Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008

Voltaremos a atualizar no dia 5 de janeiro. Boas Festas!

Você que está conosco o ano todo, chegou a hora de descansar. Mas, se preferir, pode aproveitar para ler o que não conseguiu ao longo do ano. Voltamos a atualizar o blog no dia 5 de janeiro. O Pesquisador Moderno deseja um Natal de muita paz e que 2009 seja um ano de felicidades e novas conquistas. [2º Parágrafo em Diante]
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Crise interrompe crescimento da classe média

O fenômeno que permitiu a ascensão social de milhões de pessoas, a melhora da distribuição de renda e ajudou a engordar o mercado interno e a economia, além de mudar o jogo de forças na política brasileira, deve perder fôlego em 2009. Segundo economistas, especialistas em distribuição de renda e institutos de pesquisa dedicados ao consumo, a ascensão de brasileiros pobres à classe média não se deve repetir em 2009.Uma série de fatores explica a interrupção do crescimento da chamada classe C. Só no ano passado, 20 milhões de pessoas subiram um ou dois degraus na escada social amparados por uma oferta maior de empregos, aumento de salários, acesso facilitado ao crédito - e, portanto, aos bens de consumo -, e pelo incremento de políticas sociais do governo, como o Bolsa-Família. Em 2009, quase todas as condições vão mudar de direção.
Em 2009, o desemprego tende a subir dos atuais 7,6% para 8,5% ou até 10%, de acordo com diferentes projeções. Com a retração da economia, será mais difícil negociar aumentos de salários. Além disso, o crédito já está mais caro e difícil. A única condição que continua jogando a favor são os programas sociais do governo. Para os especialistas, o resultado prático dessa combinação é uma estagnação da mobilidade social.
“O sonho de consumo da classe C vai dar uma travada no ano que vem”, afirma o sócio-diretor da MB Associados, José Roberto Mendonça de Barros. “Essa camada da população deve perder bem-estar”, diz o sócio-diretor da RC Consultores, Fabio Silveira. Para Haroldo Torres, sócio-diretor do instituto de pesquisa de mercado Data Popular, a mobilidade das classes de menor renda deve ficar em “banho-maria” em 2009.
Uma projeção feita pela Target Consultoria, a pedido do Estado, revela a desaceleração do consumo da nova classe média, com renda média familiar média de R$ 1.180,00 por mês. Nos últimos quatro anos, o consumo da classe C cresceu 30% ao ano. Pelas contas da Target, em 2009, a expansão será de 3%, chegando a R$ 652,8 bilhões.
A estimativa é feita com base no Índice de Potencial de Consumo (IPC), criado pela consultoria, leva em conta a estrutura de gastos e a expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que embutem projeções para emprego e renda. No estudo, a Target levou em conta as projeções de crescimento de 2,5% do PIB feita pela maioria dos analistas consultados pelo Banco Central.
A perda de fôlego do consumo é significativa. Mesmo em um cenário mais otimista como prevê o governo, de crescimento do PIB de 4% em 2009, o potencial de consumo chegaria a R$ 662,7 bilhões, com alta de 4,6% em relação a 2008. Esse desempenho é bem inferior à média dos últimos quatro anos. “O potencial de consumo da classe C vai dar um estagnada”, observa o sócio-diretor da Target, Marcos Pazzini, responsável pelos cálculos do IPC.
Diante da crise, economistas prevêem uma mudança de rumo para os indicadores de renda, emprego e crédito. “A taxa de desemprego pode atingir 9% ou até 10% em 2009 e deve afetar especialmente as camadas de menor renda, sobretudo os mais jovens”, diz Silveira. Segundo o economista, a massa real de rendimentos, que é o número de ocupados multiplicado pela renda real, deve crescer 1,5% em 2009, depois de subir 6,8% em 2007 e 7,4% este ano.
O crédito ao consumidor, mais caro e mais raro, deve enfraquecer em 2009. Silveira projeta que o saldo dos empréstimos cresça só 7% no ano que vem, depois de aumento de 20%, em média, em 2007 e 2008. “A desaceleração da economia é líquida e certa”, prevê Mendonça de Barros. Segundo ele, a marcha à ré no crédito vai gerar frustração de consumo para todos e será maior para a nova classe média. Silveira diz que a cesta de consumo da classe C será alterada, com menor renovação de TVs, computadores, eletrodomésticos, veículos, entre outros.

