Terça-feira, 31 de Março de 2009

CNT/Sensus: Serra consolida liderança em pesquisa de intenção de voto para 2010 e Dilma cresce


A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, preferida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à sucessão em 2010, apresentou crescimento nas intenções de votos em todos os cenários, segundo pesquisa realizada em março pelo Instituto Sensus, sob encomenda da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), divulgada nesta segunda-feira. Dilma, pela primeira vez supera o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), em um provável segundo turno. Mas ela continua distante do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), apontado como o favorito dos eleitores.

Há uma estabilidade do Serra e um acréscimo da Dilma que vai se colocando paulatinamente (do ano passado para cá) - disse o pesquisador Ricardo Guedes, do Instituto Sensus.
A pesquisa quis saber ainda qual a possível influência do presidente Lula nas próximas eleições presidenciais: 21,5% disseram que votariam em um candidato apoiado por Lula. Em dezembro de 2008, 15,6% votariam no candidato apoiado por Lula.

Na avaliação de Guedes, população começa reconhecer que Dilma é a candidata apoiada por Lula, por isso o crescimento nas pesquisas. Além disso, a população também começa a tomar partido com aproximação da eleição e aumenta a capacidade de transferência de votos do presidente. A pesquisa foi realizada de 23 a 27 de março, em 136 municípios nas cinco regiões brasileiras e foram ouvidas 2 mil pessoas. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Serra na frente em todos os cenários
Em um primeiro cenário, com Serra e Dilma entre os candidatos, o governador de São Paulo lidera com 45,7% das intenções de voto (ante os 42,8% de janeiro) contra os 16,3% da ministra Dilma, que tinha 13,5% na última pesquisa. A vereadora de Maceió Heloísa Helena (PSOL) aparece em terceiro, oscilando de 11,2% para 11%. No total de entrevistados, 27% declararam não ter candidato; este percentual era de 32,6% em janeiro.

A segunda simulação tem como candidato do PSDB o governador Aécio Neves. O tucano caiu de 23,3%, em janeiro, para 22%; Dilma subiu para 19,9% (ante 16,4% em janeiro); e Heloísa Helena caiu de 18,2% para 17,4%. O percentual de eleitores sem candidato caiu de 42,2% em janeiro, para 40,8%. Uma terceira lista, com o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE), mostra Serra liderando a preferência de voto com 43,1% (ante 41,9% em janeiro); Ciro subiu de 10,6% para 14,9%; e Heloísa Helena caiu de 13,8% para 12,8%; neste cenário, 29,4% dos eleitores afirmam não ter candidato (ante 33,8% em janeiro).

O último cenário de primeiro turno mostra Aécio Neves oscilando para 21,2% das intenções de voto, ante 21,9% em janeiro; Ciro Gomes subindo de 16,1% para 19,2%; Heloísa Helena também subindo de 18,9% para 19,0%. A parcela de eleitores sem candidato caiu de 43,2% para 40,7%.

Serra vence Dilma no segundo turno; ministra supera Aécio
No primeiro cenário de segundo turno sondado, entre Serra e Dilma, o tucano teria 53,5% das intenções de voto (ante 50,8% em janeiro) contra 21,3% da ministra, que tinha 16,6% na última pesquisa. A sondagem mostra que há 25,3% dos eleitores sem candidato (ante 32,6% em janeiro). A segunda opção, com Dilma e Aécio, mostra a ministra com 29,1% da preferência dos eleitores e o governador de Minas com 28,3%. O percentual de eleitores sem candidato caiu de 45,8% para e 42,7%.

Em um cenário de segundo turno entre José Serra e Ciro Gomes, o governador paulista teria 49,9% (ante 50,2% em janeiro), contra 20,3% de Ciro (que tinha 14,7%); entre os entrevistados, há 29,9% sem candidato, contra 35,2% em janeiro. A última possibilidade apontada, uma disputa entre Ciro e Aécio, Ciro Gomes teria 31,2% (em janeiro, o percentual era de 24,7%) contra 26,8% do obtido pelo governador de Minas (que tinha 29,1%). O percentual dos indecisos é de 2,2% (ante 46,3% na última pesquisa).

Lula lidera pesquisa de intenção de voto espontânea
Em pesquisa espontânea, quando não são apresentados nomes, Lula aparece em primeiro lugar, com 16,2% da preferência dos eleitores. Serra aparece com 8,8%; Dilma com 3,6%, seguida por Aécio, com 2,9%. Ciro teve 1,5% das intenções de voto e Heloísa Helena, 1,4%. Sobre a influência do presidente Lula nas próximas eleições, 21,5% dos entrevistados disseram que votariam em um candidato apoiado por Lula; 28,6%, que poderiam votar; 20,3%, que não votariam; e 25,9%, que somente decidiram o voto conhecendo o candidato.
Em dezembro de 2008, 15,6% votariam no candidato apoiado por Lula; 28,9% poderiam votar; 18,4% não votariam e 34,0% somente conhecendo o candidato para poder decidir o voto.

