Quinta-feira, 31 de Julho de 2008

Pesquisa de clima faz TRT mudar horário de funcionamento

A partir de 1º de setembro o horário de funcionamento da Justiça do Trabalho em Mato Grosso será das 10 horas às 18h. A última hora do expediente (17 horas às 18h) será dedicada às atividades internas para que os trabalhos iniciados no dia possam ser finalizados. A mudança foi implantada após a realização de uma pesquisa de clima organizacional realizada pelo TRT. Atualmente o atendimento ao público acontece das 9 horas às 18h.

A mudança atende reivindicação de magistrados e servidores e foi aprovada ontem (dia 30) durante sessão administrativa realizada pelo Pleno do Tribunal Regional do Trabalho. Os magistrados levaram em consideração que a mudança permitirá otimizar o desempenho nas unidades possibilitando maior concentração de servidores durante as oito horas de funcionamento.

Outras questões como a necessidade de redução de despesas e a uniformização dos horários de funcionamento das varas da capital e do interior também tiveram peso na decisão. A Resolução Administrativa 110/2008 foi publicada no Diário de Justiça Eletrônico de quarta-feira.
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Quarta-feira, 30 de Julho de 2008

Satisfazendo o cliente com pesquisas inteligentes

*Com informações do portal O Gerente e Manalais Comunicação.

A revisão da ISO 9001 deverá ser publicada ainda este ano e, traz soluções práticas para muitas ações incorretas que foram sendo estabelecidas nos últimos anos. Uma delas diz respeito ao requisito de satisfação dos clientes. Segundo artigo publicado pelo portal O Gerente, “acreditando em respostas sofisticadas uma vez que se trata de requisitos normativos, as organizações partiram quase que exclusivamente para a realização da pesquisa de satisfação dos clientes. Criou-se uma estrutura à parte para realizá-las a imagem e semelhança dos institutos de pesquisa de opinião”.


Diante desse processo, a solução adotada de forma mais freqüente foi a elaboração de questionários que enviados aos clientes quase nunca são respondidos. O artigo continua salientando que “uma nota acrescentada ao requisito faz a diferença a partir de agora (...) requerendo que se faça o monitoramento da percepção do cliente para obter informações como dados de qualidade na entrega do produto, reclamações, informações de garantia, relatórios de campo, entre tantos outros”.

Ainda conforme o portal, a palavra de ordem é fazer uso correto e adequado para melhorar o desempenho através da percepção dos contatos do cliente. Esse monitoramento pode fazer com que exista uma resposta adequada ao cliente e, por sua vez, o envio de informações à direção para uma análise crítica efetiva e, obtenção de recursos e projetos necessários.

Cultura

Segundo cita o diretor da Manalais Comunicação, Jemon Brustolin, em seu artigo “A Pesquisa de Mercado Inteligente”, a cultura arraigada dos empresários brasileiros muito acostumados a tomar decisões com base na in­tuição ou na experiência pessoal tem sido um motivo para o baixo investimento de empresas brasileiras em pesquisa de mercado.

“Para se ter uma idéia, os investimentos mundiais em pesquisa de mercado chegam à casa dos US$ 23 bilhões. Desse total, os cinco maiores investidores são, respectivamente, os Estados Unidos, o Reino Uni­do, a França, a Alemanha e o Japão. A grande novidade é o rápido avanço da China no ranking. Por outro lado, no Brasil os investimentos são da ordem de US$ 250 milhões. Quando os com­paramos com os investimentos aplicados em pesquisa na América do Norte (US$ 8,3 bilhões), que equivalem ao tamanho do nosso mercado publicitário”, diz ele no artigo.

Jemon Brustolin ressalta que não basta fazer uma pesquisa, é preciso formatar um pro­jeto com muito cuidado para que o resultado não seja feito de informações superficiais ou irrelevantes para a tomada de decisão. “Por essa razão, é preferível privilegiar outras metodologias como, pes­quisas de observação, entrevistas individuais em profundidade e, principalmente, pesquisas quan­titativas, que são muito mais confiáveis”, lista o artigo.

