Diretor da comScore para a América Latina. "O fato que vários dos sites mais visitados na categoria varejo como MercadoLivre, BuscaPé, Submarino e Americanas, incluem uma funcionalidade de comparação de preços, mostra a importância que os consumidores estão colocando na Internet para ajudar achar o melhor preço".

Os eletrônicos domésticos são a sub-categoria mais popular de compras com mais de 8.5 milhões de visitantes em Julho, quase três vezes mais visitantes do que a próxima subcategoria. Livros ficaram na segunda posição com 3,1 milhões de visitantes, com brinquedos (1,5 milhões de visitantes) e esportes/lazer (1,5 milhões de visitantes) na terceira e quarta posições.

"No Brasil, os sites Submarino e Americanas são as chaves por detrás da popularidade desta sub-categoria," acrescentou Banks. "Levando em conta que os eletrodomésticos são tipicamente itens com um preço maior, é interessante ver que os consumidores.


Veja a pesquisa na íntegra: ComScore World Metrix
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terça-feira, 9 de setembro de 2008

Grupo de Mídia SP promove curso

O Grupo de Mídia São Paulo promove entre os dias 22 e 29 de setembro, o II Curso Básico de Mídia. O programa é voltado a jovens publicitários, estudantes de comunicação e marketing, além de profissionais de veículos e anunciantes e contará com palestras de Ângelo Franzão Neto (Presidente do Grupo de Mídia/ McCann), Ana Guedes (Lowe), Eugênio Neto (Almap), Cláudio Barres (Eugênio) e Igor Pulga (IDID/TBWA).

O conteúdo programático abordará temas como a evolução da atividade de mídia, seu desenvolvimento técnico e sua importância no processo de comunicação.

Também serão apresentados conceitos básicos de mídia como alcance, freqüência media, GRP e custos relativos, além de um painel com a principais características dos meios de comunicação, como e porque programá-los e visões sobre a new mídia, a convergência dos meios e a interatividade da audiência.

Programação

::Dia 22 (segunda-feira)“Uma visão geral” – Angelo Franzão Neto – McCann-Erickson, das 19h às 20h15.“Conceitos Básicos” – Ana Guedes – Lowe, das 20h15 às 22h.

::Dia 23 (terça-feira)“Conceitos Básicos” – Ana Guedes – Lowe, das 19h às 20h.“Instrumental de Pesquisa de Mídia” – Eugenio Neto - Almap, das 20h15 às 22h.

::Dia 24 (quarta-feira)“Instrumental de Pesquisa de Mídia” – Eugenio Neto - Almap, das 19h às 22h.

::Dia 25 (quinta-feira)“A mídia no contexto da comunicação – Aspectos Estratégicos” – Cláudio Barres – Eugênio, das 19h às 22h.

::Dia 29 (segunda-feira) “Mídia interativa tendências” - Igor Pulga – IDID/TBWA, das 19h às 22h

Serviço

II Curso Básico de Mídia
Local: Sede do Grupo de Mídia São Paulo - Av. Dr. Cardoso de Melo, 1340 - 15º andar - Vila Olímpia
Dias: 22, 23, 24, 25 e 29 de setembro de 2008
Horário: das 19h às 22h
Inscrições e informações pelos telefones (11) 3846-1203 ou 3842-5219 ou pelo e-mail anete@gm.org.br.
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sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Portugueses são viciados em TV

Uma pesquisa realizada pela empresa Markest mostrou que 14% dos portugueses com idade entre os 15 e os 64 anos, residentes em Portugal Continental são "loucos" por televisão. Outros dados incluídos no estudo apontam que 50% dos portugueses da mesma faixa etária gostam de publicidade. E, para 30% do universo analisado, a publicidade ajuda a fazer as melhores compras. Estas, entre outras conclusões, constam de um novo estudo que a empresa especializada em pesquisa de mercado e opinião divulgará ainda este mês.
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terça-feira, 2 de setembro de 2008

85% dos candidatos sem resposta

Fonte: Baguete Digital
Uma pesquisa de mercado realizada pela Curriculum.com.br mostra que 85% dos profissionais que participam de processos de seleção não recebem resposta das empresas.

Os participantes do levantamento disseram que o silêncio das empresas causa desmotivação, pois gastam tempo e dinheiro para irem até a companhia, além do que, as respostas esclareceriam a estes candidatos o que falta em seus perfis para torná-los mais competitivos.
“Dar feedback aos candidatos que participaram de um processo seletivo é sinal de profissionalismo e demonstra respeito por quem participou, não importando qual seja a resposta: positiva ou negativa”, afirma o presidente da Curriculum.com.br, Marcelo Abrileri.
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sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Hábitos dos consumidores

Fonte: TI Inside

As operações feitas por mobile payment – como é chamado o serviço de pagamento por meio do celular – devem ser a maior aposta das administradoras de cartões e instituições financeiras nos próximos anos, segundo um estudo da TNS InterScience, empresa de pesquisa de mercado. Apresentada por Felipe Menezes, gerente de negócios da companhia, nesta quinta-feira, 28, no Congresso de Cartões e Crédito ao Consumidor, em São Paulo, a pesquisa mostra que o uso do celular como cartão de crédito no lugar do cartão de plástico é um recurso que vem sendo avaliado pelos entrevistados como uma forma segura de pagamento, uma vez que o cartão não aparece na transação, e por consequência impossibilita a sua identificação por outras pessoas.


