Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2009

Pesquisa aponta que casais preferem manter relacionamento após uma traição

Sete entre cada dez casais decidem continuar juntos após infidelidade

Larry – Tem algo errado. Fala. Você vai me deixar? Andam se vendo?
Anna – Sim.
Larry – Desde quando?
Anna – Desde meu vernissage no ano passado... Desculpe, você é...
Larry – Não diga isso! Não venha me dizer “Você é bom demais para mim”. Eu sou, mas não diga. Está cometendo o maior erro da sua vida. Tomou banho porque tinha dormido com ele? Para tirar o cheiro dele? Para se sentir menos culpada? Como se sente?
Anna – Culpada.
O diálogo acima pertence ao roteiro de Closer, peça de teatro escrita por Patrick Marber, que ganhou popularidade após a montagem para o cinema. Ele é parte de uma história de amor, traição e mentiras que perpassa a vida de dois casais, vividos por Julia Roberts, Jude Law, Natalie Portman e Clive Owen. Pertence à cena em que Anna, personagem de Julia Roberts, conta ao marido, Larry, interpretado por Owen, que o está traindo. Enquanto ela tenta encontrar uma explicação direta, o companheiro esmiúça a traição. Quer saber os detalhes. Onde foram os encontros? Como foi o sexo? Se ela gosta de dormir mais com ele ou com o amante?
O tema da infidelidade ainda é um tabu. Muitos o tratam de forma velada, não se sentem completamente à vontade para se definir como traídos ou traidores. Embora pesquisas mostrem que homens e mulheres admitem já ter traído, a expectativa é de que os números sejam bem maiores do que o divulgado. Se é fato que a traição é um problema enfrentado pela maioria dos casais, alguns estudos mostram que ela ainda é assunto varrido para debaixo do tapete.
O Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP) constatou que apenas um em cada quatro brasileiros casados espera que o parceiro seja fiel. Isso significa que 75% das pessoas casadas acreditam que serão traídas. Já a pesquisa quantitativa com 1.279 homens e mulheres do Rio de Janeiro, coordenada pela antropóloga Mirian Goldenberg, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, revelou que 60% dos homens e 47% das mulheres se confessaram infiéis.
Embora os motivos apontados por ambos para a traição sejam diferentes, a infidelidade conjugal tem sempre o mesmo culpado: o homem. – Eles justificam suas traições por meio de um suposto instinto masculino. Já as mulheres dizem que seus parceiros, com suas faltas e galinhagens, são os verdadeiros responsáveis pelas relações extraconjugais delas. Ou seja, no discurso, a culpa da traição é sempre do homem: seja por sua natureza incontrolável, seja por seus defeitos no que diz respeito ao relacionamento – explica a antropóloga.
Segundo a pesquisa, ainda que a fidelidade seja apontada como valor indispensável à saúde da relação (deixando o amor em segundo lugar), a intolerância a traições é um mito. – Ao contrário do que se pensa, a maior parte dos casais que passa por essa situação não se separa. A maioria tenta superar – garante o psicólogo Enrique Maia, apoiado em pesquisa realizada pela colega de profissão Arlete Gavnaric, coordenadora da Pós-Graduação em Terapia Sexual da Faculdade de Medicina do ABC, em São Paulo.
O levantamento promovido pela especialista aponta que 70% dos casais que deparam com situação de infidelidade seguem juntos. Mas o dilema que os assola diz respeito ao perdão. Palavra bonita, de significado redentor, mas de difícil execução prática. Exorcizar o fantasma da desconfiança não é fácil. Se o telefone toca, os olhos se arregalam; a cerveja do fim do dia com os amigos vira uma prova de fogo; o assunto volta a cada discussão. Retomar o relacionamento de modo sadio demanda diálogo, o que não significa detalhar a traição em miúdos, atitude dolorosa e pouco eficaz.
Estabelecer papéis de vítima e carrasco também não ajuda na recuperação. Segundo o psicólogo Enrique Maia, o traído sempre se colocará como vítima. A recomendação é que cada um busque identificar seu espaço na relação para reforçar o que uniu os dois. – O sofrimento é inevitável, mas é possível superá-lo. Perdoar também significa lidar com a dor sempre que a traição é lembrada – reforça Enrique.
Há quem ria da própria desgraça
Ele chegou em casa e encontrou a mulher e o melhor amigo na cama. Foi em 1982. Hoje, entende que teve culpa na traição da ex. – Eu juntava os amigos e ficava na rua de sexta-feira até segunda – lembra. Mais nova, a companheira o traiu com um dos amigos de farra. – Caí em decadência. Considerava ele um grande amigo. Na hora, quis matar, esfolar. Naquela época, principalmente aqui, corno só lavava a honra desse jeito – explica Pedro Soares, fundador da Associação dos Cornos de Rondônia (Ascron), órgão pioneiro na defesa dos traídos, que incentivou a criação de organizações similares em Estados como Ceará e Paraíba.
Até decidir dar novo rumo à experiência de ser traído, Pedro Soares passou por maus bocados. – Fui até em macumbeira para ver se ela voltava. Queria a mulher de volta com chifre e tudo – lembra, aos risos.
Diante da recusa da ex-parceira, ele concebeu um novo pensamento sobre a traição: o de solidariedade. – Tem muita gente que sofre por isso. Hoje, a associação conta com psicólogo e advogado para que o traído, além de levar o chifre, não fique pobre – diz.
A associação tem 5,8 mil filiados. Segundo Soares, há até deputados e vereadores em seu quadro. A entidade também se abriu ao longo dos anos para receber traídos dos dois sexos e de outras orientações sexuais. Antes, só homens heterossexuais eram aceitos. – A infidelidade não escolhe. Todo mundo pode ser vítima – justifica.
Soares diz-se orgulhoso do trabalho que fez na capital de Rondônia, onde fica a sede da Ascron. – Aqui, antes, quem era traído lavava a honra com sangue. Hoje, as pessoas preferem procurar ajuda.