Aécio: crescimento de Dilma é resultado de exposição
Aécio disse que o crescimento de Dilma nas pesquisas se deve a sua excessiva exposição na mídia. No caso do PSDB, ele defende que o partido intensifique as reuniões pelo país para a escolha do candidato. Para Aécio, é preciso evitar que as eleições em 2010 sejam apenas eleições personalizadas.

- É natural que Dilma cresça porque ela tem tido uma exposição nos últimos meses que, talvez, nenhum outro candidato, em qualquer tempo no país tenha tido. Isso certamente é positivo dentro da estratégia do governo. Mas o que tenho defendido é que o PSDB se movimente mais pelo país para não corrermos o risco de termos uma eleição personalizada - disse Aécio.

Perguntado se era candidato à Presidência da República respondeu: - Ninguém é candidato de si só. O PSDB está construindo um processo decisório. No final do ano teremos não apenas um nome apresentado, mas também alguém com capacidade para construir amplas alianças e empunhar bandeiras novas. Na opinião do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), ainda é cedo para se falar em eleição presidencial: - O jogo pra valer não começou. Mas meu partido vai estar com o PSDB - disse Arruda.


Fonte: O Globo.____________________________________________________________________
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Segunda-feira, 30 de Março de 2009

Classe C não poupa e quer consumir mais, diz pesquisa da McCann

A classe C brasileira quer consumir mais, não poupa, mas exige estabilidade econômica para colocar seus planos em prática, segundo pesquisa encomendada pela agência de publicidade McCann Erickson. O estudo é resultado de mil questionários aplicados nas cidades de São Paulo, Rio, Recife, Porto Alegre e Goiânia junto a casais com renda mensal entre R$ 1.000 e R$ 2.000. A faixa etária pesquisada foi de 20 a 65 anos --50% homens e 50% mulheres.

Conforme a pesquisa, a classe C identifica diferenças de consumo entre sua classe, pobres, classe média alta e ricos, e aponta sentimento de exclusão, não quanto ao financeiro, mas ao comportamental. "O desejo prioritário da Classe C é hoje consumir sem preocupação e aprender a se comportar como classe média", afirma Aloísio Pinto, vice-presidente da McCann Erickson.
Segundo o levantamento, 47% dos entrevistados se identificam como classe média baixa. "Têm a necessidade de priorizar os gastos, carregam sempre alguma pendência financeira, mas não sofrem a falta de alimentos". "É curioso perceber que a classe C deseja consumir mais, mas não demonstra a preocupação em mudar de classe", afirma Aloísio.


Quanto a fazer poupança, apenas 38% têm o hábito. Conforme a pesquisa, o hábito de poupar está diretamente ligado à faixa etária na classe C. Os mais velhos tendem a poupar mais. "Ainda assim, 45% afirmaram utilizar a poupança como se fosse uma conta corrente, muitas vezes sacando o valor total para os gastos mensais. O contingente dos que não possuem conta corrente ultrapassa a casa dos 30%."

Por outro lado, quando o tema é projeto de vida, estabilidade econômica é o item que aparece com mais força: 82% dos entrevistados afirmam ser prioridade e que nem sempre está associada ao trabalho formal. "Trocar a mobília da casa, reservar quantias maiores para o lazer da família e custear o ensino superior dos filhos também ocupam o topo dessa lista", informa o estudo.
Entre os sonhos de consumo, a compra do carro (de preferência zero quilômetro) é um projeto futuro para a metade dos avaliados.

Quanto ao acesso à crédito, 45% prefere recorrer a pessoas próximas e não a instituições financeiras, apesar de 47% afirmarem já terem feito empréstimos bancários. Cerca de 80% sente vergonha de pedir dinheiro emprestado e 91% apontam a burocracia como principal problema na obtenção do crédito no Brasil.

Fonte: Folha de S.Paulo____________________________________________________________________
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Segunda-feira, 23 de Março de 2009

Comércio eletrônico brasileiro cresceu 30% em 2008, mostra pesquisa


Comércio pela rede movimentou R$ 8,2 bilhões no ano, diz consultoria.Livros mantiveram liderança na preferência dos consumidores.
O volume de compras feitas pela internet no Brasil registrou um crescimento de 30% no ano passado na comparação com 2007, segundo dados divulgados pela e-bit, consultoria de comércio eletrônico. A alta, apesar de significativa, foi menor que o crescimento de 43% registrado em 2007 também frente ao ano anterior.

Com a alta de 30%, o total transacionado ficou em R$ 8,2 bilhões em 2008. Segundo o estudo, mais de 13 milhões de brasileiros já fizeram compras pela internet pelo menos uma vez. O valor médio da compra ficou em R$ 328,00. Entre os produtos mais vendidos, os livros mantiveram a posição de liderança. Já a categoria de saúde, beleza e medicamentos, que havia figurado em quarto lugar em 2007, ficou em segundo lugar na preferência dos consumidores, seguida por informática, que caiu de segundo para terceiro.

