Quarta-feira, 27 de Maio de 2009

FGV: há 60 milhões de computadores em uso no País


O Brasil atingiu 60 milhões de computadores em uso em maio deste ano, tanto no mercado corporativo quanto doméstico, de acordo com a 20ª Pesquisa Anual da Fundação Getúlio Vargas (FGV), realizada pelo Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (Eaesp). Um ano atrás, a base ativa instalada era de 50 milhões de computadores. A FGV mantém a previsão de que o número de computadores em uso no País deve chegar a 100 milhões ao longo de 2012, o que representará uma média de um computador para cada dois habitantes. Hoje essa média é de um computador para cada três habitantes.

O professor titular da FGV-Eaesp, Fernando S. Meirelles, explica que a 20ª edição da pesquisa foi realizada com 5 mil empresas de grande e médio porte e teve 2 mil respostas válidas. Meirelles destaca que as companhias brasileiras gastam cerca de 6% da receita líquida com Tecnologia da Informação (TI), o dobro em relação há 12 anos. "Isso mostra um crescimento de 8% ao ano dos gastos das empresas com TI no Brasil", afirma.
E quanto aos efeitos da crise sobre as vendas de equipamentos de informática Meirelles foi categórico: "O setor de TI não vai encolher no Brasil, embora alguns indicadores macroeconômicos tenham sido afetados nos últimos meses. Fabricante de computador ainda não tem do que reclamar". As empresas brasileiras gastam em média US$ 10,2 mil por ano por teclado, montante estável em dólar sobre o ano passado, porém 7% menor em reais, para R$ 18,8 mil.
Sistema operacional
Quanto ao tipo do sistema operacional instalado, 97% das estações de trabalho têm Windows, mesmo índice em relação ao ano anterior, enquanto nos equipamentos do tipo servidor o porcentual da plataforma Microsoft é de 66%, ante 65% na edição anterior da pesquisa. A participação atual do sistema operacional de código aberto Linux é de 19%, um ponto porcentual acima, na mesma base de comparação.

Fonte: O Estadão.____________________________________________________________________
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Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

Número de pobres caiu no Brasil apesar de crise, diz Ipea

Apesar da atual crise econômica global, cerca de 316 mil brasileiros saíram da linha da pobreza entre outubro do ano passado e março deste ano, segundo estudo divulgado nesta terça-feira pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo a pesquisa, nesses seis meses, 315.921 brasileiros deixaram a condição de pobreza nas seis maiores regiões metropolitanas do país -São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e Salvador.

Pelos critérios do Ipea, órgão ligado à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, está abaixo da linha da pobreza quem tem rendimento domiciliar per capita menor que meio salário mínimo. Segundo o Ipea, a taxa de pobreza nessas seis regiões em março deste ano ficou em 30,7 por cento, 1,7 por cento menor que a registrada em março do ano passado, o que representa uma redução de 670 mil pessoas na condição de pobreza. "Pela primeira vez na história do país, o pobre não está pagando a conta numa crise", disse o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, que participou da divulgação do estudo.

Para o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, a redução da pobreza durante a atual crise se deve à adoção de políticas anticíclicas pelo governo. Como exemplos, ele citou a ampliação de programas de transferência de renda e o reajuste neste ano de 12 por cento no salário mínimo, referência para a maior parte dos benefícios concedidos pela Previdência Social. "De 1980 para cá essa é a primeira vez que estamos enfrentado a crise com políticas keynesianas", disse Pochmann a jornalistas. "Nas crises anteriores em vez de se ter políticas anticíclicas, nós aumentávamos os juros, reduzíamos os gastos, reduzíamos os investimentos e o salário mínimo não crescia", acrescentou ao ressaltar que 35 por cento da população brasileira tem renda garantida independente do mercado de trabalho.

De acordo com o levantamento de outros períodos de crise, o contingente de pobres aumentava substancialmente no país. Entre 1998 e 1999, por exemplo, o número de pobres avançou no Brasil em 1,9 milhão. De 1982 a 1983 a estimativa do Ipea é que a quantidade de pobres expandiu-se em 7,7 milhões nas seis maiores regiões metropolitanas e, na crise de 1989 e 1990, o número de pobres teve incremento de 3,8 milhões de pessoas.