Fonte: Zero Hora____________________________________________________________________
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Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2009

Pesquisa revela que 85% dos jovens são contra o fumo em ambientes fechados

Segundo Datafolha, índice de reprovação chega a 90% nos casos de restaurantes.

Pesquisa do Datafolha, feita por encomenda da Aliança de Controle do Tabagismo, revela que 85% dos jovens entre 12 e 22 anos são contrários ao fumo em ambientes fechados. Segundo o levantamento, até mesmo entre os jovens fumantes o índice de contrários ao fumo em ambientes fechados é alto: 63%.

A pesquisa foi feita com 560 jovens de ambos os sexos na faixa etária dos 12 aos 22 anos, nos dias 18 e 19 de dezembro de 2008, em seis capitais: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Brasília. Os índices de aprovação aos espaços livres de fumo variam de acordo com os locais, mas de forma geral sempre se mantêm altos: 60% dos jovens são contrários ao fumo em bares, e 32% a favor; em casas noturnas, 62% são contrários, enquanto 31% são favoráveis.

Já em lanchonetes, o índice é mais alto: 88% dos entrevistados são contrários que se fume nesses locais, e 10% são favoráveis. Em restaurantes, 90% são contra o fumo e apenas 8% a favor. Os dados revelam que 13% dos entrevistados são fumantes. Entre os que têm entre 12 e 14 anos, 3% já são fumantes. Essa taxa sobe para 11% entre os que estão na faixa etária dos 15 aos 17 anos e chega aos 19% entre os que têm entre 18 e 22 anos. Entre os homens, 16% costumam fumar, enquanto entre as mulheres essa taxa é de 10%.

Entre as seis capitais pesquisadas, Porto Alegre é a que tem maior percentual de fumantes jovens: 28% dos entrevistados que moram nessa cidade fumam. Essa taxa é de 13% em São Paulo, de 12% no Rio de Janeiro, de 10% em Salvador e em Belo Horizonte e de 6% em Brasília. A maioria dos jovens pesquisados (85%) conhece alguém de sua idade que fuma. Essa taxa é de 62% entre os que têm de 12 a 14 anos, de 89% entre os que têm de 15 a 17 anos e chega a 95% entre os que estão na faixa etária dos 18 aos 22 anos.

“Para nós, da ACT, essa pesquisa mais uma vez mostra que a população brasileira é favorável a uma legislação que proíba do fumo em qualquer ambiente fechado e os jovens estão em sintonia com o desejo da maioria da população. Há quase dois anos tramita no Congresso Nacional projeto de lei que proíbe o fumo em ambientes fechados. Os resultados também indicam que a permissividade do fumo nas baladas estimulam a iniciação”, diz Paula Johns, diretora-executiva da ACT.