Fonte: Porto Gente
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Sexta-feira, 19 de Dezembro de 2008

Venda de PCs no Brasil deve ficar estável em 2009, diz IDC

As vendas de computadores pessoais no Brasil em 2009 devem ficar estáveis em relação a 2008, quando o volume de máquinas vendidas deverá crescer sobre o ano anterior, informou a empresa de pesquisa de mercado IDC. No próximo ano, devem ser comercializadas cerca de 12 milhões de desktops e notebooks, número próximo ao que será registrado em 2008, informou a IDC.
"O efeito mais forte da crise concentra-se no primeiro semestre (de 2009), mas a partir do segundo semestre espera-se que a economia volte a reagir. Para o ano de 2010, a previsão é otimista, uma vez que esperamos uma recuperação das altas taxas de crescimento", informou em comunicado o analista Luciano Crippa, da IDC.
No início do mês, a IDC divulgou que espera que as vendas de computadores pessoais no mundo cresçam apenas 3,8 por cento em 2009, com o valor dos embarques caindo 5,3 por cento. No segundo trimestre, a empresa previa que as vendas cresceriam 13,7 por cento em volume e 4,5 por cento em valor em 2009.
A empresa revisou para baixo a estimativa de crescimento das vendas de PCs no Brasil em 2008. A previsão passou de expansão de 18 por cento sobre 2007 para 12,7 por cento. Para o mundo, a companhia espera alta de 12,4 por cento nas vendas em 2008 e de 10,9 por cento em 2010.
A IDC informou no comunicado global que os mercados emergentes da América Latina, Europa Central, Oriente Médio e África serão os mais afetados. A empresa citou entre os motivos queda nos preços de commodities, valorização do dólar e acesso restrito à crédito.
Dos cerca de 12 milhões de PCs que serão vendidos no Brasil este ano, 60 por cento deles são destinados ao uso doméstico, de acordo com a empresa de pesquisa.
Até setembro foram vendidos 9,2 milhões de computadores no país, entre notebooks e desktops, sendo que o trimestre que registrou o maior número de vendas em 2008 foi o terceiro, quando foram comercializadas 3,3 milhões de unidades.
Fonte:Reuters____________________________________________________________________
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Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008

Jornais perdem para revistas e livros no Brasil


Um levantamento do Instituto Pro-Livro, realizado pelo Ibope, identificou o perfil e os hábitos dos leitores brasileiros.
Descobriu-se que revistas e livros lideram a preferência de leitura com 52% e 50% dos entrevistados, respectivamente. Em seguida, aparecem os jornais (48%) e em 7º lugar ficaram as leituras na internet, com 20% da preferência.
Apesar da porcentagem, o tempo semanal dedicado à leitura do jornal é maior: em média, de 1h21. De revista, esse tempo chega a 1h16; com internet, são gastas 2h24.
Divulgada este ano, a pesquisa chamada de "Retrato da Leitura no Brasil" foi baseada em 5.012 entrevistas domiciliares e considerou como "leitor" apenas aqueles que declararam ter lido um livro nos últimos três meses. Os que não declararam ter feito isso foram considerados como "não leitores", mesmo que tenham lido livros em outros períodos.
O estudo concluiu que a maioria dos considerados leitores mora nas Regiões Sul (75%) e Sudeste (71%). Além disso, 55% dos leitores que afirmam ler freqüentemente (55% da população estudada) são mulheres, cujo livro preferido é a Bíblia (49%).
Para 26% dos brasileiros, a leitura significa "conhecimento", contra 8% que acham que o hábito contribui com o "crescimento profissional".
Entre os principais hobbies, a leitura aparece em 5º lugar (35%) perdendo para televisão (77%), música (53%), descanso (50%) e rádio (39%). No entanto, a renda e a escolaridade se mostraram fatores decisivos para a escolha.
Entre os entrevistados com formação superior, 79% preferem a leitura como passatempo e entre os que possuem renda acima de 10 salários mínimos, o índice fica em 78%.
Os maiores compradores de livros estão nas classes C (47%) e B (24%).
Fonte: AdNews
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CLASSES C E D SÃO MAIS VULNERÁVEIS A DEPRESSÃO

Pesquisa realizada na cidade de São Paulo pelo Instituto IBOPE apontou maior incidência da depressão nas classes C e D.
A ABRATA (Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos) encomendou ao IBOPE uma pesquisa quantitativa e qualitativa na cidade de São Paulo, que verificou o índice de depressão nos paulistanos. O resultado apontou que a população das classes C e D apresentam uma maior incidência da doença em suas vidas.