O principal objetivo da análise foi avaliar o impacto das novas tecnologias de meios de pagamento, como os cartões contactless (sem contato) e o mobile wallet (carteira de pagamento no celular), para mostrar de que forma elas poderiam contribuir para aumentar a participaçãop dos cartões de crédito em relação ao dinheiro.

A pesquisa foi realizada na cidade de São Paulo, com pessoas de 25 a 55 anos, das classes AA, B e C, que possuem cartão de crédito e que se enquadram na categoria classificada como "future shapers" (consumidores informados e ativos que agem como influenciadores). De acordo com o estudo, os principais limitadores de uso dos cartões de crédito são a associação a gastos de maior valor; a sensação de descontrole financeiro; a falta de praticidade; a necessidade de assinatura e apresentação de documentos, além da segurança (clonagem/saques indevidos) e limitação de aceitação no varejo.

Cartões contactless

Diante dessas barreiras, o estudo detectou que a convergência de novas tecnologias surge como alternativa para a transição do dinheiro para o cartão de plástico. Segundo o levantamento da GTI, realizado pela TNS em 20 países em novembro de 2007, 27% dos usuários de celular têm interesse na utilização de mobile wallet nos próximos 12 meses.

Nos Estados Unidos e Europa, a tecnologia contactless teve adesão expressiva, segundo a pesquisa. Ela permite o pagamento de contas de até US$ 25 com o cartão de crédito e o usuário não precisa entregar o plástico ao vendedor, que se limita a digitar o valor a ser pago e a passar o cartão no aparelho de leitura ótica.

No Brasil, o contacless foi a ferramenta mais bem avaliada pelo público jovem. “Eles acreditam que o sistema pode eliminar o constrangimento de passar um valor menor de crédito”, conta Menezes. Mas por não oferecer nenhuma segurança extra (ao contrário dos cartões com chips), o sistema gera desconforto. Embora o cartão não possa ser clonado, existe a possibilidade de qualquer pessoa, além do usuário, poder utilizá-lo.

Uma das conclusões do estudo é que os usuários de cartões com chip no Brasil tendem a ser mais críticos em relação a itens de segurança que garantam a transação financeira. De modo geral, o estudo revela que, entre o público pesquisado — maduro, jovem e possuidores de cartões com e sem chip — há um elevado índice de entendimento sobre a nova tecnologia.

"O estudo detectou que o grau de confiança na segurança do sistema financeiro é maior do que na telefonia celular, ou seja, observou-se um certo desconforto em relação à essa possível dependência", explica o executivo da TNS InterScience.
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terça-feira, 26 de agosto de 2008

Software de pesquisa de mercado no Prêmio Solução Rio Info 2008

O software gerenciador de pesquisas de mercado QuestManager está concorrendo ao Prêmio Solução Rio Info 2008. A premiação tem a finalidade de identificar soluções criadas por empresas produtoras de software e serviços com cases de sucesso em Convergência e mobilidade, Novos Ambientes Tecnológicos, Soluções web, Avaliação de software, Software Profissional e Modelo de Negócios.

Nesta sexta edição do Encontro Nacional de Tecnologia e Negócios, que vai de 30 de setembro e 02 de outubro de 2008 no Hotel Glória, o QuestManager participa nas categorias “Soluções Web e Software Profissional”.

Durante o evento Rio Info 2008 haverá a realização de palestras e oficinas sendo os cases vencedores utilizados como exemplos de tecnologias emergentes e de oportunidades de negócios nacionais e internacionais para empresas de Tecnologia da Informação.


O Rio Info é o principal evento dedicado à Tecnologia da Informação (TI) realizado anualmente no Estado do Rio de Janeiro e um dos principais do país. Reúne empresários, acadêmicos e profissionais que buscam novas oportunidades de mercado e realizam negócios. É um espaço para apresentação de novas idéias e troca de experiências.

O evento é considerado referência no contexto da Tecnologia da Informação no Brasil, onde especialistas e empresários, nacionais e internacionais, apresentam em seminários e workshops o estado da arte da TI, considerando a sua evolução, perspectivas e demandas específicas.
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quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Prêmio Solução Rio Info 2008

[O software gerenciador de pesquisas de mercado, QuestManager, da DomusTec, empresa especializada em soluções para tecnologia em pesquisas de mercado, está concorrendo ao Prêmio Solução Rio Info 2008. A premiação tem a finalidade de identificar soluções criadas por empresas produtoras de software e serviços com cases de sucesso em Convergência e mobilidade, Novos Ambientes Tecnológicos, Soluções web, Avaliação de software, Software Profissional e Modelo de Negócios.]

[Nesta sexta edição do Encontro Nacional de Tecnologia e Negócios, que vai de 30 de setembro e 02 de outubro de 2008 no Hotel Glória, o QuestManager participa nas categorias “Soluções Web e Software Profissional”.

Durante o evento Rio Info 2008 haverá a realização de palestras e oficinas sendo os cases vencedores utilizados como exemplos de tecnologias emergentes e de oportunidades de negócios nacionais e internacionais para empresas de Tecnologia da Informação.