Fonte: Cidade Biz.____________________________________________________________________
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Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009

Pesquisa confirma que curitibanos odeiam o carnaval

Quem já desconfiava que curitibano não gosta de carnaval agora pode ter certeza. Sondagem do instituto Paraná Pesquisas confirma o que até agora era uma lenda urbana. De acordo com a pesquisa, 66,62% dos curitibanos não gostam de Carnaval contra apenas 33,38% que afirmam gostar da festa pagã. A mesma sondagem revela que ao contrário do que parece, 68,28% das pessoas que moram em Curitiba costumam passar o feriado da folia na cidade, contra 31,72%, que costumam viajar.

Entre os 33,38% de curitibanos que gostam da folia, 31,67% dizem que o que mais gostam do Carnaval são as escolas de samba e os desfiles de rua, outros 14,02% afirmam que o que mais gostam é a festa, a folia e a bagunça, enquanto 13,57% preferem as músicas e danças e 11,31% os bailes nos clubes, cada vez mais em extinção na capital paranaense. A sondagem também revela que os curitibanos, ao contrário dos baianos, não são muito chegados a um trio elétrico, já que apenas 1,36% dos entrevistados declararam gostar dos carros. Fantasias também não são muito populares em Curitiba, já que 91,86% dos entrevistados afirmaram que não usam fantasias no Carnaval.
A pesquisa mostra também que quem prefere passar o carnaval em Curitiba — 68,28% — quer estar bem longe da folia, porque 90,93% não costumam ir aos bailes de clubes e 91,15% não assistem aos desfiles das escolas de samba da cidade. É o caso da administradora Cassandra Holtez, 35 anos. “Gosto do carnaval em Curitiba, porque posso fugir dele. É bom para ir ao cinema, fazer compras, passear nos parques e curtir a cidade”, conta ela, que costuma fazer um tour pela cidade com a família no feriado de Carnaval. O mesmo costume tem a estudante Livia Costa, 21 anos: “Prefiro mil vezes ficar aqui na cidade e passear, aproveitar a calmaria”. Cassandra nunca viu um desfile de rua em Curitiba e nem chegou perto dos clubes que oferecem bailes.

De acordo com a Paraná Pesquisa, entre os que gostam da festa, 51,58% acompanha o carnaval pela TV, que transmite os desfiles das escolas de samba paulistas e cariocas. O jornalista Wikerson Landin, 27 anos, está entre os 26,70% de curitibanos que não acompanham nem mesmo o carnaval na TV. “Odeio tanto o Carnaval que fico em Curitiba, o melhor lugar do Brasil para quem odeia carnaval. Minha regra número um no feriado é não ligar a TV aberta, porque só tem Carnaval. Vejo todos os filmes do mundo no cinema, no DVD e o máximo que viajo é para um hotel fazenda”, conta Landin. Neste ano, aliás, Landin confessa estar ainda com mais raiva de Carnaval: “A TV aberta vai transmitir o desfile de escola de samba em vez do Oscar no dia 22”.
O publicitário João Saddock, 21 anos, também enche a boca para falar que odeia Carnaval e que Curitiba deveria se tornar a capital anticarnaval. “A melhor coisa que já fiz na vida foi me hospedar em um hotel de Curitiba para curtir o feriado sem carros, sem pessoas, por aqui mesmo”. Ele também reforça o coro de que a cidade deveria se transformar na cidade para quem odeia carnaval.
Fonte: Bem Paraná____________________________________________________________________
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Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2009

Pesquisa: Brasil longe das metas de educação

Somente em cinco capitais alunos de 4ª série atingiram objetivos de aprendizagem em português; no Rio, situação piorou.
Em 22 das 27 capitais brasileiras, incluindo Brasília, os alunos de escolas públicas não atingiram as metas de aprendizagem de língua portuguesa na 4ª série do ensino fundamental. Os dados são de 2007 e foram divulgados pelo Movimento Todos pela Educação, organização não-governamental que reúne empresários, gestores e entidades educacionais.

Além de não atingir a meta estabelecida para 2007, que levava em conta o desempenho dos alunos em 2005, o Rio ainda piorou nesse período. Em 2005, 33,05% dos alunos demonstraram nível de conhecimento de português adequado à série. Em 2007, o percentual caiu para 29,07%. A meta era 35,46%. As únicas capitais que atingiram as metas foram: Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Recife (PE), Florianópolis (SC) e Boa Vista (RR).