Casos

O diretor da Manalais dá exemplos de caso de pesquisa de mercado que por ter sido inteligente e bem fundamentado trouxeram ganhos gerais significativos para as empresas Itaú, Ambev, Volkswagen do Brasil. “Não importa se é para um lançamento de um novo produto, um novo edifício ou um novo posto de gasoli­na; as companhias mais inteligentes perceberam que a pesquisa é a melhor forma de detectar os reais desejos e as necessidades dos consumidores”.

No caso do lançamento do veículo Fox pela Volkswagen do Brasil. Com base na pesquisa de marketing a fabricante posicionou o produto junto ao público que buscava carros pequenos com um pouco mais de sofisticação.


“As equipes da Volks trabalharam com diversas pesquisas qualitativas e quantitativas que apontaram para o desenvolvimento de um carro mais focado nos passageiros, valorizando, sobretudo, o espaço interno. O estudo detectou ainda, que a altura dos jovens havia aumentado - o que exigia um teto mais alto; famílias com crianças pediam um porta-malas com mais espaço; mulheres apreciam porta-objetos. Qual o resultado de todo esse trabalho? O Fox já representa 60% do mercado nacional de carros duas portas, e ocupa a segunda colocação em vendas, só perdendo para o Gol, o que comprova a incrível aceitabilidade do produto pelos consumidores”, finalizou.
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Personalização, essencial para pesquisas com a classe A

Fonte: Instituto de Pesquisa Fractal

Essencial para desenvolver estratégias que valorizem as marcas, a pesquisa de mercado é uma das ferramentas mais confiáveis para obtenção de informações representativas sobre determinado público-alvo. Quanto mais alto o poder aquisitivo, mais difícil é o acesso aos entrevistados. Segundo análise promovida pelo Instituto de Pesquisa Fractal, empresa de pesquisa e consultoria de negócios do Brasil, o desenvolvimento de ações direcionadas ao tratamento diferenciado à classe A é o caminho para se obter êxito junto a este público.

Entre as particularidades, Celso Grisi, diretor-presidente do instituto e professor da FEA/USP, destaca a necessidade de uma primeira abordagem via correio, em que são feitas as apresentações e sugestão de um contato telefônico para agendamento da entrevista. A peça a ser enviada pelo correio deve ter esmerada apresentação gráfica e conteúdo seletivo. As respostas devem ser colhidas em um ambiente privado, em que se consiga um alto nível de atenção. Não se deve permitir ninguém por perto e reforçar o tratamento confidencial a ser dado às respostas dos entrevistados. Mantê-los no anonimato é questão crucial para obter respostas confiáveis.

A diferenciação no tratamento se estende, inclusive, aos incentivos oferecidos aos que colaboram com as pesquisas. Brindes são agrados sem relevância para esse tipo de público, por isso a troca, nesses casos, se dá por meio de informações relevantes aos seus negócios ou aos seus interesses pessoais, por exemplo.

Para que haja qualidade nas informações obtidas, o Prof. Grisi também destaca a importância da identificação entre entrevistados e pesquisadores. Isso envolve a maneira de se vestir, o vocabulário utilizado e o conhecimento sobre assuntos de interesse do respondente. “Para que haja confiança e interação no decorrer da pesquisa, o entrevistado deve entender o pesquisador como pertencente ao seu grupo social”, explica o Grisi, que reforça: “No fundo trata-se do que se tem chamado de espelhamento social”.

Segundo o professor, a falta de profissionais qualificados é um dos principais problemas que afetam diretamente a imagem do setor. “Encontrar pessoas capacitadas a desenvolver esse tipo de trabalho com qualidade está ficando uma tarefa cada dia mais difícil”, observa.

Na disputa com seus concorrentes, as empresas de pesquisa passam a oferecer propostas a preços cada vez mais baixos, reduzindo suas margens de lucro e, por essa razão, renunciando aos padrões de qualidade de seus produtos de pesquisa. “É melhor decidir sem nenhuma informação do que com uma informação errada” afirma.