Foram contatados 793 homens e mulheres, com mais de 18 anos, das mais variadas classes sociais. Para avaliar o índice de depressão nas pessoas entrevistadas, foi utilizado um questionário com nove perguntas, sendo que as duas primeiras serviriam como filtros para identificação das pessoas com incidências de sintomas da depressão. O questionário foi validado pela classe médica para utilização em leigos sobre sintomas depressivos.
Os critérios de seleção para medir a incidência de pessoas com depressão foram feitos através de cotas de sexo, idade e classe social de acordo com a população da cidade de São Paulo. Os 793 contatos resultaram em 174 entrevistas finais, com pessoas que responderam positivamente às duas questões filtro: a pergunta n°1 (Nas duas últimas semanas, sentiu-se triste, desanimado (a), deprimido (a), durante a maior parte do dia, quase todos os dias?) e a pergunta n°2 (Nas duas últimas semanas, teve, quase todo tempo, o sentimento de não ter mais gosto por nada, de ter perdido o interesse e o prazer pelas coisas que lhe agradam habitualmente).
Em se tratando de classe social, notou-se uma incidência maior de sintomas depressivos no publico das classes C e D, com 25% de pessoas apresentando sintomas da depressão, contra 15% de representantes das classes A e B acometidos pelos mesmos sintomas. "Este resultado era esperado, uma vez que problemas financeiros e dificuldades encontradas em morar em uma cidade como São Paulo podem contribuir para uma maior incidência nas classes sociais mais baixas", afirma o psiquiatra e coordenador científico da ABRATA, Dr. Rodrigo Silva.
Sintomas
Os indivíduos das classes C/D que apresentaram indícios da depressão, relataram diversas mudanças físicas e psicológicas, que podem ser consideradas como sintomas da doença. Dos 25% que apresentaram os sintomas da depressão, 44% afirmaram passarem por situações de diminuição do apetite, 76% afirmaram ter problemas relacionados com o sono, como agitação e insônia. Mais de 80% dos indivíduos das classes C e D atestaram se sentirem cansados e sem energia durante dia e por fim, 58% afirmaram ter tido, por diversas vezes, pensamentos ruins como suicídio.
Além disso, reparou-se que os jovens entre 18 a 29 anos são os que mais sofrem da doença, uma vez que a vida ainda não está estabilizada e existe a dificuldade de arrumar emprego, o que gera uma incerteza sobre o futuro.
Fonte: SEGS
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Terça-feira, 9 de Dezembro de 2008

Em tempos de crise, até Papai Noel adere à pesquisa

Líder de mercado em tecnologia do segmento inova em campanha de marketing neste Natal
A DomusTec Brasil, empresa especializada em desenvolvimento de soluções web para automatização de pesquisas, comprova em sua atual campanha de marketing que está mais atualizada do que nunca. Para evitar que o Papai Noel gaste muito dinheiro com presentes e transporte, ela criou um questionário para avaliar quem merece ser agraciado pelo Bom Velhinho.

Priscila Cacicedo, Gerente de Marketing da DomusTec Brasil, atual líder de mercado no segmento de tecnologia para aplicação de questionários, explica como chegaram a essa ação.

“Nossa intenção de realizar essa campanha interativa é torná-la viral. Chegamos a essa idéia quando estávamos decidindo qual brinde iríamos comprar para nossos clientes. Muitos estão acostumados a receber coisas que nem usam. Resolvemos, então, descartar essa idéia de brindes e fazer uma bonita e divertida mensagem utilizando as funcionalidades do QuestManager. Queremos que as pessoas se identifiquem com as situações apresentadas no questionário. Além de desejar Feliz Natal de uma forma diferente, nosso objetivo é proporcionar uma reflexão sobre a postura de cada um durante o ano.”