Em matemática, todas as redes municipais atingiram suas metas. Isso não significa, porém, que a maioria dos alunos esteja aprendendo. Em Macapá (AP), somente 8,52% dos estudantes sabiam os conteúdos esperados. No Rio, o percentual era de 23,20%. O melhor resultado foi o de Curitiba, com 35,26%.

Fonte: Blog do Noblat___________________________________________________________________
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Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009

Os atores mais valiosos de Hollywood


A pesquisa inaugural, Valor das Estrelas, perguntou a algumas pessoas que estão por dentro da indústria cinematográfica o que eles realmente pensam sobre os talentos de Hollywood. Will Smith não vai levar para casa nenhuma estátua dourada da Academia este ano, mas membros da indústria do entretenimento dizem que ele conseguiu criar sua própria mina de ouro, o que não é nada ruim diante do atual cenário econômico.
Smith ocupa o primeiro lugar da pesquisa inaugural Valor das Estrelas, que mostra, com exclusividade o que os empresários de Hollywood realmente pensam sobre mais de 1.400 atores na ativa quanto à sua capacidade de garantir o sucesso financeiro de projetos cinematográficos.
Will Smith foi o único a receber a pontuação máxima de 10, deixando para trás Johnny Depp, Brad Pitt, Leonardo DiCaprio e Angelina Jolie, que empataram em segundo lugar, com 9,89 pontos. Outros nomes que aparecem entre os 20 primeiros: Tom Hanks, Denzel Washington, Meryl Streep, Jack Nicholson e Matt Damon.

É um elenco estrelado com uma capacidade constante de atrair financiamento e gerar receita global nas bilheterias. Além disso, possuem personalidades fortes que chamam a atenção da imprensa e criam uma atração valiosa para seus projetos. Mas também há muito talento artístico nesse grupo. Só entre os 20 primeiros nomes, 16 já foram indicados para prêmios da Academia por sua interpretação. Juntos, totalizam 69 indicações e 15 vitórias, sem incluir a cerimônia de 22 de fevereiro deste ano, que verá Pitt, Jolie e Streep concorrendo a estatuetas.

Os nomes que ocupam os primeiros lugares da pesquisa são garantia absoluta de sucesso de bilheteria? É claro que não. Pergunte a George Clooney sobre O Amor Não Tem Regras. Mas eles ajudam a tirar um filme do papel. A pesquisa Forbes Valor das Estrelas foi enviada a membros da indústria do entretenimento no mundo inteiro, e pediu que usassem uma escala para classificar vários atributos de mais de 1.400 atores, individualmente, quanto à sua participação em filmes, inclusive a capacidade dos atores de atrair financiamento considerável para um projeto; se sua presença garante distribuição nos cinemas; se influem de modo significativo na venda de ingressos; e se sua participação é um componente essencial para garantir contratos de direitos sobre outras fontes geradoras de renda, tais como DVD, TV a cabo/aberta, etc.

Esta pesquisa é o esforço mais recente da Forbes para compilar dados e analisar a indústria de entretenimento. A Forbes realizou a pesquisa entre 03 de setembro e 16 de novembro de 2008, junto com a Erdos & Morgan, uma firma independente de pesquisa de mercado com sede em Nova York que, além de prestar assessoria, fez a tabulação e a classificação dos resultados. Os resultados foram convertidos em pontuação de 0 a 10, sendo que 10 é a nota máxima.
Smith saiu na frente por boas razões. Vejam os números:
- Seus filmes arrecadaram mais de US$ 5.2 bilhões em todo o mundo (até 01 de fevereiro de 2009), segundo a Exhibitor Relations Co. (US$ 2.313.659.825,00 na América do Norte e US$ 2.925.750.000,00 no resto do mundo).

- Sete dos seus filmes de ação conquistaram, consecutivamente, o número 1 nas bilheterias da América do Norte, de Homens de Preto II (2002) a Hancock (2008).

- Seus três filmes mais rentáveis arrecadaram mais de US$ 2 bilhões nas bilheterias do mundo todo. Independence Day (1996) faturou US$ 816.969.255,00; Hancock (2008), US$ 623.586.274,00, e Homens de Preto (1997), US$ 589.390.539,00, segundo a Exhibitor Relations Co.