Expectativas
Apesar do cenário de crise, o diretor geral da e-bit avalia que já espaço para crescimento do setor este ano. “Certamente veremos o e-commerce evoluir nos próximos anos, porém, de forma mais sutil", diz Pedro Guasti. Para o primeiro semestre do ano, a estimativa é que o comércio eletrônico movimente R$ 4,5 bilhões, R$ 800 milhões a mais que em relação aos seis primeiros meses do ano passado.
Fonte:G1____________________________________________________________________
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Sexta-feira, 20 de Março de 2009

Diante da crise, aprovação do governo Lula cai pela primeira vez no segundo mandato, diz Datafolha

Com o agravamento da crise econômica, a aprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou uma queda de cinco pontos percentuais, segundo pesquisa do Instituto Datafolha, publicada nesta sexta-feira no jornal "Folha de S. Paulo". O levantamento mostra que o índice de aprovação ao governo caiu de 70%, em novembro, quando foi realizada a última pesquisa, para 65%, em março, freando pela primeira vez no segundo mandato a trajetória de ascensão mantida desde março de 2007, quando marcava 48%.

Apesar da queda, a aprovação de Lula continua acima dos índices atingidos pelos demais presidentes durante seus respectivos mandatos desde a redemocratização do país. No auge da popularidade do Plano Real, a maior aprovação obtida por Fernando Henrique Cardoso foi de 47% em 1996. De 0 a 10, a nota média atribuída ao governo também caiu - de 7,6 em novembro, para 7,4 - índice que ainda supera os 7,0 da pesquisa de setembro.

O levantamento revela também que o percentual de brasileiros que tomaram conhecimento da crise subiu de 72% para 81%, em relação à última pesquisa. Para 59%, o desemprego deverá aumentar. Em novembro, esse percentual era de de 44%.
Mais da metade dos entrevistados, 55%, acredita que o Brasil será pouco prejudicado pela crise. Porém, a percepção de que o país sofrerá forte impacto subiu de 20% para 31%.
Dilma cresce, mas Serra ainda lidera pesquisa para 2010
O Datafolha também consultou os eleitores sobre a intenção de voto para a sucessão presidencial, em 2010. O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), lidera em todos os cenários para 20, segundo a pesquisa, com taxas que variam entre 41% e 47%. Já ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, continua em ascenção, subiu de 3 a 4 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, em novembro.

Num primeiro cenário, apareceriam como candidatos Serra, com 41% das intenções de voto; Dilma, com 11%; o deputado federal Ciro Gomes (PSB), com 16%; e a ex-senadora Heloísa Helena (PSOL), com 11%, três a menos que na pesquisa anterior. No mesmo levantamento feito há um ano, Dilma tinha apenas 3% das intenções de voto. Aprovação do governo caiu entre brasileiros de alta e baixa renda

Entre os brasileiros de menor renda, a avaliação do governo Lula caiu de 71%, em novembro, para 66%, em março. Na faixa superior de renda, a aprovação do governo foi de 58%, contra 63% na pesquisa anterior. De acordo com o nível de escolaridade, a aprovação de Lula é mais alta entre os eleitores com ensino fundamental (68%). Entre os eleitores com curso superior, a taxa se manteve estável (64%).

A região Nordeste, que concentra 52% dos beneficiários do Bolsa Família e 40% dos atendidos pelo programa Luz para Todos, permanece como a região onde o presidente tem maior apoio, com 77% de aprovação, mas com quatro pontos percentuais a menos que na pesquisa anterior.
Nas regiões Norte e Centro-Oeste o governo tem 64% de aprovação, nove pontos a menos que no levantamento anterior. No Sudeste, o índice é de 60%, seis pontos a menos; e no Sul, 57%, com queda de apenas dois pontos em relação à pesquisa de novembro.

O Datafolha ouviu 11.204 pessoas entre os dias 16 e 19 de março, em 371 municípios de 25 estados. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
Fonte:OGlobo.__________________________________________________________
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Quinta-feira, 19 de Março de 2009

Profissional é pouco comprometido, diz Pesquisa

Segundo pesquisa nas capitais brasileiras, apenas 22% dos profissionais brasileiros são produtivos. Apenas 22% dos profissionais brasileiros são produtivos e mostram interesse na carreira e no futuro da empresa. No outro extremo, 17% são considerados o oposto: ativamente desengajados no trabalho. Esse foi o resultado de uma pesquisa da consultoria de recursos humanos Gallup com 1.004 pessoas que fazem parte da população economicamente ativa nas capitais brasileiras.

Entre os dois extremos estão 61% de desengajados, preocupados apenas em cumprir sua função, mesmo que de maneira não tão adequada. "Se há um incêndio, o engajado chama o bombeiro, tenta apagar e alerta a todos. O desengajado faz a mesma ligação, mas pega suas coisas e vai embora. O ativamente desengajado joga o computador e vê se o fogo aumenta", explica Sergio Pais, consultor da Gallup.