Para o executivo de área de pesquisa, a estratégia para quebrar esse círculo vicioso é aperfeiçoar a qualidade dos produtos e obter ganhos de produtividade. “Com preço não se pode brincar, afinal os clientes contratam esses estudos para obter informações confiáveis que possam alicerçar suas decisões. Um erro, nesse caso, costuma custar caro ao cliente habituado a decidir sobre informações de pesquisa”, sustenta o professor.
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Segunda-feira, 28 de Julho de 2008

Pesquisa eleitoral na era da mobilidade

*Raphael Guerreiro da Fonseca
(Gerente Geral da LWS e da Luxicom)

Em todo o País começou o “corre-corre” dos partidos políticos para as eleições municipais. Tem político já conhecido tentando se reeleger, outros querem voltar para o poder, novas personalidades também estão aparecendo e ainda aqueles que nunca perderam a esperança de ganhar uma eleição. Para completar o cenário só falta mencionar que as listas de promessas e de propostas continuam extensas e cada vez mais difíceis de cumprir.

Bom, mas deixemos isso de lado e vamos ao tema do artigo. Nessa “corrida” das eleições municipais um fato bem interessante é a pesquisa eleitoral, que é feita atualmente de forma manual pelos inúmeros pesquisadores nas ruas das cidades, ou seja, ainda é anotada em papel e depois as informações são inseridas no computador para serem tabuladas. Fornecidas por empresas especializadas como DataFolha, Ibope e outros, as pesquisas divulgam nos principais municípios da União a classificação acirrada dos candidatos e por meio delas os políticos direcionam suas campanhas e o eleitorado, muitas vezes, escolhe o seu candidato.

Uma alternativa bem bacana, moderna e precisa seria o uso de dispositivos móveis com GPS para a pesquisa. Tomando a cidade de São Paulo, como exemplo, podemos imaginar os pesquisadores em plena Avenida Paulista coletando as intenções de votos com dados de perfil do eleitor e localização exata onde foi feita a pesquisa.

A partir disso, seria interessante que o sistema do PDA estivesse conectado com um portal na Web, no qual em tempo real seriam divulgados os votos dos eleitores que estão no início da Avenida Paulista, por exemplo, e os que estão no final dela. É possível também montar um mapa da cidade apontando onde os candidatos têm mais eleitores.

Enfim, os benefícios seriam enormes, como: ter o perfil do eleitor, gerenciar melhor os pesquisadores através do GPS, o resultado das pesquisas seria divulgado em um tempo bem menor, entre outros. E os candidatos poderiam se valer de mais informações para montarem seus cronogramas de visitas às subprefeituras a partir das pesquisas e o eleitorado também ficaria sabendo com maior precisão e rapidez como está a classificação do seu candidato em cada ponto da cidade. Pensem nisso!

Fonte: Artigo extraido do Baguete Jornalismo Digital/TI.
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Conhecimento de mercado - Pesquisa de Marketing

O livro de Beatriz Santos Sâmara e José Carlos de Barros, Pearson Education (www.pearson.com.br) tem 280 páginas, e preço sugerido de R$ 47,00.

Toda e qualquer decisão tomada por uma organização empresarial deve estar fundamentada por informações colhidas no ambiente externo. O conhecimento do mercado, dos clientes, da concorrência e da legislação é imprescindível para uma ação acertada. O livro enfatiza a importância da pesquisa de mercado na tomada de decisões da administração de marketing. Os autores descrevem ainda os componentes de um sistema de informações e formas para a elaboração das diferentes etapas de um projeto de pesquisa de marketing.
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Sexta-feira, 25 de Julho de 2008

Pesquisa de mercado mostra melhores e piores em Responsabilidade Social

Fonte: Market Analysis

A Market Analysis, instituto de pesquisa de mercado e opinião pública, apresenta os resultados do levantamento que aponta as dez melhores e piores companhias em Responsabilidade Social atuantes no país. Entre as mais bem avaliadas estão Petrobrás (19,8%), Coca-Cola (4,8%) e Vale do Rio Doce (3,8%). Bradesco, Votorantim, Natura, Fiat, Sadia e Azaléia também compõem este grupo. Os dados fazem parte do Monitor de Responsabilidade Social 2008, estudo realizado anualmente pela empresa no Brasil.

