quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

CLASSES C E D SÃO MAIS VULNERÁVEIS A DEPRESSÃO

Pesquisa realizada na cidade de São Paulo pelo Instituto IBOPE apontou maior incidência da depressão nas classes C e D.
A ABRATA (Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos) encomendou ao IBOPE uma pesquisa quantitativa e qualitativa na cidade de São Paulo, que verificou o índice de depressão nos paulistanos. O resultado apontou que a população das classes C e D apresentam uma maior incidência da doença em suas vidas.

Foram contatados 793 homens e mulheres, com mais de 18 anos, das mais variadas classes sociais. Para avaliar o índice de depressão nas pessoas entrevistadas, foi utilizado um questionário com nove perguntas, sendo que as duas primeiras serviriam como filtros para identificação das pessoas com incidências de sintomas da depressão. O questionário foi validado pela classe médica para utilização em leigos sobre sintomas depressivos.
Os critérios de seleção para medir a incidência de pessoas com depressão foram feitos através de cotas de sexo, idade e classe social de acordo com a população da cidade de São Paulo. Os 793 contatos resultaram em 174 entrevistas finais, com pessoas que responderam positivamente às duas questões filtro: a pergunta n°1 (Nas duas últimas semanas, sentiu-se triste, desanimado (a), deprimido (a), durante a maior parte do dia, quase todos os dias?) e a pergunta n°2 (Nas duas últimas semanas, teve, quase todo tempo, o sentimento de não ter mais gosto por nada, de ter perdido o interesse e o prazer pelas coisas que lhe agradam habitualmente).
Em se tratando de classe social, notou-se uma incidência maior de sintomas depressivos no publico das classes C e D, com 25% de pessoas apresentando sintomas da depressão, contra 15% de representantes das classes A e B acometidos pelos mesmos sintomas. "Este resultado era esperado, uma vez que problemas financeiros e dificuldades encontradas em morar em uma cidade como São Paulo podem contribuir para uma maior incidência nas classes sociais mais baixas", afirma o psiquiatra e coordenador científico da ABRATA, Dr. Rodrigo Silva.
Sintomas
Os indivíduos das classes C/D que apresentaram indícios da depressão, relataram diversas mudanças físicas e psicológicas, que podem ser consideradas como sintomas da doença. Dos 25% que apresentaram os sintomas da depressão, 44% afirmaram passarem por situações de diminuição do apetite, 76% afirmaram ter problemas relacionados com o sono, como agitação e insônia. Mais de 80% dos indivíduos das classes C e D atestaram se sentirem cansados e sem energia durante dia e por fim, 58% afirmaram ter tido, por diversas vezes, pensamentos ruins como suicídio.
Além disso, reparou-se que os jovens entre 18 a 29 anos são os que mais sofrem da doença, uma vez que a vida ainda não está estabilizada e existe a dificuldade de arrumar emprego, o que gera uma incerteza sobre o futuro.
Fonte: SEGS
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segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Independente da nação, consumidores se preocupam com os gastos de Natal

Como telefones celulares estão se tornando as principais opções de presente de Natal, a LG lançou uma pesquisa para descobrir o que as pessoas desejam com a chegada das festas de fim de ano, com um total de 15.743 participantes na Ásia, na Inglaterra, na Austrália e no Brasil. Perguntas variadas foram feitas na pesquisa online e abordaram assuntos como celebridade preferida, música e o lugar onde preferia passar as festas de fim de ano.
Quando o questionário abordou sobre a economia global, ficou muito evidente quando a pergunta foi o que é mais estressante no período das festas. A principal resposta de todos os participantes, e o maior problema, foi a falta de dinheiro para gastar. Entretanto, as pressões financeiras não estão impedindo as pessoas em Hong Kong e na Austrália de ir às compras, já que elas disseram que gastarão mais de $500. Já na Inglaterra, Cingapura e no Brasil pretendem gastar de $100 a $300, enquanto os malásios disseram que gastarão $50 a $100.Em todos os países, exceto Inglaterra e Brasil, torpedos continuam sendo o meio de escolha para desejar aos amigos boas festas, opção essa que ficou na frente de cartões, telefonemas e mensagens de multimídia.
Os brasileiros, por outro lado, preferem ligar para desejar boas festas, enquanto os ingleses ainda gostam de enviar cartões de Natal.Quanto aos presentes que gostariam de ganhar, os participantes na Inglaterra, Malásia, Cingapura e em Hong Kong optariam por um pacote de férias, enquanto os australianos e brasileiros prefeririam ganhar o mais recente aparelho eletrônico.