Rio Info

O Rio Info é o principal evento dedicado à Tecnologia da Informação (TI) realizado anualmente no Estado do Rio de Janeiro e um dos principais do país. Reúne empresários, acadêmicos e profissionais que buscam novas oportunidades de mercado e realizam negócios. É um espaço para apresentação de novas idéias e troca de experiências.


O evento é considerado referência no contexto da Tecnologia da Informação no Brasil, onde especialistas e empresários, nacionais e internacionais, apresentam em seminários e workshops o estado da arte da TI, considerando a sua evolução, perspectivas e demandas específicas.]
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terça-feira, 19 de agosto de 2008

Pesquisa aponta perfil de eventos do mercado

Fonte: Revista Eventos

O setor farmacêutico foi tema de evento realizado recentemente pelo MPI Meeting Professional International que aconteceu, no WTC Hotel, em São Paulo. Adélia Franceschini, diretora da Franceschini Análise de Mercado, mostrou o resultado de uma pesquisa inédita sobre os eventos realizados pelo setor farmacêutico. A pesquisa aponta que 55% dos eventos são focados nas seis especialidades de maior projeção da área médica: ginecologia, cardiologia, pediatria, oncologia, otorrino e psiquiatria.

Segundo a pesquisa, no Brasil são realizados aproximadamente sete mil eventos na área farmacêutica. Para Adélia Franceschini a principal preocupação dos entrevistados é ter bons resultados na operação e organização do evento.

"Nestes sete mil eventos que são realizados anualmente no país, são gastos R$ 320,00 em média para cada um dos 300 mil congressistas; R$ 2.300,00 para cada um dos 32 mil colaboradores; R$ 3.600,00 para os 10 mil propagandistas e R$ 3 640,00 para os mais de 1.000 formadores de opinião. Ao todo são contabilizados dois eventos a cada três dias; onde a principal preocupação dos entrevistados é ter uma boa organização atendendo tanto clientes, como fornecedores", ressaltando que estes números indicam que o setor farmacêutico despende R$ 52 milhões por ano com eventos.

Outra revelação da pesquisa mostrada por Adélia Franceschini foi a de que indústria farmacêutica prefere contratar organizadoras de eventos, 67% para execução dos trabalhos e apenas 33% para o seu planejamento; enquanto realização de serviços, 77% são contratadas para seu planejamento e apenas 8% para determinação do local do evento. Segundo ela, estes dados indicam que “as organizadoras ainda não conquistaram a confiança de seus contratantes”.

A pesquisa também aponta que a grande parte dos locais escolhidos para sediar eventos são hotéis, que ficam com a porcentagem de 40%; espaços para eventos 32%; resorts 27%; centros de convenções 24%; restaurantes 22%, sendo 6% realizados na própria empresa. O número também aponta que o setor farmacêutico dividem-se em: 31% eventos nacionais; 20% eventos regionais e 18% eventos internacionais.

A diretora da Franceschini menciona que a pesquisa serve como oportunidade do mercado farmacêutico relacionar-se e ampliar seu leque de negócios.
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terça-feira, 12 de agosto de 2008

Pesquisa de mercado aponta interesse em atuar no Brasil

Boas expectativas econômicas e um alto valor agregado ao currículo pela realização de um MBA no exterior são os principais motivos que fazem com que brasileiros retorne ao país logo após o término do curso. De acordo com a pesquisa realizada pela GNext Talent Search 61% dos alunos que fazem MBA’s no EUA pretendem retornar ao Brasil após a conclusão do curso. Aliar crescimento e satisfação profissional com realização pessoal faz com que 48% dos entrevistados se interessem em voltar para o Brasil. Já 8% não querem voltar ao país, pois desejam aquisição de cultura além de relatarem questões pessoais.

O levantamento foi realizado por Denise Barreto, diretora da GNext, e pela Consultora Juliana de Lacerda, durante o mês de novembro de 2007. A equipe entrevistou 49 alunos - num universo de 100 - de conceituadas escolas de negócios dos EUA (de acordo com o ranking do Financial Times 2007).

A amostra foi definida de acordo com a disponibilidade dos indivíduos identificados numa pesquisa quantitativa primária. “Tivemos como principal objetivo a observação do perfil do aluno brasileiro que optou por realizar um curso de MBA no exterior”, explica Denise.A executiva conta que a pesquisa apontou características relevantes dos perfis desses jovens profissionais com alto potencial de desenvolvimento.

“Primeiro, por exemplo, podemos citar o fato de que 92% dos entrevistados que responderam à pesquisa estão na faixa etária de 25 a 32 anos e 79% na faixa dos 28 a 32 anos. Ou seja, são ainda bastante jovens, ocupam posições de Analistas ou mesmo de Gerentes ainda juniores, e contam com o MBA com um fator de possível aceleração de carreira”, afirma.“Outro fator importante para análise é que 63% dos pesquisados vieram de escolas de graduação públicas, o que nos leva a concluir que as escolas públicas ainda apresentam formação diferenciada se comparadas com as privadas.