- Foi indicado a dois Oscars de melhor ator por Ali (2001) e À Procura da Felicidade (2006).

"Will Smith é um ator único, pois é uma das poucas pessoas cujo simples nome já atrai o público", afirma Rick Alvarez, sócio há muitos anos da Wayans Brothers, cujos trabalhos incluem Ela Dança Com Meu Ganso. "Não importa o gênero. Seu nome, por si só, faz com que o público tenha certeza de que verá algo divertido, seja um filme de ação, uma comédia ou um drama."
"Hoje em dia, isso está cada vez mais importante", diz Patrick Gunn, diretor administrativo da Qualia Capital, uma empresa de investimentos em mídia. "Em geral, o mercado lá fora está horrível devido ao que acontece nos mercados financeiros. Há menos dinheiro. Então, fica difícil fazer filmes que não possuem elementos conhecidos. Ter atores bem estabelecidos tornou-se um ponto essencial."

Como Brad Pitt. O ator indicado ao Oscar por O Curioso Caso de Benjamin Button poderia ter ido pelo mesmo caminho de vários jovens atores promissores, que carregam, injustamente, o peso de serem chamados de "o próximo (complete com o nome adequado)", mas Pitt aceitou essa carga e venceu, sendo que, em sua carreira, nem sempre opta pelas escolhas mais seguras. Isso o tornou um sucesso maior internacionalmente do que nos EUA. Exemplos incluem Tróia, que faturou US$ 133.3 milhões na América do Norte e US$ 364 milhões no resto do mundo, Babel, que arrecadou US$ 34.3 milhões na América do Norte e US$ 101 milhões internacionalmente.
Depp é outro ator que segue as próprias regras e também ganha dinheiro. Símbolo do "ator independente que é astro de bilheteria", a decisão inteligente de Depp de aceitar o papel de Jack Sparrow na franquia Piratas do Caribe e ainda assim manter a reputação fez com que subisse de nível aos olhos da indústria e do público.

Talvez Leonardo DiCaprio não apresente o mesmo poder de arrecadação, mas o filme sobre "aquele navio" faz com que ele seja o Rei do Mundo atual em termos de faturamento em bilheteria. Ele parece não se importar, nem demonstra interesse em fazer um filme de sucesso garantido atrás do outro.

Sobre Jolie, a mulher que alcançou a posição mais elevada da pesquisa (e que, este ano, concorre ao Oscar de melhor atriz por A Troca, de Clint Eastwood), o presidente e CEO da Hyde Park Entertainment diz: "Ela criou uma imagem pública impressionante e cativante, e se tornou uma atriz realmente boa, como vemos no filme de Eastwood e, é claro, em filmes de ação como O Procurado e Tomb Raider. Ao mostrar que consegue fazer papéis distintos, atuar em obras sociais, sem mencionar os aspectos pessoais de sua pessoa, ela se tornou uma atriz extremamente interessante." Por isso, Hollywood a adora.
Fonte:Yahoo Entretenimento
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Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009

Rede social Facebook é o terceiro maior vício dos britânicos, segundo pesquisa

Nem bebidas alcoólicas, tampouco cigarro. O Facebook é uma das coisas que mais viciam os britânicos, de acordo com pesquisa de opinião pública realizada pelo canal Living.

O levantamento consultou cerca de três mil pessoas com menos de trinta anos, que responderam quais produtos ou hábitos lhes consumia mais dinheiro, quais tentavam abandonar e também responderam questões sobre impulsos modernos. Em primeiro lugar, contrariando a expectativa que apontava para o consumo de drogas legais ou sexo, os britânicos declararam ser viciados em café. Já o segundo maior vício revelou ser por chocolate.

A rede social Facebook, terceira na lista de dez itens, ficou a frente de produtos de beleza, seguidos por consulta a extratos bancários. O sexto vício fica por conta da junky food. Já o sétimo são as fofocas sobre celebridades. Exercícios físicos em oitavo, compras em nono e novidades tecnológicas como Blackberry e iPhone fecharam o ranking.