Fonte: O Globo.______________________________________________________________
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Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

Penetração dos netbooks chega a 20% do mercado de computadores portáteis

Dados preliminares da consultoria DisplaySearch referentes ao primeiro trimestre deste ano mostram que a fatia dos netbooks no mercado mundial de computadores portáteis já chegou a 20%.No período, foram comercializadas quase 6 milhões de unidades. A Acer, que tem 30,5% de participação nessa área, vendeu duas vezes mais ultraportáteis do que a Asus, segunda colocada: 1,8 milhão contra 900 mil.

Nas regiões de Europa, Oriente Médio e África (EMEA) e América Latina, a taxa de penetração foi maior, ao contrário de China, Japão e América do Norte. “É evidente que, no momento, os mininotes têm um papel vital no mercado de PCs. Sem o volume adicional desses produtos, a indústria de notebooks teria caído 19% na comparação ano a ano, mas declinou apenas 3%”, afirmou John F. Jacobs, diretor de pesquisa de mercado para a área de notebooks da consultoria.
Entre os primeiros trimestres de 2008 e 2009, o salto dos ultraportáteis foi de 556% em termos de unidades comercializadas.

Considerando o mercado de portáteis como um todo, os números da DisplaySearch mostram que a Acer passou a Dell para assumir o segundo lugar no ranking, conquistando 18,8% do mercado.
A HP segue como principal fabricante e vendeu 7,3 milhões de notebooks e netbooks no período.
Fonte: IDG Now!____________________________________________________________________
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Terça-feira, 12 de Maio de 2009

Pesquisa confirma: Marketing ganha importância estratégica

A importância do Marketing para as empresas brasileiras está crescendo e o profissional está sendo mais valorizado nos últimos três anos. Esta é a opinião de 73% dos profissionais de Marketing do Brasil que participaram de um estudo feito pela ABMN (Associação Brasileira de Marketing e Negócios) em parceria com o Ibope Inteligência para avaliar o Marketing no Brasil. A pesquisa teve como base um estudo sobre organizações de Marketing nos Estado Unidos feito pela ANA (Association of National Advertisers) e pela Booz Allen & Hamilton.

Na visão do profissional de Marketing americano, os departamentos de Marketing de empresas daquele país não estão integrados ao foco principal das empresas. Diferente do Brasil, onde 83% dos entrevistados acreditam que o Marketing está mais próximo dos objetivos da companhia. No Brasil, o profissional de Marketing vem ganhando e mostrando valor e a estrutura dos departamentos nas empresas nacionais hoje estão divididos em três modelos: centralizado, segmentado e generalizado. Mas isto não quer dizer que uma empresa siga apenas um dos modelos em sua estrutura de Marketing.

Os profissionais de Marketing também demonstram características diferenciadas com relação ao seu perfil dentro da empresa. Precursores, disseminadores ou viabilizadores, estes profissionais hoje estão envolvidos tanto nas estratégias junto aos diretores quanto em análises táticas como gerenciamento de campanhas ou no contato direto com agências de publicidade e de Marketing.

Perfis diferentes de Marketing
O estudo da ABMN e do Ibope mostra um novo cenário nas empresas brasileiras. Nelas, o profissional de Marketing apresenta características variadas de acordo com o projeto desenvolvido. O Marketing Centralizado é baseado em um gestor que coordena todo o departamento. Grande ou pequena, a empresa que tem um profissional de Marketing com este perfil procura a coerência nas ações da empresa. “Pode ser o vice-presidente ou o diretor, desde que uma pessoa responda pelo departamento de Marketing. Este desenho é comum em grandes ou pequenas empresas e o objetivo é não deixar que cada setor trabalhe de forma diferente”, diz Vera Ligia Toledo, diretora de planejamento e atendimento do Ibope Inteligência em entrevista ao Mundo do Marketing. Outra característica percebida no estudo é o Marketing segmentado, que se organiza em diferentes diretorias, mas cada uma com sua responsabilidade específica. Segundo Vera, as empresas possuem diretores de Marketing para produto, planejamento estratégico, serviços, entre outros. “Cada um tem que cumprir com suas ações independente do setor”, aponta.