Geralmente, nos processos seletivos dos cursos de MBA do exterior, as escolas públicas têm grande prestígio e, por isso, peso maior na classificação”, avalia.Quando questionados sobre como avaliam o curso de MBA no exterior, 100% dos consultados consideram um MBA no exterior de maior valor para a carreira se comparado com um curso de negócios em instituições nacionais. Entre os motivos, os alunos apontaram a credibilidade desses MBA’s no mercado de trabalho brasileiro e a rede de relações estabelecida durante o curso.

Fonte: Portal dos Administradores
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sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Perfil online da classe C

Fonte: Meio&Mensagem

Uma pesquisa de mercado apresentada pela e-bit durante o primeiro Search Marketing Expo do Brasil, que começou nesta quinta-feira, 7, mostrou o perfil dos consumidores online pertencentes à classe C. Segundo os dados, no primeiro semestre de 2008, entre os consumidores de baixa renda, 53% eram mulheres, 82% possuíam renda familiar de até R$ 3 mil e a idade média era de 35 anos. De acordo com Pedro Guasti, diretor geral da consultoria, os principais motivadores para a efetivação das compras online foram os sites de buscas (23%), promoção por e-mail (10%), recomendação de amigos (9%) e sites de comparação de preços (7%). "Cerca de 30% dos motivadores estão na própria internet, o que aumenta a percepção de que é preciso ter boa presença online para vender", diz o diretor.

Entre outras constatações, a e-bit apontou que 76% das compras foram feitas em benefício próprio, enquanto 18% foram para presentear alguém. Entre os produtos mais vendidos estão: informática, com 13,5%; telefones celulares, com 8,7%; e produtos eletroeletrônicos, com 8,5%. O valor do ticket médio ficou em R$ 252, e o parcelamento das compras também foi observado, uma vez que 22% foram divididas em mais de nove vezes.
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quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Pesquisa aponta que Internet Banking cresceu 20%

Estudo realizado pelo Instituto de Pesquisas Fractal junto às classes A, B e C aponta um aumento do uso de Internet Banking de aproximadamente 20% ao ano, sobretudo no público com renda inferior a R$ 2.500,00, que corresponde a 50% da amostra de 14.540 pessoas ouvidas. De acordo com o levantamento, 90% dos internautas consideram os serviços prestados on-line suficientes para atender suas necessidades e desejos. Quase 50% do contingente utiliza esses serviços de uma ou duas vezes por semana, principalmente para consultas a extratos (76,6%). Em seguida, vêm as consultas a saldos (72,8%) e, depois, o pagamento de contas com fichas de compensação (55%), pagamento de contas de concessionárias (51,2%) e consulta a extrato de pagamento de cartão de crédito (48,8%).

Aplicações via Web
Um total de 15% a 20% dos entrevistados pela Fractal disseram que realizam aplicações financeiras via Internet. Nos empréstimos, cerca de 40% têm o hábito de simular suas transações, porém um porcentual baixo as realiza, de fato, via web.


Ranking de Serviços Utilizados
1º) Consultas de extrato – 76,6%
2º) Consulta de saldos – 72,8%
3º) Pagamento de contas com ficha de compensação – 55%
4º) Pagamento de contas de concessionárias (telefone, água, gás, luz, etc) – 51,2%
5º) Consulta de extrato de pagamento de cartão de crédito – 48,8%

Ranking de Acesso por Renda
Até R$ 800 – 13,4 %
De R$ 800 a R$ 1.500 – 27%
De R1.500 a R$ 3.000 – 27,6%
De 3.000 a R$ 5.000 – 17,4%
De 5.000 a R$ 8.000 – 9%
Acima de 8.000 – 5,6%

Internet Banking Custa Até Dez Vezes Menos
Segundo o estudo do instituto Fractal, cada transação em uma agência bancária custa para o banco, em média, R$ 1,80 a R$ 2,00, levando-se em consideração o tipo de banco e público que ele atende. No Internet Banking, essas mesmas transações chegam a custar 10 vezes menos.
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Pesquisa de mercado aponta grau de pirataria de Softwares

Segundo o 5º. Estudo Anual Global de Pirataria de Software, apresentado pela Business Software Alliance (BSA) em maio deste ano, os prejuízos decorrentes da pirataria de software no Brasil somam a quantia de US$ 1,617 bilhão. A pesquisa foi conduzida pela IDC, empresa de pesquisa de mercado e previsões do setor de tecnologia da informação.

A redução da pirataria de software nos próximos quatro anos no Brasil poderia gerar um mercado de Tecnologia da Informação mais forte, agregando até 2011 11,5 mil novos empregos, US$ 2,9 bilhões em receita para a indústria local e US$ 389 milhões adicionais em impostos.

Os programas da BSA fomentam a inovação em tecnologia por meio de iniciativas de educação e políticas que promovem proteção de direitos autorais, segurança cibernética, comércio internacional e eletrônico.