Fonte: Portal Imprensa
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Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2009

Largar o cigarro é mais difícil para as mulheres, indica pesquisa


Segundo pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), 80% dos ex-fumantes dizem que largar o vício foi o maior desafio de suas vidas. A empreitada é até pior para as mulheres, pois, além da dependência química, elas costumam ter uma relação afetiva com o cigarro. Veem nele um companheiro e um remédio para contrabalançar o estresse, tristezas e frustrações. Ainda por cima, são mais suscetíveis à depressão, que pode ser desencadeada tanto pelo hábito de fumar como pelo abandono do vício.
Felizmente, elas não são maioria. No Brasil, de 12% a 15% das mulheres fumam, contra a faixa de 22% a 24% de tabagistas homens. No entanto, os médicos dizem que eles somam um maior número de ex-fumantes. Ou seja, pelo que sugerem os dados, as mulheres têm mais dificuldades para largar o cigarro. A responsabilidade para largar o vício, no entanto, não é só do fumante. Ninguém mais diz que é preciso apenas força de vontade para abandonar o cigarro. “Esta é uma ciência em construção”, comenta o pneumologista Sérgio Ricardo Santos, coordenador do programa PrevFumo, do Ambulatório de Tabagismo da Unifesp, que oferece atendimento gratuito para fumantes (paga-se apenas os medicamentos). E 60% dos pacientes são do sexo feminino.
Depois de uma entrevista para saber o grau de dependência e perfil da pessoa, define-se o tratamento. Pode-se usar um remédio específico ou adesivos de reposição de nicotina. “No grupo, eles aprendem habilidades para parar de fumar. Também tiram dúvidas e trocam experiências”, esclarece o pneumologista. O PrevFumo atende de 600 a 800 pacientes por ano, e a taxa de sucesso é de 60%.
O coordenador salienta que um dos principais desafios para as mulheres pararem de fumar é vencer a depressão, mal que acomete 20% da população feminina. No programa, avalia-se a propensão a essa doença. “Muitas mulheres deprimidas fumam para tratar a depressão, porque a nicotina é um antidepressivo”, explica. “É um péssimo remédio, mas alivia os sintomas. Quando param de fumar, a depressão volta.” Por outro lado, há situações em que a depressão é desencadeada pelo tabagismo.
Serotonina
“A nicotina causa um desequilíbrio de neurotransmissores, entre eles, a serotonina. Isso pode causar ou tratar a depressão, dependendo do caso.” Por esse motivo, explica o médico, geralmente consegue-se maiores taxas de sucesso entre as mulheres quando se usa medicamentos com ação antidepressiva. “De maneira geral, o homem busca apenas prazer no cigarro. Já a mulher procura uma forma de enfrentar os problemas.”
Há, ainda, a questão da vaidade. Por um lado, o cigarro causa palidez, menor tonicidade cutânea, mau cheiro e dentes amarelados. Mas, por outro, pode acarretar ganho de peso quando há abandono do vício. “Geralmente, engorda-se em torno de 3 a 4 quilos, porque o corpo gasta muita energia para lutar contra o cigarro”, diz. “Mas quando se trata a dependência com acompanhamento médico, o ganho é de 1,5 a 2 quilos.”


Fonte: Abril.com

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Segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2009