O Marketing Generalizado é encontrado principalmente em empresas do ramo de bens de consumo já que é preciso ter atividades de Marketing em diversos departamentos. “Nestas empresas é comum ter uma equipe de Marketing em cada área. Em empresas que possuem diversas marcas também é comum ter o Marketing Generalizado. Funciona como o coração que bombeia sangue para todo o corpo”, diz a executiva do Ibope.

Marketing X publicidade
Mais do que ganhar importância nas empresas do Brasil nos últimos anos, o Marketing nacional não fica devendo nada ao que é praticado em países de primeiro mundo, segundo o presidente da ABMN, Dudu Godoy (foto). “O Marketing feito no Brasil já pode ser comparado ao dos EUA. A porcentagem de profissionais que entende que o Marketing faz parte da estratégia da empresa é igual nos dois países. O Marketing não está mais relacionado à tática da publicidade, mas sim com a estratégia” conta ao site.

No estudo, 32% dos entrevistados ocupam cargo de diretorias, 26% são gerentes e 10% são presidentes de empresas. Com média de 43 anos de idade, 69% são homens e 31% mulheres. Na visão de 62% dos profissionais pesquisados, o Marketing é responsável pela inovação de produtos e desenvolvimento de novos negócios. Mas, de acordo com Dudu Godoy, no Brasil, a publicidade é muito forte e as empresas normalmente colocam o Marketing como responsável pela tática publicitária e não pela estratégia. “Quando as empresas querem uma estratégia bem feita, o Marketing não consegue entregar porque está acostumado a ser tático”, afirma Godoy.

O discurso de Godoy é endossado por Vera, do Ibope. “O Marketing está sendo ensinado de maneira mais tática do que estratégica. O futuro profissional vê o Marketing com glamour e se resume a fazer comerciais, aprovar peças publicitárias, entre outros. Esse é o Marketing tático do dia-a-dia e não é a função principal do profissional”, ressalta Vera Ligia. Com projetos para realizar eventos voltados aos futuros profissionais de Marketing, Vera acredita que os currículos das faculdades de Marketing não estão atualizados suficientemente para formar profissionais com funções mais estratégicas.

Perfil do profissional
Definidos na pesquisa como precursores, disseminadores e viabilizadores, os profissionais de Marketing brasileiros apresentam características diferentes de acordo com a empresa e sua área de atuação. Os precursores são os profissionais que executam atividades estratégicas, investimentos, inovações e correspondem à maioria (36%) dos entrevistados.

Os disseminadores (35%) são profissionais de gerência que coordenam a prática do Marketing em outras unidades. A minoria dos profissionais pesquisados pertence ao perfil de viabilizadores (29%), que corresponde ao profissional que desenvolve ações táticas e mantém contato direto com agências.

O estudo da ABMN e do Ibope revela que as ações e decisões tomadas pelo departamento de Marketing estão ligadas de alguma forma ao faturamento e à direção estratégica das empresas. De acordo com os perfis definidos na pesquisa, 79% dos precursores acreditam em um grande impacto das ações de Marketing nas decisões e no faturamento das empresas, contra 52% dos disseminadores e 43% dos viabilizadores com a mesma opinião.

Raio X do Marketing
De acordo com Dudu Godoy, o Marketing ganhou importância nos últimos três anos principalmente por causa do aprendizado do brasileiro em lidar com um mundo globalizado. “Houve uma maturidade da profissão de Marketing no Brasil e hoje somo atores e não coadjuvantes. Não dependemos mais tanto dos EUA e da Europa como há doze anos. É notório o amadurecimento da profissão no país”, diz o presidente da ABMN.

O executivo não acredita que o reconhecimento da profissão de Marketing no Brasil seja tardio. “Acho que acompanhou o desenvolvimento do país e a inserção do Brasil no mercado mundial. Estamos aprendendo na prática porque na sala de aula o Marketing é muito fraco no Brasil. Precisamos primeiro estabelecer o profissionalismo para obter melhores condições de aplicar o Marketing”, acredita Godoy.

