Sexta-feira, 28 de Novembro de 2008

Marca Brasil ganha destaque. Austrália é a “mais valiosa”


A Marca Brasil está perto de chegar ao Top 10 entre as nações cujas “marcas são as mais valiosas”. O estudo anual Country Brand Index colocou o país logo após às dez nações mais bem avaliadas de acordo com a opinião de especialistas em diversas áreas, entrevistas com turistas, pesquisa quantitativa e referências estatísticas que relacionam brand equity de cada país a investimentos, crescimento e expansão.
Em primeiro lugar, há três anos, está a Austrália. O país é seguido pelo Canadá e pelos EUA. O levantamento realizado FutureBrand pela ouviu 2.700 pessoas em nove países, incluindo o Brasil. No quesito Vida Noturna, o Brasil é o segundo país mais bem identificado na pesquisa, atrás do Japão. O Brasil aparece pela primeira vez no ranking do quesito Praias, na décima posição.
Fonte: Mundo do Marketing________________________________ ____________________________
Este texto pode ser copiado, distribuído, reproduzido, transmitido ou publicado em outros sites desde que mantidas as mesmas referências ao autor e à este Portal (www.PesquisadorModerno.com.br)
Leia mais!

Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008

Estudo IBM revela que consumidores aceitam novas formas de publicidade


O segundo inquérito global online da IBM sobre os hábitos dos consumidores de mídia e entretenimento digitais revelou que estes estão favoráveis a conteúdos digitais nos celulares e computadores, o que traduz um impacto significativo nos hábitos tradicionais de consumo. A pesquisa online, realizada com 2800 pessoas de seis países - Austrália, Alemanha, Índia, Japão, Reino Unido e Estados Unidos - mostra também como os consumidores estão à vontade para divulgar informações sobre si mesmos se, em contrapartida, lhes forem concedidos incentivos relacionados a seus estilos de vida. A aceitação de serviços com conteúdos digitais duplicou desde o ano anterior. Os serviços relacionados a redes sociais registrou uma penetração de 60% e a informação online para celulares está na vida de 40% dos entrevistados em todo o mundo. No entanto, se a aceitação dos serviços com conteúdos digitais está amplamente difundida, a interatividade (através de ferramentas de avaliação ou de uploads de vídeos) é apenas utilizada pelos consumidores mais conhecedores.
Mais de 70% dos entrevistados admitiu preferir modelos de consumo financiados pela publicidade, acessando dispositivos gratuitamente, o que representa uma grande oportunidade de crescimento para a indústria publicitária. Esta preferência variou entre 62 e 80% por país, tendo o Japão registrado o valor mais elevado. Quando questionados sobre como a publicidade deveria ser associada aos vídeos online, a maioria dos entrevistados afirmou preferir vê-los antes ou depois do filme. Eles protestaram contra os modelos de publicidade tradicionais da televisão, como a interrupção dos filmes por causa dos anúncios ou o recurso de merchandising nos programas.
"Os consumidores cresceram habituados a aceitar novos conteúdo por fontes alternativas, exemplo do vídeo online, de forma gratuita e com publicidade limitada", disse Saul Berman, da Global Lead Partner, Strategy & Change Consulting, IBM Global Business Services e autor de vários estudos recentes da IBM. "A indústria da publicidade tem de encontrar formas apelativas de valorizar novas fontes de conteúdos ou arrisca-se a um destino semelhante ao da indústria da música que viu o seu valor principal mudar nos últimos tempos", acrescentou o responsável.
Cerca de 60% dos entrevistados manifestaram-se disponíveis para fornecer informação pessoal - idade, gênero, estilo de vida ou preferências de comunicação - em troca de qualquer coisa com valor. Os mais novos mostraram ter menos preconceitos em revelar as preferências pessoais, e uma parte significativa das pessoas com mais de 45 anos manifestou-se igualmente à vontade. No entanto, todos os entrevistados indicaram a necessidade de receberem em troca valores e incentivos. Vídeos e músicas de alta-qualidade grátis, descontos para as lojas favoritas e pontos para viagens/hotéis são os incentivos mais desejados e atrativos.
Metodologia da Pesquisa IBM
A pesquisa online foi conduzida durante o terceiro trimestre de 2008 pelo Institute for Business Value da IBM. O questionário gerou 2800 respostas em seis países: Austrália, Alemanha, Índia, Japão, Reino Unido e Estados Unidos. A pesquisa foi submetida a uma divisão equitativa de gênero (masculino/feminino) e atingiu grupos demográficos a partir dos 13 anos.
Os resultados podem ser estatisticamente considerados significativos, com um grau de confiança de 95% e uma margem de erro de +/- 0.0138 pontos. Este estudo é parte integrante do relatório: "Beyond Advertising: Fact or Fiction", da autoria conjunta de Saul Berman, Bill Battino e Karen Feldman, cuja publicação está prevista para o final deste ano.
Fonte: Universia (Portugal)
____________________________________________________________________
Este texto pode ser copiado, distribuído, reproduzido, transmitido ou publicado em outros sites desde que mantidas as mesmas referências ao autor e à este Portal (www.PesquisadorModerno.com.br)
Leia mais!

Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008

Ibope passará a medir audiência da Internet no trabalho


Fonte: Portal Terra

O Ibope/NetRatings passa a medir, em janeiro, a audiência das páginas da web visitadas em ambientes corporativos no Brasil. Hoje, essa medição é feita apenas com base nos acessos domiciliares e nos locais públicos. Os dados devem ser disponibilizados ao mercado a partir do segundo trimestre do ano que vem, depois de um período de testes. O Ibope aponta que o País tem hoje cerca de 40 milhões de internautas ativos. No ambiente domiciliar, foram contabilizados, em agosto, 24,3 milhões de internautas ativos, que gastaram 23,5 horas de seu tempo navegando. De posse dos números agregados, a expectativa é que se tenha uma visão mais ampla e real do comportamento do usuário brasileiro de Internet, possibilitando melhor planejamento das empresas para as suas estratégias de publicidade e marketing. Este ano, até agosto, o meio recebeu cerca de R$ 450 milhões do mercado publicitário, o que significa 3,37% do total investido em mídia. Os números representam um crescimento de 45% em relação ao mesmo período do ano passado.
Segundo a CEO do Ibope/NetRatings, Fábia Juliasz, será empregada na medição corporativa a mesma metodologia do painel domiciliar. "Vamos somar as duas medições", diz Fábia. Ao mesmo tempo será possível analisar as diferenças na forma de uso em cada ambiente. "Haverá uma visão muito mais ampla sobre o que o usuário prefere no ambiente domiciliar e no corporativo." Medição semelhante já é feita pela Nielsen/NetRatings - sócia do Ibope/NetRatings - em mercados como o dos Estados Unidos, da Alemanha, da Inglaterra e do Japão.
De acordo com o presidente internacional da Nielsen Online, Jonathan Carsen, os clientes brasileiros terão diversos benefícios com o novo serviço. "Como parte significativa do uso da Internet no país ocorre no local de trabalho, teremos um retrato mais completo desse universo", afirma. Segundo ele, os números de audiência em algumas categorias, como notícias e finanças, terão aumento significativo. "Constatamos em outros países que os usuários visitam esses locais com freqüência durante as horas de trabalho", diz Carsen.
Ele afirma ainda que o uso da banda larga é mais freqüente no ambiente corporativo, e que a pesquisa poderá fornecer dados mais aprofundados sobre o uso de meios de valor agregado, como os vídeos. "Poderemos ainda fornecer melhores medidas de fidelidade, comparando a duplicação de visitas no ambiente corporativo e no domiciliar."
Segundo Carsen, em outros mercados onde foi lançada essa tecnologia pode-se notar que os grandes clientes foram beneficiados ao perceber de uma maneira mais ampla o comportamento do usuário de Internet. "Estamos confiantes de que esse será o caso no Brasil", afirma.
Para Paulo Castro, conselheiro do Interactive Advertising Bureau (IAB) e diretor geral do Terra Brasil, ter mais conhecimento sobre a audiência é essencial para dar mais informações ao mercado e defender melhor os investimentos publicitários. "O mercado online cresceu mais de 40% nos três primeiros trimestres do ano e deve manter o crescimento a taxas de 30% pelos próximos cinco anos", diz Castro. "As vendas de computadores e o acesso à banda larga têm aumentado de maneira vigorosa, e o mercado publicitário está atento a isso."
Castro afirma que, além do consumo de notícias durante o horário de trabalho, muita gente aproveita o acesso à rede no ambiente corporativo para o comércio eletrônico. "Isso poderá ser bem medido agora, beneficiando a formulação das estratégias dessas empresas", diz.
____________________________________________________________________
Este texto pode ser copiado, distribuído, reproduzido, transmitido ou publicado em outros sites desde que mantidas as mesmas referências ao autor e à este Portal (www.PesquisadorModerno.com.br)
Leia mais!