Para implementação da idéia, a DomusTec definiu que o Papai Noel seria um dos clientes, que comprou a licença para a aplicação do software da empresa. Com o resultado da pesquisa, o Bom Velhinho conseguirá avaliar o comportamento dos entrevistados durante o ano para, assim, identificar que tipo de presente a pessoa merece receber.

Após participar da pesquisa o cliente pode divulgar aos seus amigos. Estes saberão quantos pontos a pessoa que o indicou fez e a cada participação de um outro amigo, o iniciante desta corrente receberá uma mensagem informando quantos pontos os outros fizeram. É desta forma que a DomusTec pretende conseguir o efeito viral.

“Quando uma pessoa divulga para outras, gera um link individualizado e, assim, conseguimos controlar cada grupo de amigos”, explica a Gerente de Marketing da DomusTec, que tem como clientes as maiores empresas de pesquisa do Brasil, além de grandes empresas nacionais e multinacionais.

Para ver o questionário basta acessar o link abaixo. Só não esqueça de indicar aos amigos. O Papai Noel agradece.
Acesse: http://www.domustec.com.br/pesquisapapainoel/
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Segunda-feira, 8 de Dezembro de 2008

Independente da nação, consumidores se preocupam com os gastos de Natal

Como telefones celulares estão se tornando as principais opções de presente de Natal, a LG lançou uma pesquisa para descobrir o que as pessoas desejam com a chegada das festas de fim de ano, com um total de 15.743 participantes na Ásia, na Inglaterra, na Austrália e no Brasil. Perguntas variadas foram feitas na pesquisa online e abordaram assuntos como celebridade preferida, música e o lugar onde preferia passar as festas de fim de ano.
Quando o questionário abordou sobre a economia global, ficou muito evidente quando a pergunta foi o que é mais estressante no período das festas. A principal resposta de todos os participantes, e o maior problema, foi a falta de dinheiro para gastar. Entretanto, as pressões financeiras não estão impedindo as pessoas em Hong Kong e na Austrália de ir às compras, já que elas disseram que gastarão mais de $500. Já na Inglaterra, Cingapura e no Brasil pretendem gastar de $100 a $300, enquanto os malásios disseram que gastarão $50 a $100.Em todos os países, exceto Inglaterra e Brasil, torpedos continuam sendo o meio de escolha para desejar aos amigos boas festas, opção essa que ficou na frente de cartões, telefonemas e mensagens de multimídia.
Os brasileiros, por outro lado, preferem ligar para desejar boas festas, enquanto os ingleses ainda gostam de enviar cartões de Natal.Quanto aos presentes que gostariam de ganhar, os participantes na Inglaterra, Malásia, Cingapura e em Hong Kong optariam por um pacote de férias, enquanto os australianos e brasileiros prefeririam ganhar o mais recente aparelho eletrônico.

Fonte: Portal Administradores_
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Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2008

Aprovação do presidente Lula bate recorde, mostra Datafolha

A taxa de aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva bateu novo recorde em novembro, atingindo o maior patamar já registrado por um presidente brasileiro desde a redemocratização do país, mostrou pesquisa divulgada nesta sexta-feira. De acordo com levantamento feito pelo Datafolha, e publicado na edição desta sexta-feira do jornal Folha de S.Paulo, a avaliação positiva (soma de notas ótimo e bom) do presidente atingiu 70 por cento, batendo o recorde anterior, que também já era de Lula, de 64 por cento de aprovação em setembro.
O levantamento mostra que 23 por cento avaliam o presidente como regular e 7 por cento como ruim ou péssimo. A pesquisa, feita entre os dias 25 e 28 de novembro, mostra que Lula conta com avaliação positiva em todos os segmentos socioeconômicos e regiões do país.
O levantamento foi publicado em uma semana em que foram feitos anúncios de demissões em grandes companhias do país, como a Vale, e em que a indústria informou que as vendas de veículos despencaram pelo segundo mês consecutivo em novembro.
O levantamento apurou que 27 por cento dos brasileiros ainda não tomaram conhecimento da atual crise financeira internacional. O Datafolha ouviu 3.486 pessoas, com mais de 16 anos de idade, em todo país. A margem de erro máxima é de 2 pontos percentuais, para cima ou para baixo.
As melhores notas obtidas pelos presidentes que antecederam Lula no cargo depois da redemocratização do país no final dos anos de 1980 estão longe do patamar alcançado pelo petista. O melhor desempenho registrado pelo tucano Fernando Henrique Cardoso, por exemplo, foi 47 por cento de aprovação em dezembro de 1996. Itamar Franco obteve 41 por cento de avaliação positiva em dezembro de 1994, seguido por Fernando Collor, que em junho de 1990 registrava 36 por cento de avaliação postiva entre os brasileiros.