Entre as empresas classificadas negativamente, a Parmalat lidera com 10,6%, seguida pela Souza Cruz (5,8%) e Telemar (5,3%). Mac Donald´s, Telefônica, Petrobrás, Vale do Rio Doce e AE Cedae dividem o 4º lugar (1,9%) do ranking. Para traçar os resultados o instituto ouviu 805 pessoas nas principais capitais brasileiras.Segundo Fabián Echegaray, diretor da Market Analysis, o estudo reforça a preocupação dos brasileiros com o tema e a atenção dada aos fatores que envolvam o ramo de atuação das empresas. Tanto a Petrobrás como a Vale do Rio Doce são citadas nos rankings de melhores e piores.

"Esta duplicidade reflete tanto a aceitação dos investimentos massivos em ações sociais e de marketing, tidos como muito relevantes por alguns consumidores, como também a percepção crítica de outros consumidores sobre a natureza intrinsecamente questionável dos negócios destas empresas, ligados à poluição e deteriorização do meio ambiente", alerta Echegaray.

Outro exemplo que clareia esta percepção é a posição da Parmalat, que atualmente ocupa o topo do ranking das piores empresas em responsabilidade social. A empresa teve sua imagem abalada após a denúncia sobre o uso de soda cáustica no leite fornecido por algumas cooperativas, no segundo semestre de 2007, evidenciando a preocupação e atenção do brasileiro quanto à maneira como são tratados os negócios das empresas.

"A maior atenção da mídia, não apenas na maneira como as empresas distribuem parte dos seus ganhos, mas também como elas geram suas receitas torna o consumidor brasileiro cada vez mais atento e exigente diante do mundo corporativo", aponta Echegaray.

"Ele reage rapidamente às informações que circulam sobre as empresas e - neste sentido - reputação e valor de mercado das empresas podem crescer rapidamente, como cair no abismo com a mesma velocidade", conclui.

Para ver o ranking completo, acesse:http://www.s2.com.br/s2arquivos/477/multimidia/255Multi.pdf.

Monitor de Responsabilidade Social 2008: pesquisa sobre reputação das empresas realizada anualmente pela Market Analysis Brasil. Foram entrevistados 805 adultos (18-69 anos), nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Goiânia e Brasília. As entrevistas foram realizadas em novembro e dezembro de 2007, no domicílio do entrevistado. A margem de erro é de aproximadamente 3,4%.
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Quarta-feira, 23 de Julho de 2008

Confecção de Questionário - Briefing e Áreas de Estudo

Fonte: Abep
O questionário é uma peça de fundamental importância no processo de Pesquisa. É o resultado do planejamento que analisou o problema, que determinou quais informações são imprescindíveis no processo de decisão, que estabeleceu quais rumos seguir com as informações coletadas. O desenvolvimento do curso, coordenação e aulas serão feitas pelo professor Maximiliano Herlinger.

O questionário é o instrumento de comunicação com o entrevistado no qual serão registradas as informações que devem ter a precisão que acenderão as luzes voltadas ao futuro. Como redigi-lo, eliminando ou diminuindo ao máximo os vieses das respostas, é uma preocupação que o pesquisador deve ter sempre presente.


Ao final do curso o participante estará apto a entender e confeccionar um briefing segundo os objetivos da Pesquisa, elaborar as áreas de estudo que nortearão a confecção do questionário, confeccionar um questionário levando em conta princípios que eliminarão ou diminuirão vieses ao máximo, captar a visão global do questionário facilitando a percepção de falhas para correção, evitar ou levar ao mínimo os “esquecimentos” com aprimoramento das técnicas de construção do questionário, facilitar o trabalho de campo e processamento, eliminar ou diminuir significativamente as voltas de campo geradas por falha do questionário.