Pesquisa revela a cidade de São Paulo para os brasileiros

Com o objetivo de traçar os detalhes que representam a cidade de São Paulo (SP) a APPM – Análise, Pesquisa e Planejamento de Mercado, empresa de Pesquisa de Mercado e Opinião Pública, acaba de lançar os resultados da pesquisa “A Cara de São Paulo”. Feita pela primeira vez em 1990, a pesquisa tem o objetivo de verificar a relação que existe entre a cidade, que está na semana de seu aniversário de 455 anos, e as pessoas que nela vivem.
O estudo é composto por pesquisas qualitativa e quantitativa. Na primeira fase, foram realizados seis grupos sobre os possíveis símbolos da cidade, seus problemas, aspectos positivos e negativos e o sentimento do cidadão paulistano, de nascimento e por adoção, em relação à cidade. Os entrevistados também levantaram os pontos positivos e negativos da cidade. Ao mesmo tempo em que a cidade de São Paulo é sinônimo de trabalho, progresso, comércio, informação e cultura, ela também lembra violência, trânsito, poluição, barulho e crescimento desorganizado. “A cidade de São Paulo, quer por sua pujança, quer por sua força de trabalho, seu poder econômico e, sobretudo, por seu desenvolvimento, tem para os brasileiros um significado de progresso e vitória. Entretanto, para os que vivem em São Paulo este significado não se restringe ao lado progressista da cidade: trata-se de uma relação emocional, uma espécie de paraíso urbano, de amor concreto”, afirma Rose Saldiva, idealizadora da Pesquisa.
A pesquisa mostra o quanto o perfil de São Paulo mudou nos últimos anos. Em 1990, por exemplo, a figura que representava bem São Paulo, segundo os próprios moradores da cidade, era um homem altamente sedutor e poderoso que, ao mesmo tempo, era boêmio e gostava muito de trabalhar. Já a figura de 2009 vem representada por uma mulher que é executiva e mãe.A partir deste levantamento foi possível elaborar uma primeira lista de categorias que foi aplicada em 100 entrevistas espontâneas por telefone. Com estes dois levantamentos em mãos, a APPM pode elaborar o questionário que foi aplicado em 1.000 entrevistas com pessoas que vivem em São Paulo, uma mostra significativa que traz uma margem de erro muito pequena, de 2 a 3%. Todas as classes sociais e faixas etárias foram abordadas. “Todas as respostas escolhidas pelos paulistanos têm uma característica comum: todos são lutadores, vencedores e íntegros. E é assim que o paulistano se vê, e isso independe do local onde ele nasceu.”, afirma Antonio de Pádua Prado Junior, diretor da APPM.
Seguem alguns exemplos dos principais símbolos que representam a cidade, ou seja, que têm “a cara de São Paulo”:
Ator – Lima Duarte
Atriz – Fernanda Montenegro
Apresentador – Silvio Santos
Apresentadora – Hebe Camargo
Apresentador de Telejornal – William Bonner
Jornalista de Imprensa Escrita – José Simão
Esportista – Rogério Ceni
Conjunto de Rock – Titãs
Empresário – Silvio Santos
Museu – Museu do Ipiranga
Parque – IbirapueraMonumento – Monumento à Independência
Cartão Postal – Avenida Paulista
Comida – Arroz e Feijão
Flor – Rosa
Fonte: Portal Administradores____________________________________________________________________
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Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009

Pesquisa aponta otimismo entre executivos em transição de carreira

Apesar da crise financeira e das incertezas que cercam a economia, 54% dos executivos em transição de carreira estão otimistas em relação à sua recolocação no mercado. De acordo com uma pesquisa conduzida pela consultoria de gestão de capital humano Mariaca junto a 250 altos executivos – homens e mulheres de diferentes setores da economia –, esses profissionais acreditam que devem assumir uma nova posição dentro de, em média, três a seis meses.

Intitulada Pesquisa Mariaca sobre Demissão, a análise mostra que, apesar do otimismo, porém, 94% dos executivos admitiriam receber salários menores àquele pago no antigo cargo. Além disso, entre os entrevistados, 87% estariam dispostos a ocupar um cargo inferior ao que tinham antes. “Mesmo com o sentimento de otimismo, o momento é de cautela e os executivos sabem disso”, afirma Lúcia Costa, sócia-diretora da Mariaca na área de outplacement, que coordenou a pesquisa.

O levantamento indica que 48% dos executivos aceitariam mudar de área e 45% aceitariam esta situação, dependendo do desafio proposto. Dos entrevistados, 69% se sentem tranqüilos e confiantes e 45% encararam bem a demissão. O papel da família também é muito valorizado: 56% disseram que a vida familiar não foi afetada pelo desemprego e 70% disseram que a família sempre os apoiou. “A família é essencial para que o executivo encare bem a transição de carreira. Ela lhe dá suporte, o que eleva sua auto-estima”, complementa Lúcia.

Importância do outplacement
A transição de carreira, também conhecida como outplacement, conduzido por consultorias especializadas em gestão de capital humano, tornou-se uma ferramenta estratégica para as empresas e facilita a vida de quem enfrenta a demissão.

Para a empresa, o outplacement é uma saída para tornar menos traumático o processo de demissões, reduzir o impacto da crise provocada e evitar danos à reputação do profissional. Mas é também um instrumento para retenção de talentos, quando o processo é incluído no pacote de benefícios na contratação dos executivos.

Para o profissional que perde o emprego, esse apoio é importante para conseguir uma nova colocação no mercado. Na Mariaca, o prazo de recolocação de um executivo dura, em média, cinco meses. Sem esse suporte, esse prazo dura até mais de um ano.