Os membros da BSA incluem Adobe, Apple, Autodesk, Avid, Bentley Systems, Borland, CA, Cadence Design Systems, Cisco Systems, CNC Software/Mastercam, Dell, EMC, Entrust, HP, IBM, Intel, McAfee, Microsoft, Monotype Imaging, PTC, SAP, SolidWorks, Sybase, Symantec, Synopsys, The MathWorks e UGS.
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sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Luiz Sá Lucas no Conta Corrente Especial

O engenheiro Luiz Sá Lucas, da empresa de pesquisas IDS Market Analysis, foi um dos convidados do programa Conta Corrente Especial sobre "Inovações nas pesquisas de consumo", junto com Letícia Casotti, do Instituto Coppead. O programa foi ao ar neste último final de semana e estará disponível em vídeo no site da GloboNews, a partir de amanhã, dia 02. Ele é o Chairman do 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa de Mercado, Opinião e Mídia, que será realizado em 2010, e colunista do Pesquisador Moderno.
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Agências de Publicidade terão que investir em Pesquisa de Mercado

Uma das propostas debatidas durante o 4º Congresso Brasileiro de Publicidade inclui a tese “Eficácia no Planejamento e Compra de Mídia”, que propõe às agências de publicidade que elas invistam 1% de suas receitas na compra de pesquisa de mídia, também conhecida pesquisa de mercado.

A edição do congresso aconteceu após 30 anos e contou com diversos nomes fortes do mercado entre eles Danton Pastore, Eduardo Fischera, Gilberto Leifert, Daniel Barbará, Efraim Kapulski, João Saad, Ricardo Nabhan, Luiz Lara, Cyd Alvarez e José Roberto Whitaker Penteado, além de participações como a do jornalista Anselmo Góis (O Globo).

Ao final, seu presidente, Dalton Pastore, leu a tese geral enfatizando três pontos: repúdio à censura, ao desgaste das concorrências e aos contratos leoninos. Sua aprovação foi por aclamação, em plenária que contou com a presença de 800 pessoas. (Foto: Divulgação IVCBP)



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quarta-feira, 30 de julho de 2008

Satisfazendo o cliente com pesquisas inteligentes

*Com informações do portal O Gerente e Manalais Comunicação.

A revisão da ISO 9001 deverá ser publicada ainda este ano e, traz soluções práticas para muitas ações incorretas que foram sendo estabelecidas nos últimos anos. Uma delas diz respeito ao requisito de satisfação dos clientes. Segundo artigo publicado pelo portal O Gerente, “acreditando em respostas sofisticadas uma vez que se trata de requisitos normativos, as organizações partiram quase que exclusivamente para a realização da pesquisa de satisfação dos clientes. Criou-se uma estrutura à parte para realizá-las a imagem e semelhança dos institutos de pesquisa de opinião”.


Diante desse processo, a solução adotada de forma mais freqüente foi a elaboração de questionários que enviados aos clientes quase nunca são respondidos. O artigo continua salientando que “uma nota acrescentada ao requisito faz a diferença a partir de agora (...) requerendo que se faça o monitoramento da percepção do cliente para obter informações como dados de qualidade na entrega do produto, reclamações, informações de garantia, relatórios de campo, entre tantos outros”.

Ainda conforme o portal, a palavra de ordem é fazer uso correto e adequado para melhorar o desempenho através da percepção dos contatos do cliente. Esse monitoramento pode fazer com que exista uma resposta adequada ao cliente e, por sua vez, o envio de informações à direção para uma análise crítica efetiva e, obtenção de recursos e projetos necessários.

Cultura

Segundo cita o diretor da Manalais Comunicação, Jemon Brustolin, em seu artigo “A Pesquisa de Mercado Inteligente”, a cultura arraigada dos empresários brasileiros muito acostumados a tomar decisões com base na in­tuição ou na experiência pessoal tem sido um motivo para o baixo investimento de empresas brasileiras em pesquisa de mercado.

“Para se ter uma idéia, os investimentos mundiais em pesquisa de mercado chegam à casa dos US$ 23 bilhões. Desse total, os cinco maiores investidores são, respectivamente, os Estados Unidos, o Reino Uni­do, a França, a Alemanha e o Japão. A grande novidade é o rápido avanço da China no ranking. Por outro lado, no Brasil os investimentos são da ordem de US$ 250 milhões. Quando os com­paramos com os investimentos aplicados em pesquisa na América do Norte (US$ 8,3 bilhões), que equivalem ao tamanho do nosso mercado publicitário”, diz ele no artigo.

Jemon Brustolin ressalta que não basta fazer uma pesquisa, é preciso formatar um pro­jeto com muito cuidado para que o resultado não seja feito de informações superficiais ou irrelevantes para a tomada de decisão. “Por essa razão, é preferível privilegiar outras metodologias como, pes­quisas de observação, entrevistas individuais em profundidade e, principalmente, pesquisas quan­titativas, que são muito mais confiáveis”, lista o artigo.

Casos

O diretor da Manalais dá exemplos de caso de pesquisa de mercado que por ter sido inteligente e bem fundamentado trouxeram ganhos gerais significativos para as empresas Itaú, Ambev, Volkswagen do Brasil. “Não importa se é para um lançamento de um novo produto, um novo edifício ou um novo posto de gasoli­na; as companhias mais inteligentes perceberam que a pesquisa é a melhor forma de detectar os reais desejos e as necessidades dos consumidores”.

No caso do lançamento do veículo Fox pela Volkswagen do Brasil. Com base na pesquisa de marketing a fabricante posicionou o produto junto ao público que buscava carros pequenos com um pouco mais de sofisticação.