Objetivo do Curso
Transmitir e ampliar o entendimento sobre o problema a ser estudado na pesquisa com a elaboração das áreas de estudo que servirão de base para o desenvolvimento do questionário. Isto envolve a análise e o entendimento do briefing e dos objetivos da pesquisa como um todo. Exposição e discussão dos princípios para confecção de um questionário que atenda os objetivos do planejamento em harmonia com o processamento, sem viés, e sem a falta de perguntas ou informações que foram deixadas para trás.

Público Alvo
O curso é destinado a todo profissional envolvido no Planejamento e Análise, Assistente ou trainees, em que uma de suas atribuições é desenvolver e/ou avaliar questionários. Profissionais de Marketing ou produto que aprovam questionários e têm responsabilidade sobre o uso da informação. Chefes de campo e supervisores que tenham a responsabilidade pelo pré-teste e entender os objetivos de cada pergunta.

Professor Maximiliano Herlinger
Graduado em Economia pela PUCSP.

Atividade Profissional.
Participação em mais de 1.300 projetos de Pesquisas, entre Quantitativas e Qualitativas em mais de 40 tipos de Pesquisa. Experiência em próprio Instituto, Polimerc e Estudo, e gerência de Pesquisa na Kibon e Johnson.
Mais de 120 clientes atendidos nos mais diferentes ramos e tamanhos, tipos de problema, nacionais e multinacionais.

Atividade docente.
Diretor Cultural da SBPM e ABIPEME. Ex Professor de Administração Mercadológica/Pesquisa de Mercado no Mackenzie, PUC de Campinas e no MBA de Marketing do IBMEC. Organização de cursos na área de pesquisa que contou com a participação de mais de 1.500 alunos.

Informações Gerais
Data: 7, 8 e 9 de agosto de 2008
Horário: 9h as 18h30
Carga horária: 24 horas
Local: consulte a ABEP para obter maiores informações Inscrição: katia@abep.org ou pelo telefone (11) 3078.7744 com Kátia ou Lucinéia.
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Terça-feira, 22 de Julho de 2008

Sinpeme

O jornal eletrônico da ASBPM traz informações sobre a reunião com 43 empresas, que resultou na fundação do Sindicato Nacional de Empresas de Pesquisa de Mercado (Sinpeme). A primeira diretoria da nova entidade é constituída por Geraldo Magela Belo, Jair Gagliego Bertoncello, Clóvis Rodrigues Júnior, Luiz Carlos de Azevedo e Silva Sobrinho, Francisco José de Toledo, Cláudio Martins Souza e Silva, Mário Rodrigues Filho, José Maria Curralo, Luiz Carlos Yukio Uehara, Eustáquio Antonio Rodrigues, Gustavo Henrique Fleming, Virginia Agnes Rowlands, Márcio Boiajion e, Osmar Amaro da Costa

Nota Oficial
Comunicamos aos senhores empresários do segmento de pesquisas de mercado e opinião, que no dia 23 de junho de 2008, em assembléia geral extraordinária em que compareceram 43 representantes de empresas de pesquisa foi fundado o SINPEME ­ SINDICATO NACIONAL DE EMPRESAS DE PESQUISA DE MERCADO.

Todos os representantes das empresas aprovaram por unanimidade o estatuto e elegeram a sua primeira diretoria assim constituída: Geraldo Magela Belo, Jair Gagliego Bertoncello, Clóvis Rodrigues Júnior, Luiz Carlos de Azevedo e Silva Sobrinho, Francisco José de Toledo, Cláudio Martins Souza e Silva, Mário Rodrigues Filho, José Maria Curralo, Luiz Carlos Yukio Uehara, Eustáquio Antonio Rodrigues, Gustavo Henrique Fleming, Virginia Agnes Rowlands, Márcio Boiajion, Osmar Amaro da Costa.

Informamos que demos entrada junto aos órgãos competentes toda a documentação para que tenhamos aprovada nossa carta sindical até o final deste ano.
A sede do sindicato funcionará na Rua Loefgreen nº 1.560, Bairro Vila Clementino, São Paulo, SP, CEP 04040-002.