Apesar da maturidade que vem ganhando no Brasil, a área de Marketing perdeu o glamour que tinha no passado. Antes, o profissional de Marketing era o dono do produto, da marca. Ele mandava no jeito como ela seria apresentada, na comunicação da marca. “Hoje este profissional se vê como o cérebro da empresa já que o Marketing ganhou mais atribuições e deu conta do recado”, conta Vera Ligia. “No cenário atual, o Marketing deixou de ser romântico e passou a ser mais cérebro e eficaz”, completa a diretora de planejamento e atendimento do Ibope Inteligência.

Fonte: Mundo do Marketing

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Sexta-feira, 8 de Maio de 2009

Mais de 70% dos ex-alunos da rede federal de ensino trabalham, mas ganham baixo salário

Uma pesquisa do Ministério da Educação (MEC) mostra que, 72% do total de alunos de nível médio que entre 2003 e 2007 estudaram em escolas técnicas federais estão empregados. Desses, 65% trabalham em sua área de formação. O estudo revelou também, que 75% trabalha mais de 40 horas semanais e com baixa remuneração: 57% dos entrevistados ganham até três salários mínimos (R$ 1.395). A diferença entre os gêneros também fica evidente: 74% dos homens estão empregados contra 66% das mulheres. O estudo foi realizado junto a 2.657 ex-alunos de 130 instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.

Dos estudantes egressos da Rede Federal, público alvo da pesquisa, 84% cursaram o ensino médio em escola pública e 68% cursaram o ensino fundamental em instituições públicas.
A continuidade dos estudos e a adequação da formação profissional recebida também foram tema da pesquisa nacional de egressos dos cursos técnicos da rede federal de educação profissional e tecnológica. O percentual dos que qualificaram a formação recebida como boa e ótima foi de 90%.


- Os resultados da pesquisa comprovam o grau de excelência da rede federal de educação profissional e tecnológica. Essa mesma rede, que se destaca nos exames oficiais de avaliação (Enem e Enade), agora demonstra a empregabilidade e inserção dos seus alunos em suas respectivas regiões de formação e a valorização profissional -afirma Eliezer Pacheco, secretário de educação profissional do MEC.

Fonte: O Globo.____________________________________________________________________
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Quarta-feira, 6 de Maio de 2009

GfK: Coca-cola, Nestle, Avon e Colgate são as marcas mais fortes no Brasil


A Coca-cola é a marca mais conhecida no Brasil (98,7%), seguida de Nestlé (96,3%), Avon (96%) e Colgate (95,6%), tecnicamente empatadas na segunda posição e do McDonald’s (94,7%), em terceiro. A empresa de refrigerante é ainda apontada como a mais querida (77,2%), acompanhada por Nestlé (65,7%) e Avon (55,9%). Entretanto, quando o assunto é uso, os consumidores apontam a Coca-cola (73,7%), Nestlé (62%) e Colgate (60,5%) como as principais marcas, a Avon (56,4%) é a quarta colocada. Outra questão interessante é que os brasileiros frequentemente reforçam para outras pessoas a qualidade da Coca-cola (52,1%), Avon (40,4%) e Nestlé (39,3%).
Fora do País, mesmo com algumas convergências, um número maior de marcas tem destaque. As mais populares são a Coca-cola (92,8%) e McDonald's (87,3%). Porém, os consumidores globais afirmam realmente gostar da Nokia (44,3%), Coca-cola (44,1%) e Colgate (39,3%). As marcas mais utilizadas mundialmente são a Colgate (52,5%), Coca-cola (48,2%) e Google (43,6%), ao passo que as mais elogiadas são a Nokia (29,8%), Coca-cola (22,1%), Google (21,1%) e Colgate (21%).

Estas informações são dados coletados em 25 países pela GfK, uma das quatro maiores empresas de pesquisa do Brasil e do mundo, que fez entrevistas pessoais com quase 32 mil consumidores, maiores de 13 anos, os estimulando com o nome de 40 marcas diferentes. Aqueles entrevistados que afirmavam conhecer uma marca também classificavam a sua relação com ela por meio de outros três quesitos: uso, afeição e recomendação.