“As equipes da Volks trabalharam com diversas pesquisas qualitativas e quantitativas que apontaram para o desenvolvimento de um carro mais focado nos passageiros, valorizando, sobretudo, o espaço interno. O estudo detectou ainda, que a altura dos jovens havia aumentado - o que exigia um teto mais alto; famílias com crianças pediam um porta-malas com mais espaço; mulheres apreciam porta-objetos. Qual o resultado de todo esse trabalho? O Fox já representa 60% do mercado nacional de carros duas portas, e ocupa a segunda colocação em vendas, só perdendo para o Gol, o que comprova a incrível aceitabilidade do produto pelos consumidores”, finalizou.
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Personalização, essencial para pesquisas com a classe A

Fonte: Instituto de Pesquisa Fractal

Essencial para desenvolver estratégias que valorizem as marcas, a pesquisa de mercado é uma das ferramentas mais confiáveis para obtenção de informações representativas sobre determinado público-alvo. Quanto mais alto o poder aquisitivo, mais difícil é o acesso aos entrevistados. Segundo análise promovida pelo Instituto de Pesquisa Fractal, empresa de pesquisa e consultoria de negócios do Brasil, o desenvolvimento de ações direcionadas ao tratamento diferenciado à classe A é o caminho para se obter êxito junto a este público.

Entre as particularidades, Celso Grisi, diretor-presidente do instituto e professor da FEA/USP, destaca a necessidade de uma primeira abordagem via correio, em que são feitas as apresentações e sugestão de um contato telefônico para agendamento da entrevista. A peça a ser enviada pelo correio deve ter esmerada apresentação gráfica e conteúdo seletivo. As respostas devem ser colhidas em um ambiente privado, em que se consiga um alto nível de atenção. Não se deve permitir ninguém por perto e reforçar o tratamento confidencial a ser dado às respostas dos entrevistados. Mantê-los no anonimato é questão crucial para obter respostas confiáveis.

A diferenciação no tratamento se estende, inclusive, aos incentivos oferecidos aos que colaboram com as pesquisas. Brindes são agrados sem relevância para esse tipo de público, por isso a troca, nesses casos, se dá por meio de informações relevantes aos seus negócios ou aos seus interesses pessoais, por exemplo.

Para que haja qualidade nas informações obtidas, o Prof. Grisi também destaca a importância da identificação entre entrevistados e pesquisadores. Isso envolve a maneira de se vestir, o vocabulário utilizado e o conhecimento sobre assuntos de interesse do respondente. “Para que haja confiança e interação no decorrer da pesquisa, o entrevistado deve entender o pesquisador como pertencente ao seu grupo social”, explica o Grisi, que reforça: “No fundo trata-se do que se tem chamado de espelhamento social”.

Segundo o professor, a falta de profissionais qualificados é um dos principais problemas que afetam diretamente a imagem do setor. “Encontrar pessoas capacitadas a desenvolver esse tipo de trabalho com qualidade está ficando uma tarefa cada dia mais difícil”, observa.

Na disputa com seus concorrentes, as empresas de pesquisa passam a oferecer propostas a preços cada vez mais baixos, reduzindo suas margens de lucro e, por essa razão, renunciando aos padrões de qualidade de seus produtos de pesquisa. “É melhor decidir sem nenhuma informação do que com uma informação errada” afirma.

Para o executivo de área de pesquisa, a estratégia para quebrar esse círculo vicioso é aperfeiçoar a qualidade dos produtos e obter ganhos de produtividade. “Com preço não se pode brincar, afinal os clientes contratam esses estudos para obter informações confiáveis que possam alicerçar suas decisões. Um erro, nesse caso, costuma custar caro ao cliente habituado a decidir sobre informações de pesquisa”, sustenta o professor.
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segunda-feira, 28 de julho de 2008

Pesquisa eleitoral na era da mobilidade

*Raphael Guerreiro da Fonseca
(Gerente Geral da LWS e da Luxicom)

Em todo o País começou o “corre-corre” dos partidos políticos para as eleições municipais. Tem político já conhecido tentando se reeleger, outros querem voltar para o poder, novas personalidades também estão aparecendo e ainda aqueles que nunca perderam a esperança de ganhar uma eleição. Para completar o cenário só falta mencionar que as listas de promessas e de propostas continuam extensas e cada vez mais difíceis de cumprir.

Bom, mas deixemos isso de lado e vamos ao tema do artigo. Nessa “corrida” das eleições municipais um fato bem interessante é a pesquisa eleitoral, que é feita atualmente de forma manual pelos inúmeros pesquisadores nas ruas das cidades, ou seja, ainda é anotada em papel e depois as informações são inseridas no computador para serem tabuladas. Fornecidas por empresas especializadas como DataFolha, Ibope e outros, as pesquisas divulgam nos principais municípios da União a classificação acirrada dos candidatos e por meio delas os políticos direcionam suas campanhas e o eleitorado, muitas vezes, escolhe o seu candidato.

Uma alternativa bem bacana, moderna e precisa seria o uso de dispositivos móveis com GPS para a pesquisa. Tomando a cidade de São Paulo, como exemplo, podemos imaginar os pesquisadores em plena Avenida Paulista coletando as intenções de votos com dados de perfil do eleitor e localização exata onde foi feita a pesquisa.