O "incendiário" pode ser produzido pela própria organização, por motivos como falta de infraestrutura --uma máquina adequada, por exemplo-- e insatisfação com a liderança. "É fácil colocar rótulos, mas as pessoas não são desengajadas, elas estão [nessa situação]", afirma Pais.

Ambientes inadequados, com falta de refrigeração, por exemplo, também desmotivam, indica Felipe Westin, da Right Management. Por outro lado, formar um vínculo emocional com o trabalho pode empolgar, segundo Célia Marcondes, especialista em gestão de pessoas da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing). "O brasileiro é muito sensível, precisa de reconhecimento e incentivo."

Ânimo lucrativo
A Gallup também cruzou o índice de produtividade dos engajados com seu percentual na população e calculou que, se todos os funcionários fossem assim, as empresas ganhariam US$ 48 bilhões (R$ 110 bilhões) a mais por ano. Isso equivale a cerca de três vezes o lucro líquido da Petrobras em 2008. Os entrevistados comentaram quesitos como carreira, liderança e qualidade de vida. As perguntas vieram de um questionário desenvolvido em entrevistas com 80 mil gestores em todo o mundo.

Fonte: Gazeta Web____________________________________________________________________
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Terça-feira, 17 de Março de 2009

Pesquisa aponta os carros mais roubados no Brasil

Uma pesquisa semestral feita pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) aponta os modelos de carros mais roubados de janeiro a junho de 2008 no país. O levantamento é feito com base nos dados enviados semestralmente pelas seguradoras. A partir deles, a empresa calcula o chamado "índice de roubo" levando em conta o número de carros expostos, suas versões e o tempo em que o veículo está segurado.

Para apresentar uma amostragem significativa, a Susep considerou, no levantamento feito a pedido do G1, somente os 100 automóveis com maior exposição, ou seja, os mais segurados. Veículos que não têm seguro não aparecem nesta estatística.

É exatamente o "índice de roubo" que explica o fato de no topo da lista estar o Fiat Uno Mille quatro portas, com 436 roubos registrados no período. Este número representa 3,67% dos 11,8 mil veículos deste modelo segurados. Por este motivo o Fiat Uno Mille aparece, por exemplo, na frente de carros como o Volkswagen Gol Special Xtreme 1.0 Mi 2p, com o triplo de roubos no período (1.236), mas com menor índice (2,28%).

Entre os 15 modelos mais roubados, versões distintas do Gol aparecem nove vezes na lista. O Gol mais roubado é o modelo 1.0 Power 16 V quatro portas (3,47%) - em segundo lugar logo atrás do Fiat Mille. Em terceiro figura o VW Santana 1.8 (2,47%) e, em quarto, a VW Parati 1.6 (2,34%).
Também aparecem no top 15 o Fiat Palio Celebration 1.0 Fire Flex 8V 4 portas, que ocupa a 12ª colocação, e a Kombi Standard, em 14º lugar.

Roubo por região

O levantamento de roubo por localidade utiliza o mesmo critério mencionado. Nele, a região metropolitana do Rio de Janeiro ocupa o topo no ranking de roubos, com 8.741 ocorrências para cada 354.024 carros segurados e índice de roubo de 2,47%.

Em segundo lugar vem a região de Campinas, no Interior de São Paulo, com 3.518 roubos para cada 181.192 veículos expostos (1,94%) e a região metropolitana de São Paulo, com 20.460 ocorrências para cada 1.131.485 automóveis (1,81%). Porto Alegre e Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, e Litoral Norte e Baixada Santista, em São Paulo ocupam, respectivamente, o quarto e o quinto lugar na incidência de roubo de carros.

O preço do seguro

O índice de roubo desempenha um papel fundamental no valor do seguro do carro. Veículos que ocupam o topo da lista apresentam um preço mais elevado em relação a um automóvel menos visado. Por questões estratégicas as seguradoras hesitam em revelar os locais onde os roubos são mais frequentes, mas deixam escapar que em regiões como Cangaíba, na Zona Leste de São Paulo, por exemplo, o risco é maior do que em bairros como o Tremembé, na Zona Norte da cidade. É bom lembrar que além de características do veículo como modelo, ano e marca, o perfil do segurado e a região por onde ele circula também são levados em conta pelas seguradoras.

Fonte: G1____________________________________________________________________
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Sexta-feira, 13 de Março de 2009

Brasileiros e estrangeiros diferem na hora de cortar gastos, mostra pesquisa

No Brasil, redução na conta de telefone é a maior preocupação.Já nos outros países, adiamento na compra de roupas novas é prioridade.
Quando a crise aperta é preciso ajustar o orçamento. No entanto, pesquisa feita pela consultoria Nielsen junto a 28 mil pessoas, de 52 países, mostrou que o brasileiro é bem diferente dos outros consumidores na hora de cortar gastos. Enquanto a maioria das família tem a diminuição na compra de roupas novas como a principal preocupação, os brasileiros priorizam a redução na conta de telefone.
Um exemplo da necessidade de cortar gastos vem da professora de inglês Cilene Paschoal. Depois de perder alunos nos últimos dois meses, ela passou a comprar roupas em lojas mais simples e instalou lâmpadas econômicas para reduzir a conta de luz. "Ficamos vigiando que quando o cômodo fique vazio, as lampadas sejam apagadas, o ventilador de teto seja desligado, e vamos controlando”, diz ela.