A Mariaca utiliza várias ferramentas para orientar o processo de transição de carreira e buscar o melhor posto. O primeiro trabalho é tranqüilizar o executivo que, nessa fase da vida, enfrenta ansiedade, insegurança, queda da auto-estima e pressão da família e dos amigos. Entre as ferramentas está o Rastreamento da Economia, que monitora notícias, dados e movimentação da economia para identificar oportunidades de recolocação. Aplicam-se assessments que mapeiam as competências do executivo e sua tendência comportamental no contexto profissional, ajudando-o no direcionamento de sua carreira e escolha de mercado-alvo.

A consultoria também oferece ao executivo em processo de transição, itens como a infra-estrutura de um escritório, o desenvolvimento de uma estratégia individual para a recolocação, apoio emocional, treinamento para entrevistas, preparação de currículo, ferramentas de pesquisa de mercado online, bancos de dados, orientação para planejamento financeiro pessoal e assessoria na formação de um negócio próprio.

Fonte: IT Careers.____________________________________________________________________
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Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009

Pesquisa: 50% aprovam redução de jornada e salário na crise

Metade da população brasileira se mostra favorável à redução da jornada de trabalho com redução de salário como alternativa para que as empresas possam enfrentar a crise financeira mundial. O resultado foi divulgado pela pesquisa do Instituto Sensus encomendada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT).

No levantamento, enquanto 50% disseram ser a favor da medida, 38,9% dos entrevistados afirmaram ser contrários à proposta. Ainda para enfrentar as turbulências mundiais e minimizar o impacto da crise no mercado brasileiro, 74,2% se identificaram de forma favorável à possibilidade de abertura de linhas de crédito do governo para que as fábricas possam enfrentar o auge do processo. Nesse cenário, 14,4% se disseram contra a liberação desses recursos.

Apesar de o levantamento ter sido feito no final de janeiro, quando já haviam se consolidado cortes no quadro de pessoal de grandes empresas, a expectativa da população medida pela CNT/Sensus é a de que o nível de emprego vai melhorar nos próximos seis meses. Dos entrevistados, 51,1% acreditam nesta melhora, 20,3% acham que o cenário vai piorar e outros 21,7% opinaram que os patamares de emprego ficarão estáveis.

Na mesma perspectiva, 51,7% dos entrevistados observam que, nos próximos seis meses, vai se ampliar o nível de renda mensal, 31,4% consideram que ficará igual e 11,1% responderam à pesquisa dizendo que irá piorar. Quando medidas as expectativas sobre saúde, educação e segurança pública, a maior parte dos entrevistados também projeta bons resultados para os próximos seis meses. Na área da saúde, 52,1% consideram que os serviços irão melhorar; na educação o patamar positivo é de 57,7% e nas perspectivas de segurança pública a projeção positiva é de 42,6%.

Fonte: Terra
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Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009

Facebook quer vender dados de usuários para empresas

O fundador e presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou planos de comercializar os dados dos 150 milhões de membros da rede social a empresas como ferramenta de pesquisa de marketing. As informações são do jornal britânico The Guardian.

Zuckerberg demonstrou ao público do Fórum Econômico Mundial em Davos como a rede de relacionamento social pode ser usada para pesquisar grupos específicos de usuários. Ele pediu a usuários da Palestina e de Israel sua opinião sobre questões de paz, apresentando os resultados dentro de minutos.

Isto poderia reduzir ou mesmo eliminar as pesquisas com grupos de consumidores, gerando resultados bem mais rápido, segundo o presidente do Facebook. Ele disse também que o Facebook tem acompanhado o "humor" dos usuários pelo que eles fazem online. Essas informações são potencialmente importantes para grandes marcas. A tecnologia de publicidade usada no Facebook já permite que anunciantes determinem que tipo de usuário verá seu anúncio ao se conectar à rede social. Grupos específicos podem ser escolhidos de acordo com o sexo, idade e localização que o usuário declara ao se cadastrar.

O Facebook já tem uma ferramenta chamada Facebook Lexicon, que permite acompanhar os assuntos que estão sendo discutidos na rede social, com base nas mensagens trocadas por amigos. Isso mostra que a companhia já tem um banco de dados considerável com informações de usuários que pode ser explorado em pesquisas de marketing.

Fonte: Terra Tecnologia____________________________________________________________________
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