A partir disso, seria interessante que o sistema do PDA estivesse conectado com um portal na Web, no qual em tempo real seriam divulgados os votos dos eleitores que estão no início da Avenida Paulista, por exemplo, e os que estão no final dela. É possível também montar um mapa da cidade apontando onde os candidatos têm mais eleitores.

Enfim, os benefícios seriam enormes, como: ter o perfil do eleitor, gerenciar melhor os pesquisadores através do GPS, o resultado das pesquisas seria divulgado em um tempo bem menor, entre outros. E os candidatos poderiam se valer de mais informações para montarem seus cronogramas de visitas às subprefeituras a partir das pesquisas e o eleitorado também ficaria sabendo com maior precisão e rapidez como está a classificação do seu candidato em cada ponto da cidade. Pensem nisso!

Fonte: Artigo extraido do Baguete Jornalismo Digital/TI.
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Conhecimento de mercado - Pesquisa de Marketing

O livro de Beatriz Santos Sâmara e José Carlos de Barros, Pearson Education (www.pearson.com.br) tem 280 páginas, e preço sugerido de R$ 47,00.

Toda e qualquer decisão tomada por uma organização empresarial deve estar fundamentada por informações colhidas no ambiente externo. O conhecimento do mercado, dos clientes, da concorrência e da legislação é imprescindível para uma ação acertada. O livro enfatiza a importância da pesquisa de mercado na tomada de decisões da administração de marketing. Os autores descrevem ainda os componentes de um sistema de informações e formas para a elaboração das diferentes etapas de um projeto de pesquisa de marketing.
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sexta-feira, 25 de julho de 2008

Pesquisa de mercado mostra melhores e piores em Responsabilidade Social

Fonte: Market Analysis

A Market Analysis, instituto de pesquisa de mercado e opinião pública, apresenta os resultados do levantamento que aponta as dez melhores e piores companhias em Responsabilidade Social atuantes no país. Entre as mais bem avaliadas estão Petrobrás (19,8%), Coca-Cola (4,8%) e Vale do Rio Doce (3,8%). Bradesco, Votorantim, Natura, Fiat, Sadia e Azaléia também compõem este grupo. Os dados fazem parte do Monitor de Responsabilidade Social 2008, estudo realizado anualmente pela empresa no Brasil.

Entre as empresas classificadas negativamente, a Parmalat lidera com 10,6%, seguida pela Souza Cruz (5,8%) e Telemar (5,3%). Mac Donald´s, Telefônica, Petrobrás, Vale do Rio Doce e AE Cedae dividem o 4º lugar (1,9%) do ranking. Para traçar os resultados o instituto ouviu 805 pessoas nas principais capitais brasileiras.Segundo Fabián Echegaray, diretor da Market Analysis, o estudo reforça a preocupação dos brasileiros com o tema e a atenção dada aos fatores que envolvam o ramo de atuação das empresas. Tanto a Petrobrás como a Vale do Rio Doce são citadas nos rankings de melhores e piores.

"Esta duplicidade reflete tanto a aceitação dos investimentos massivos em ações sociais e de marketing, tidos como muito relevantes por alguns consumidores, como também a percepção crítica de outros consumidores sobre a natureza intrinsecamente questionável dos negócios destas empresas, ligados à poluição e deteriorização do meio ambiente", alerta Echegaray.

Outro exemplo que clareia esta percepção é a posição da Parmalat, que atualmente ocupa o topo do ranking das piores empresas em responsabilidade social. A empresa teve sua imagem abalada após a denúncia sobre o uso de soda cáustica no leite fornecido por algumas cooperativas, no segundo semestre de 2007, evidenciando a preocupação e atenção do brasileiro quanto à maneira como são tratados os negócios das empresas.

"A maior atenção da mídia, não apenas na maneira como as empresas distribuem parte dos seus ganhos, mas também como elas geram suas receitas torna o consumidor brasileiro cada vez mais atento e exigente diante do mundo corporativo", aponta Echegaray.

"Ele reage rapidamente às informações que circulam sobre as empresas e - neste sentido - reputação e valor de mercado das empresas podem crescer rapidamente, como cair no abismo com a mesma velocidade", conclui.

Para ver o ranking completo, acesse:http://www.s2.com.br/s2arquivos/477/multimidia/255Multi.pdf.

Monitor de Responsabilidade Social 2008: pesquisa sobre reputação das empresas realizada anualmente pela Market Analysis Brasil. Foram entrevistados 805 adultos (18-69 anos), nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Goiânia e Brasília. As entrevistas foram realizadas em novembro e dezembro de 2007, no domicílio do entrevistado. A margem de erro é de aproximadamente 3,4%.
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terça-feira, 22 de julho de 2008

Sinpeme

O jornal eletrônico da ASBPM traz informações sobre a reunião com 43 empresas, que resultou na fundação do Sindicato Nacional de Empresas de Pesquisa de Mercado (Sinpeme). A primeira diretoria da nova entidade é constituída por Geraldo Magela Belo, Jair Gagliego Bertoncello, Clóvis Rodrigues Júnior, Luiz Carlos de Azevedo e Silva Sobrinho, Francisco José de Toledo, Cláudio Martins Souza e Silva, Mário Rodrigues Filho, José Maria Curralo, Luiz Carlos Yukio Uehara, Eustáquio Antonio Rodrigues, Gustavo Henrique Fleming, Virginia Agnes Rowlands, Márcio Boiajion e, Osmar Amaro da Costa

Nota Oficial
Comunicamos aos senhores empresários do segmento de pesquisas de mercado e opinião, que no dia 23 de junho de 2008, em assembléia geral extraordinária em que compareceram 43 representantes de empresas de pesquisa foi fundado o SINPEME ­ SINDICATO NACIONAL DE EMPRESAS DE PESQUISA DE MERCADO.