Fonte: Portal Administradores_
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quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Planejamento de Pesquisa Quantitativa

A Pesquisa de Mercado é um instrumento fundamental para o marketing das empresas e das instituições em geral. O valor e a relevância das informações obtidas a partir dela dependem da qualidade dos processos, dentro das normas éticas e metodológicas adequadas a cada tipo de pesquisa. Dentro deste contexto, assume importância primordial a qualidade da execução de uma pesquisa. E não é possível garantir uma pesquisa de qualidade sem um planejamento à altura. É nesse ponto que trabalha o curso, que tem como objetivo abordar as várias etapas do Planejamento da Pesquisa Quantitativa, desde a formalização de uma proposta até o detalhamento da execução.

Público-Alvo
Profissionais de pesquisa, marketing e áreas afins, que tenham interesse em adquirir as habilidades necessárias para realizar um planejamento de qualidade nas pesquisas quantitativas. Ao final do curso, o participante estará apto a, segundo informações da Abep, a contextualizar a pesquisa de mercado no ambiente de marketing, identificar os momentos da aplicação da pesquisa quantitativa, entender os processos envolvidos na pesquisa quantitativa, participar de forma mais segura do planejamento da proposta, detalhar as várias etapas de execução da pesquisa quantitativa.

Conteúdo Programático
O curso foi dividido em três módulos, ministrando-se um módulo em cada um dos três dias, cada módulo com 8 horas de duração média. Estes três módulos cobrem noções teóricas fundamentais e questões metodológicas indispensáveis para ingressar em questões de aplicação prática no âmbito do planejamento da pesquisa quantitativa, conforme explicitado nos tópicos abaixo:

Corpo Docente
Professor: Julio Cesar Gibrail Tannus
Desenvolvimento: Julio Cesar Gibrail Tannus
Coordenação: Maximiliano Herlinger

***
Julio Cesar Gibrail Tannus
Graduado em Engenharia pela PUCSP, iniciou sua atividade em pesquisa de mercado no ano de 1976. Desde então tem participado amplamente dos processos da pesquisa de mercado tanto como consultor como fornecedor. Ex-professor na Faculdade de Engenharia da PUCSP e no MBA de Administração Automotiva da Fundação de Ciências Aplicadas. Foi palestrante convidado na FGV/SP, UERJ e ECA/USP. Participou de vários congressos e seminários, no Brasil e no exterior, através da apresentação de trabalhos voltados para a área de pesquisa.

Inscrição e data de realização
Data: 25 a 27 de Setembro de 2008
Horário: Das 9:00 às 18:30
Carga horária: 24 horas
Local: São Paulo
Inscrições: katia@abep.org ou pelo telefone (11) 3078-7744, com Kátia ou Lucinéia ____________________________________________________________________
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terça-feira, 26 de agosto de 2008

Guilherme Caldas fala sobre as abrangências das pesquisas

A Associação Brasileira de Anunciantes (ABA-Rio) realizou ontem, 25, o curso de Pesquisa Qualitativa com Guilherme Caldas, gerente de inteligência de marketing para América do Sul, Central e Caribe da Michelin. Além de mostrar a abrangência da pesquisa qualitativa e suas principais aplicações, o executivo ensinou a planejar a pesquisa, discernir sobre a escolha de institutos de pesquisa e maneiras de utilizá-la como ferramenta no processo de decisão. Guilherme Caldas também é colunista do Pesquisador Moderno.
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terça-feira, 12 de agosto de 2008

Pesquisa de opinião: rir é o melhor remédio.

Rir é o melhor remédio, certo? Certo. E além de ser o melhor remédio para a vida, é também uma boa tática para arrumar e se manter no emprego. Uma pesquisa de opinião realizada nos Estados Unidos mostrou que 98% dos presidentes de grandes empresas preferem, na hora da contratação, um candidato com senso de humor a um outro que demonstre menos simpatia. O levantamento contou com 737 diretores, e destacou ainda que locais de trabalho divertidos influenciam positivamente nos lucros.

Uma outra pesquisa quantativa bem-humorada verificou que, entre mil trabalhadores, aqueles que riem mais permanecem mais tempo no emprego. O bom humor vale também para os chefes: os mais simpáticos têm a capacidade de fazer com que um grande talento se mantenha na equipe.

Grandes líderes bem-humorados fazem do escritório um ambiente mais leve. A Google, por exemplo, uma das maiores empresas do mundo, organiza campeonatos de hóquei sobre patins no estacionamento duas vezes por semana. Como se não bastasse, ainda promove um campeonato de Palavras Cruzadas ao longo do dia e tem um piano no refeitório.

O ato de rir não só garante prosperidade na carreira como também uma boa saúde. De acordo com um estudo da Universidade de Maryland, o estresse reduz o fluxo sanguíneo, enquanto que o humor o eleva em 22%. Resultado: menos chance de ter um ataque cardíaco.

*Com informações do Portal do Administrador.
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