Redução no consumo
Na pesquisa feita pela consultoria, o gasto com energia é o segundo que os consumidores do Brasil e do mundo reduzem em momentos de aperto. Mas as coincidências terminam por aí.

Diminuir a compra de roupa nova é a prioridade para a maioria das famílias de outros países. No Brasil, o ítem aparece apenas em terceiro lugar. Já a redução da conta do telefone, décima preocupação na média mundial, é a primeira dos brasileiros. A família de Cilene, por exemplo, agora usa aparelhos da mesma operadora para pagar menos.

No supermercado
As compras no supermercado são um dos últimos ítens do orçamento que as pessoas pensam em cortar. E quando chega a hora de economizar também no mercado, os consumidores têm uma estratégia que varia de acordo com o aperto no orçamento, segundo a pesquisa.

A primeira reação é reduzir o volume das compras. Mas, se a situação fica mais difícil, o consumidor escolhe marcas mais baratas. "Tem que se virar", diz um dos consumidores locais". E, finalmente, se não resolver, ele deixa de levar o produto. "Eu ia levar a carne, mas como estava muito cara, resolvi levar o frango", afirma outra consumidora.
“O consumidor não corta tudo de uma vez . Ele vai seguindo esse processo, essas fases, esses níveis, essas camadas no processo de tomada de decisão”, explica João Carlos Lazzarini, responsável pela pesquisa. Mas existem produtos que nem arrocho do orçamento tira da mesa do brasileiro. “Arroz e feijão. Com certeza é o carro-chefe. Aliás, é o meu prato preferido”, conclui uma consumidora.
Fonte: G1____________________________________________________________________
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Quinta-feira, 12 de Março de 2009

Brasil é campeão de uso de sites de relacionamento, diz pesquisa

Estudo da Nielsen mostra que 70% de internautas usam este tipo de ferramenta, cada vez mais popular no mundo.

O Brasil é o país com o maior número de internautas usando sites de relacionamento, segundo pesquisa divulgada pela Nielsen na segunda-feira. Hoje 80% dos brasileiros que navegam na internet estão ligados aos sites que a empresa de pesquisas chama de "comunidades de membros", que incluem blogs e redes de relacionamento como o Orkut e o Facebook.

Os internautas brasileiros também são o que passam mais tempo neste tipo de site - quase um a cada quatro minutos de navegação na internet. No ranking apresentado pela Nielsen, empresa que oferece serviços de mensuração e análise de dados de navegação na internet, o Brasil é seguido por Espanha (onde 75% dos internautas usam redes de relacionamento), Itália (73%) e Japão (70%).

O estudo revela ainda que as "comunidades de membros" são hoje mais populares do que o e-mail, com 66,8% de alcance global, e figuram no quarto lugar entre os recursos mais utilizados na internet. As ferramentas de busca ainda são a atividade mais procurada, sendo usadas por 85,9% dos internautas mundiais. A seguir estão os portais e comunidades de interesse geral, com 85,2% de penetração, e os sites de fabricantes de softwares, com 73,4%.

Segundo a Nielsen, o site Facebook é o líder das redes de relacionamento no mundo, com 108,3 milhões de usuários únicos - mais do que o dobro do que tinha em 2007. O país que ele faz mais sucesso é a Grã-Bretanha, onde é usado por 47% dos internautas. No Brasil, entretanto, apenas 2% dos internautas visitam o Facebook, enquanto o Orkut atinge 70% deles - a maior audiência doméstica conseguida por um site de relacionamento.

O estudo da Nielsen analisou dados de Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha, Suíça, Austrália e Japão, além do Brasil. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Fonte: O Estadão____________________________________________________________________
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Quarta-feira, 11 de Março de 2009

67% dos brasileiros votariam em uma mulher para presidente

Pesquisa do Ibope apontou que 90% dos brasileiros elegeriam uma mulher para cargo público

Pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), feita em conjunto com o Instituto Patrícia Galvão e o Cultura Data, apontou que 90% dos brasileiros elegeriam uma mulher para cargo público. Desse grupo, 74% votariam em uma mulher para prefeito, governador ou presidente, o que, do total, corresponde a 67% dos brasileiros. A pesquisa foi realizada entre os dias 13 a 17 de fevereiro, com 2.002 entrevistas em 142 municípios de todas as regiões do País.