As diferenças entre o ranking de conhecimento global e nacional demonstraram que o brasileiro tende a avaliar as marcas estimuladas com maior intensidade. A comparação também destaca a força da Avon no Brasil que está entre as primeiras nos critérios avaliados.

No País, as quatro marcas que mais se destacam, dentre as avaliadas no estudo, são a Coca-cola, Nestle, Avon e Colgate. Esta força aparece no conhecimento, uso, afeição e recomendação. Globalmente, a Coca-cola se mantém entre as duas mais fortes e Nokia aparece como uma das marcas mais queridas e recomendas.

Com relação ao mundo virtual, Google e, principalmente MSN, aparecem como marcas mais conhecidas no Brasil que mundialmente, entretanto Google é uma marca forte quando avaliados resultados globais de uso, afeição e recomendação.

Perfil da GfK - Criado há mais de 70 anos na Alemanha, o Grupo GfK é a 4ª maior empresa de pesquisa de mercado do mundo. Com 115 subsidiárias, está presente em mais de 100 países nos cinco continentes, gerando mais de 10 mil empregos diretos. No Brasil é a 4ª maior empresa de pesquisa, com 22 anos de atuação no mercado.

Principal escritório do grupo na America Latina, a GfK Brasil auxilia o processo de decisão de clientes de diversos segmentos (Bens de Consumo e Duráveis, Automotivo, Healthcare, Financeiro, Telecomunicações, Varejo, entre outros), fornecendo informações estratégicas para as mais variadas questões de negócios, como: inovação e desenvolvimento de produtos, posicionamento de marca e avaliação de campanhas, satisfação e lealdade de clientes, avaliação de qualidade de atendimento, cenário competitivo no ponto de venda, clínicas de automóveis, através de metodologias qualitativas e quantitativas.

Entre seus clientes estão, Unilever, L`Oreal, Schincariol, Coca-Cola, Pernod Ricard, Nestlé, Johnson&Johnson, Avon, Nívea, Colgate, Kraft, Vivo, Motorola, Nissan, Banco Santander, Banco Real, Bradesco, Unibanco, Credicard-Citi, Roche, Glaxo, Boheringer, Whirlpool (Brastemp), GM, HSBC, Leroy Merlin, Editora Abril, Volkswagen.
Fonte: Portal Fator Brasil.
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Segunda-feira, 4 de Maio de 2009

Ayrton Senna ainda é o esportista favorito entre jovens brasileiros de 15 a 19 anos

Mesmo depois de exatos 15 anos de sua morte, no GP de San Marino, a 1 de maio de 1994, quando corria pela Williams, o tricampeão de Fórmula-1 Ayrton Senna continua como o maior ídolo do esporte brasileiro. Curiosamente, a popularidade não é grande apenas entre os que vibraram com as vitórias dele durante as manhãs de domingo. De acordo com pesquisa do Ibope/Troiano, Senna (que teria 49 anos se estivesse vivo) é o esportista preferido dos jovens entre 15 e 19 anos - que praticamente não puderam acompanhar sua trajetória.

No total, foram ouvidos 390 adolescentes, que puderam escolher até cinco nomes de atletas brasileiros. Entre os rapazes, Senna ficou em primeiro lugar, com 31%, seguido por Felipe Massa e Kaká, ambos com 27%. Já entre as moças, o ex-piloto teve 26%, Kaká foi o segundo colocado, com 15%, e Bernardinho, o terceiro, com 9%. O atacante Ronaldo recebeu 12% e 8%, respectivamente, de rapazes e moças.

- A pesquisa foi feita pela internet, que consideramos o ambiente deles, por meio de questionário, sem pressão e no tempo dos jovens -, disse Cecília Russo, diretora da Troiano, empresa do Ibope.
Uma das principais manias dos jovens, o site de relacionamento Orkut também serve como termômetro do carinho dos brasileiros por Senna. A página na internet tem 964 comunidades que remetem, de alguma maneira, ao falecido piloto.
Fonte: O Globo.____________________________________________________________________
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