Todos os representantes das empresas aprovaram por unanimidade o estatuto e elegeram a sua primeira diretoria assim constituída: Geraldo Magela Belo, Jair Gagliego Bertoncello, Clóvis Rodrigues Júnior, Luiz Carlos de Azevedo e Silva Sobrinho, Francisco José de Toledo, Cláudio Martins Souza e Silva, Mário Rodrigues Filho, José Maria Curralo, Luiz Carlos Yukio Uehara, Eustáquio Antonio Rodrigues, Gustavo Henrique Fleming, Virginia Agnes Rowlands, Márcio Boiajion, Osmar Amaro da Costa.

Informamos que demos entrada junto aos órgãos competentes toda a documentação para que tenhamos aprovada nossa carta sindical até o final deste ano.
A sede do sindicato funcionará na Rua Loefgreen nº 1.560, Bairro Vila Clementino, São Paulo, SP, CEP 04040-002.

São Paulo, 14 de julho de 2008.

Geraldo Magela Belo Presidente
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quinta-feira, 17 de julho de 2008

Novo Marketing e a nova Pesquisa de Mercado

(Fonte: Abep)

Executivos de Pesquisa de Mercado e áreas afins interessados em desenvolver uma linguagem de negócio comum em Marketing e Pesquisa já podem se inscrever no curso NOVO MARKETING E A NOVA PESQUISA DE MERCADO que tem como objetivo analisar e discutir o ambiente de negócios globalizado, que influencia a atividade estratégica das empresas e da área de marketing a participação de pesquisa de mercado como valor agregado. As aulas serão ministradas pela professora Dulce Perdigão.

Outros objetivos
Busca avançar em idéias acionáveis. Impulsionar inovação. Oferecer uma plataforma comum, ampla e aberta para as mentes mais brilhantes no negócio.
Estimular o pensamento estratégico nos processos de geração, seleção, organização e compartilhamento de informações e insights.

Conteúdo Programático
ü Ambiente de Negócios Globalizado
ü Estratégias de Crescimento
ü Ambiente de Marketing
ü Segmentação, Diferenciação e Posicionamento
ü Produto, Preço, Distribuição e Comunicação
ü O novo Marketing e a nova Pesquisa de Mercado
ü Marketing Internacional
ü O Caminho da Inovação
ü Pesquisa & Desenvolvimento (R&D)
ü Pesquisa de Mercado como apoio ao Desenvolvimento de Produto – do conceito à embalagem
ü Geração de Insight
ü Criatividade e Pesquisa de Mercado
ü Desenvolvimento de Comunicação
ü Medição de Audiência
ü Simulação de Potencial de Sucesso no Mercado
ü Sistema de Informações de Marketing (SIM) - Gestão da Informação
ü Monitoramento do Desempenho da Marca e Brand Equity
ü Monitoramento de Tendências
ü Desafios do Marketing e da Pesquisa no Século XXI


Informações Gerais
Carga horária: 24 horas/aula
Local: Sede ABEP - SP - Rua Urussuí, 92 - Itaim Bibi
Data e horário: 28 a 30 de julho de 2008 - Das 9h as 18h30
Professora: Dulce M. Perdigão*

Inscrição
(11) 3078.7744
e-mail katia@abep.org.

*Este curso foi desenvolvido e será ministrado por Dulce M. Perdigão. Dulce é Cientista Política, Econômica e Social, com especialização em Sociologia do Desenvolvimento. Especialista em Consumer Insight, Pesquisa do Futuro e Gestão de Políticas Publicas. Trabalhou para Ford, Research International e Unilever nas áreas de Propaganda, Marketing, Planejamento Estratégico, Pesquisa de Mercado e Consumer Insight, no Brasil e México. Possui Experiência Acadêmica em pós graduação de Pesquisa e Análise de Mercado, CEAPOG, UNIMES/São Caetano do Sul, cursos sobre Mídia e Pesquisa de Mercado no Brasil, Colômbia, Venezuela, México, América Central e República Dominicana. Além disso, atualmente é sócia da Test of the Future, consultoria em Tecnologia e Inteligência Empresarial.
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Pesquisa de Remuneração e Benefícios - ABEP 2008

A ABEP finalizou a tão aguardada Pesquisa de Remuneração e Benefícios - ABEP 2008. Através dela as empresas podem obter informações completas sobre a mais atual pesquisa de mercado sobre salários e benefícios por cargos, horários de jornada, comparações com o mercado entre outras informações. Uma excelente ferramenta para o planejamento estratégico das empresas que pretendem ampliar equipes. O acesso às informações é exclusivo às empresas participantes. www.abep.org.

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