A pesquisa ainda aponta que, para 83% dos entrevistados, a presença de mulheres no poder "melhora a política". Na opinião de 75% deles, só há democracia, de fato, se elas estiverem nas várias instâncias de poder. Já para 73% dos brasileiros a população ganha com a eleição de um maior número de mulheres. O apoio à presença feminina no panorama político nacional foi constatado em todos os segmentos da amostra, tanto demográficos como regionais.

Em contrapartida à opinião da maioria favorável à participação feminina nos poder, a realidade não se revela tão otimista em relação às mulheres. De acordo com a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, ligada à Presidência da República e que apoiou a pesquisa, o Brasil conta hoje com apenas 8,9% de mulheres no Congresso Nacional, 12% nas Assembleias Legislativas e 12% nas Câmaras Municipais. Segundo a União Interparlamentar (UIP), organização internacional com sede em Genebra (Suíça), o Brasil ocupa a 141ª colocação no ranking que avalia a presença de mulheres em parlamentos de 188 países. Entre os países da América Latina, o país fica à frente somente da Colômbia.

Cotas
Como na maior parte dos países latino-americanos, a legislação eleitoral brasileira garante às mulheres participação de 30% nas listas de candidatos dos partidos políticos. No entanto, a pesquisa do Ibope indica que, dentre as nações que oferecem cotas para mulheres, o Brasil tem o pior resultado entre o número de eleitas.

Na década de 90, por exemplo, as mulheres representavam 10,8% dos parlamentares da América Latina. A partir de 2000, após a adoção de políticas de cotas em vários países, o índice saltou para 18,5%. Argentina e Costa Rica apresentaram os melhores resultados: passaram de 6% e 14% para 38,3% e 36,8%, respectivamente. Segundo os pesquisadores do Ibope, diferente dos outros países latino-americanos, a lei de cotas brasileira não estabelece sanção para os partidos políticos que não cumprem a legislação.

Critério racial
A pesquisa do Ibope também levou em conta o critério racial no voto do brasileiro e 77% dos entrevistados afirmaram que votariam em um homem negro e 75% elegeriam uma mulher negra para qualquer cargo público, número maior dos que votariam em mulheres de qualquer raça. De acordo com o instituto, o impacto da eleição de Barack Obama à presidência dos Estados Unidos pode ter interferido nas respostas. Ainda assim, a predisposição em votar em candidatos negros para qualquer cargo é maior do que em votar, genericamente, em mulheres.

Fonte: Estadão.____________________________________________________________________
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Terça-feira, 10 de Março de 2009

Usuários elegem os 15 melhores hospitais públicos de São Paulo

Provão do SUS
Em uma pesquisa que está sendo chamada de "provão do SUS", a secretária de Estado da Saúde elaborou um ranking com os 10 melhores hospitais e as cinco melhores maternidades públicas do estado de São Paulo.


O ranking foi construído a partir de avaliações coletadas junto aos usuários dos hospitais. A pesquisa entrevistou 60,2 mil pacientes que passaram por internações e exames em cerca de 500 estabelecimentos de saúde conveniados à rede pública. Depois de terem se submetido a algum tratamento nos estabelecimentos públicos de saúde, os pacientes receberam em casa um questionário com a pesquisa. As respostas puderam ser encaminhadas pelo correio, por carta ou pela internet.

Melhores hospitais públicos de São Paulo
O Hospital do Rim e Hipertensão lidera o ranking na categoria Internação, com nota média de 9,349. Em segundo lugar, com nota 9,344, ficou o Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto e, em terceiro, a unidade materno-infantil do Hospital das Clínicas de Marília, com nota 2,42. O Caism (Centro de Atenção Integrada à Saúde) do Hospital das Clínicas de Campinas, com nota média 8,904, foi o primeiro colocado na categoria Maternidades, com nota 8,843.

Satisfação dos pacientes
Na pesquisa foram avaliados o grau de satisfação com o atendimento recebido pelos pacientes, o nível do serviço e dos profissionais que prestaram o atendimento, a qualidade das acomodações e o tempo de espera para a internação. Para o julgamento das maternidades foram incluídas também questões envolvendo a humanização do parto.

Ranking dos Hospitais Públicos no Estado de São Paulo

Hospitais

Hospital do Rim e Hipertensão (São Paulo - Nota 9,349)
Hospital das Clínicas (Ribeirão Preto - Nota 9,344)
Hospital das Clínicas, Unidade Materno Infantil (Marília - Nota 9,342)
Hospital Amaral Carvalho (Jaú - Nota 9,334)
Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia (São Paulo - Nota 9,332)
Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (Bauru - Nota 9,330)
Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas (São Paulo - Nota 9,299)
Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (São Paulo - Nota 9,296)
Hospital Estadual de Vila Alpina (São Paulo - Nota 9,289)
Hospital Beneficência Portuguesa (São Paulo - Nota 9,288)

Maternidades

Centro Integral de Atendimento à Saúde do Hospital das Clínicas (Campinas - Nota 8,904)
Hospital Universitário (São Paulo - Nota 8,843)
Hospital Estadual de Vila Alpina (São Paulo - Nota 8,800)
Hospital Santa Marcelina (São Paulo - Nota 8,717)
Hospital Geral de Pedreira (São Paulo - Nota 8,714)

Fonte: Diário da Saúde
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Segunda-feira, 9 de Março de 2009

Pesquisa: Internet móvel crescerá drasticamente apesar da crise econômica

A primeira grande pesquisa feita com usuários de tecnologias móveis da Europa e EUA durante a crise econômica traz à indústria de telecom razões para ser otimista. Os resultados indicam que os consumidores pretendem aumentar drasticamente o uso de serviços móveis nos próximos dois anos - com uma alta significativa nos próximos 12 meses.