Fonte: Reuters
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Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008

Redes Sociais podem trazer mais retorno que anúncio publicitário

No Brasil as chamadas redes sociais vêm ganhando destaque graças a sites como o Orkut. De acordo com pesquisa divulgada em junho pelo IBOPE//NetRatings, mais de 20 milhões de pessoas navegaram em sites relacionados a comunidades, fotologs, videologs e mensageiros instantâneos e outras páginas de relacionamento on-line, um valor que representa cerca de 90% do total de usuários que acessam a Internet mensalmente.

Todas essas formas de transmitir informação geram uma interação que se contrapõe aos convencionais meios de comunicação como televisão, rádio ou jornais. O estudo Edelman Trust Barometer, pesquisa que busca entender como as pessoas formam suas opiniões hoje, indicou que os entrevistados confiam mais em seus pares do que em especialistas ou em acadêmicos. Daí a força das redes sociais para motivar a tomada de decisões”, destaca Luiz Alberto Ferla, CEO da Knowtec - empresa especializada em inteligência competitiva.
Segundo Ferla, o levantamento do IBOPE/NetRatings aponta ainda que campanhas on-line partindo de blogs ou outras redes sociais podem ter impacto 500 vezes maior do que as feitas a partir dos sites das próprias empresas. “Tudo isso evidencia que a utilização de mídias sociais já não é mais uma simples tendência. Por isso, empresas estão investindo em profissionais que entendam desse tipo de comunicação e que vivam realmente essa realidade. Não adianta apenas participar de fóruns, colocar vídeos na rede ou criar blogs corporativos. É fundamental que a equipe inteira acompanhe esse movimento que está revolucionando a forma de se comunicar”, afirma.

Fonte: O Barriga Verde
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Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008

Brasileiro vive 5,5 anos a mais, aponta pesquisa do IBGE

O brasileiro vive em média 5,5 anos a mais do que na última década, segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A expectativa de vida da população, que era de 67 anos em 1991, chega a 72,5 anos em 2007, de acordo com o estudo Tábuas da Vida, divulgado na manhã desta segunda-feira (1º).
Outro dado apontado pela pesquisa é a queda na taxa de mortalidade infantil nestes 16 anos. De 45,19 mortes para cada mil nascidos em crianças de menos de um ano o número caiu para 24,32 óbitos em 2007.
Regiões do país
A região com a maior taxa de expectativa de vida é o Sul, com 74,7 anos, seguido pelo Sudeste, com 74 anos, e o Centro-Oeste, com 73,7 anos, todas acima da média do país. No norte, o índice foi de 71,5 anos e o Nordeste aparece em último lugar, com 69,7 anos.
Nas projeções para a próxima década, a pesquisa aponta que os brasileiros viverão em média 74,8 anos em 2015, enquanto a taxa de mortalidade será de 18,2 óbitos em crianças de até um ano para cada mil nascidos vivos.
Gênero
As mulheres continuam com uma expectativa de vida maior do que a dos homens: em 2007, os índices foram de 76,44 anos para ela contra 68,82 para eles. Esta diferença se mantém estável, variando de 6 a 8 anos.
A pesquisa Tábuas da Vida é divulgada todos anos no dia 1º de dezembro, sendo utilizada pelo Ministério da Previdência Social para ajudar a estabelecer a porcentagem previdenciária das aposentadorias.
Fonte: Correio 24 Horas.
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