A pesquisa, patrocinada pela Tellabs, mostra que 71% dos consumidores acredita que vai incluir serviços como internet móvel no seu dia-a-dia. Apesar disso, a preocupação dos usuários de serviços móveis em relação ao preço, à velocidade e à qualidade do serviço ainda é grande.

A pesquisa, realizada em cinco grandes países da Europa ocidental e nos Estados Unidos pela Nielsen Company para a Tellabs, analisou dez provedoras de serviços de dados móveis e revelou que mais da metade dos quase 200 milhões de usuários de tais serviços dos países mencionados esperam aumentar o uso nos próximos dois anos.“O mais importante é que, de acordo com a pesquisa, mais de um quarto dos milhões de consumidores que ainda não usam serviços de dados móveis pretendem fazê-lo em breve,” afirmou Jesse Goranson, vice-presidente sênior da divisão de mídias móveis da Nielsen.

Considerando-se somente os países pesquisados, as provedoras de serviços podem esperar um aumento de tráfego em suas redes de cerca de 175 milhões de consumidores para serviços como internet móvel, e-mail, uploading de fotos e troca de mensagens multimídia (MMS). Serviços de dados móveis vieram para ficar e representam para as operadoras uma oportunidade milionária.
A lista dos cinco principais serviços que os novos usuários pretendem utilizar mostra que a demanda esperada não é dividida proporcionalmente. Os consumidores americanos utilizarão mais serviços de internet móvel do que os Europeus; cerca de metade dos novos usuários americanos e um terço dos europeus pretendem usar o serviço de internet móvel nos próximos dois anos.

Quase 40% dos novos usuários de países europeus também pretendem utilizar o serviço MMS. A tendência é que a Itália lidere o uso de todos os serviços, enquanto a Alemanha apresenta taxas relativamente baixas de intenção de uso.

Os consumidores também destacaram problemas que as operadoras precisam solucionar: custo (muito alto ou incerto), velocidade, qualidade e confiabilidade.A pressão sobre as redes será agravada, já que 41% dos entrevistados europeus e 71% dos norte-americanos acreditam que vão usar diariamente serviços de internet móvel. O uso de e-mail pelo celular apresenta crescimento similar, já que está cada vez mais disponível em uma grande variedade de aparelhos.

O crescimento contínuo das aplicações de alta banda larga e do tráfego de dados correspondente criará grandes desafios para as operadoras que buscam manter sua lucratividade. Considerando-se que grande parte do crescimento deve ocorrer dentro dos próximos 12 meses, a questão exige atenção imediata. As operadoras que enfrentarem esses desafios se beneficiarão mais cedo da crescente demanda, na medida em que aumentam suas margens de lucro.


Fonte: Mobilepedia________________________________________Adicionar vídeo____________________________
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Sexta-feira, 6 de Março de 2009

Sarney apresenta resultado de pesquisa do DataSenado sobre Lei Maria da Penha


Após a abertura da sessão do Congresso em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, o presidente do Senado, José Sarney, destacou os resultados de pesquisa realizada pelo DataSenado - serviço da Secretaria de Pesquisa e Opinião Pública da Casa - sobre a Lei Maria da Penha . Em vigor desde 2006, a lei tipifica a agressão doméstica e familiar contra a mulher e estabelece punições para casos de violência física, psicológica, sexual, patrimonial e moral.

As medidas de proteção previstas na lei têm se mostrado muito eficazes, não apenas em nossa opinião, mas na opinião da maioria das mulheres entrevistadas em todo o Brasil. A pesquisa revelou que 83% das entrevistadas conhecem a lei, mas revelou também que, para 78% delas, o medo impede que se denuncie os agressores e, para apenas 4%, as mulheres costumam denunciar às autoridades a violência que sofreram - frisou.

Sarney destacou a importância da Lei Maria da Penha (Lei 11.341/06), considerada "uma referência e um relevante instrumento de defesa das mulheres".
- Três anos depois que esta lei entrou em vigor, se transformou em importante instrumento de defesa das mulheres na luta contra a violência doméstica e familiar - disse, ao anunciar que determinou um exame dos projetos de aperfeiçoamento da lei, para que "nossos resultados no futuro possam ser ainda melhores".
Fonte: Agência Senado
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Quarta-feira, 4 de Março de 2009

Aumenta participação feminina na web, diz pesquisa

Nos últimos anos, na Europa e nos Estados Unidos, a internet tem vivido uma revolução feminina e hoje as internautas repondem por mais da metade dos usuários da web. Em julho de 2008, sites focados nas mulheres contabilizaram 84 milhões de visitas, total 27% superior ao verificado no mesmo mês de 2007. Além disso, o número de portais com temática feminina cresceu 35% em 2007, segudo resultados da pesquisa The Female Web, divulgada pelo portal internacional de tendências de consumo LS:N Global.

Compras onlineO estudo mostra que a tendência de mulheres dominarem a web não altera apenas o cenário online, mas a forma de comercializar produtos e serviços na internet. Atualmente, elas são responsáveis por 63% das compras online nos Estados Unidos – são consumidoras que fazem compras por meio de sites de relacionamento como OSOYOU, MyStyle e MyFaveShop. Na prática, percebe-se que mulheres gostam de comprar e de socializar, atributos que se encontram e se complementam no universo da web.

A pesquisa também constatou que portais femininos têm atraído mais atenção e investimentos do que os destinados ao público masculino. A AOL, por exemplo, recebeu 16,1 milhões de visitas de mulheres (junho/2008) no AOL Living, site dedicado a mulheres, contra 3,3 milhões de visitas no AOL Asylum, dedicado aos homens.

Na Inglaterra, a audiência dos blogs que destacam o estilo de vida feminino cresceu 52,5% no ano passado, contra 16,9% dos blogs similares, mas com temática masculina. Pesquisas mostram que 25% das mulheres entre 18 e 75 anos reduziram o tempo de leitura de revistas femininas e aumentaram o tempo gasto na blogosfera. Um dado interessante é que as blogueiras já superam os homens em países como França, Estados Unidos e Inglaterra. Nos Estados Unidos, existem 36,2 milhões de mulheres que assinam blogs.
Fonte: PEGN
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Terça-feira, 3 de Março de 2009

Vídeos de Internet são populares por serem gratuitos, diz pesquisa

Vídeos baixados da Internet ou assistidos on line são populares apenas porque seus espectadores não precisam pagar por eles, revela pesquisa da Parks Associates, empresa de análise.

De acordo com a pesquisa, feita com o público europeu, apesar de 31% dos donos de conexão de acesso rápido à rede na Europa Ocidental tenham feito downloads de vídeos de filmes, episódios de séries de TV e outros tipos de programas, nos últimos seis meses apenas 8% das pessoas pagaram pelo conteúdo.

Segundo informa o site TechRadar, a pesquisa concluiu que a grande maioria (80%) dos entrevistados ainda tem preferência por assistir vídeos através dos modelos tradicionais, como o DVD, nos cinemas ou por emissoras de TV. Para o diretor da Parks Associates, John Barrett, o vídeo online só é popular por ser gratuito e os consumidores o abandonarão caso comece a ser exigido o pagar por ele.

Ele afirmou, ainda, que, baseado nos resultados de sua pesquisa, acredita que o mero combate a pirataria, um problema mais sério em países como Itália e Espanha, não resolverá todos os problemas para que se torne viável o serviço de vídeo online.

Fonte:Portal da Imprensa.
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Segunda-feira, 2 de Março de 2009

Animais de estimação motivam fumantes a deixar o vício

Uma nova pesquisa sugere que donos de animais de estimação sem interesse em parar de fumar podem ser motivados a fazê-lo quando são informados de que a fumaça de segunda mão pode prejudicar seus bichos.

"Os donos de animais de estimação nos EUA são muito devotados a eles", escreveram os pesquisadores, liderados pela doutora Sharon Milberger, do Sistema de Saúde Henry Ford em Michigan. O estudo aparece na Tobacco Control.


A fumaça de segunda mão tem sido associada a uma série de problemas em animais domésticos, incluindo linfomas em gatos e cânceres nasais e pulmonares em animais, segundo os pesquisadores. Efeitos nocivos também foram encontrados em aves domésticas.

Para o estudo, eles conduziram uma pesquisa online durante seis meses que obteve respostas de 3.293 donos de animais de estimação, a maioria de Michigan. A pesquisa foi divulgada, entre outros lugares, em pet shops e na Michigan Humane Society. Ao todo, a pesquisa descobriu que 27% dos pesquisados tinham ao menos um fumante em casa.

Entre esses fumantes, 28% disseram que saber que estavam colocando a vida de seus animais em risco os faria tentar parar, e cerca 19% proibiriam o fumo em casa. Houve um interesse de 40% por informações sobre fumo e como largar o vício.

As descobertas significam que os militantes antitabagistas talvez queiram abordar fumantes em clínicas veterinárias, pet shops e similares. "Essa nova fonte de motivação pode ser particularmente forte entre os fumantes que, sem contar suas companhias animais, vivem sozinhos", disse o estudo.

Fonte: Terra___________________________________________________________
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