São Paulo, 14 de julho de 2008.

Geraldo Magela Belo Presidente
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Segunda-feira, 21 de Julho de 2008

Pesquisa de satisfação de clientes

Fonte: Neusa Mendes da Silva
www.portalqualidade.com.br


Através da pesquisa é que poderemos conhecer e avaliar quem é e o que quer nosso cliente. Ela nos dará todas as respostas sobre a empresa/produto – fatores de risco e de sucesso, como por exemplo, se o que estamos produzindo ou oferecendo é aquilo que nós queremos ou se é o que o cliente realmente deseja e, se atende às necessidades mínimas dele. Daí resultará o sucesso e/ou o insucesso e vendas.

Observo, tanto nos veículos de comunicação como nos encontros do Programa de Qualidade, a discussão sobre a importância da aplicação das pesquisas de satisfação do cliente nas empresas, por ser esta um fator essencial de mudança e de tomada de decisões no comportamento a nível gerencial, chefias, etc. esta ferramenta da Qualidade Total – anos atrás um instrumento de marketing – nos demonstra o quanto é necessário ouvir nosso cliente com respeito, seriedade e carinho.

Hoje, não podemos somente pensar em criar necessidades, o cliente que está aí é um consumidor exigente e deve ser atendido com excelência. Se satisfeito, irá falar muito bem dos serviços, sendo que, na maioria dos casos, ele é o fator decisivo para escolha de determinado produto/empresa influenciando tantos outros.

Estas considerações referem-se apenas ao cliente externo? Absolutamente, devemos também observá-las em nosso cliente interno, medir seu nível de satisfação com a empresa. Faz-se necessário ouvi-lo sempre, pois somente o colaborador participativo e que sente prazer no que executa irá fazê-lo com a qualidade e produtividade. O prazer na execução das tarefas evita o desperdício de tempo, material etc.

As pesquisas internas e as reuniões de avaliação são excelentes métodos para conhecer aquele que trabalha na empresa. Através da utilização destas, o empresário poderá eliminar as causas e os motivos dos problemas, pessoas irão sentir-se mais realizadas por serem ouvidas e acreditadas.

O cliente interno satisfeito é aquele que, além de realizar bem o seu trabalho, falará com orgulho da empresa e tornar-se-á um excelente vendedor. Porém devemos ter cuidado com a aplicação das pesquisas – seja ela interna ou externa – e análise das mesmas. Ler, reler, avaliar seus resultados é o procedimento correto para a boa utilização da mesma, a concretização dos objetivos se o que pretendemos alcançar é só sucesso ou também respeito.

As pesquisas muitas vezes são consideradas o bicho-papão – ninguém gosta de apostar em quem está perdendo – e por isso temidas. Mas, se as realizarmos inseridas em um programa de qualidade, com ética e objetivos bem definidos, poderemos ter a certeza de estarmos no caminho certo. Se não houver métodos para a utilização e avaliação dos resultados a melhor conduta é não aplicá-las pois, fazê-la por fazê-la é um risco desnecessário com um final infeliz acompanhado de uma boa dor de cabeça – sem saber qual analgésico usar.
A pesquisa aleatória não irá identificar problema algum, mas criá-lo. Os políticos que o digam, afinal o eleitor é cliente!
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Sexta-feira, 18 de Julho de 2008

Nasa leva QuestManager à Lua

O software de gerenciamento de pesquisas de mercado QuestManager, desenvolvido pela DomusTec, vai ser levado pela NASA à Lua dentro da campanha "Mande o seu nome para a Lua" realizada pela agência espacial norte-americana. Milhares de nomes, entre eles o QuestManager, seguirão para o espaço no dia 28 de outubro deste ano em um microchip integrado à nave espacial Atlas 401 na missão Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO). A DomusTec, que é líder nacional há três anos no segmento de tecnologias para pesquisas de mercado, vai literalmente decolar.

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Quinta-feira, 17 de Julho de 2008

Novo Marketing e a nova Pesquisa de Mercado

(Fonte: Abep)

Executivos de Pesquisa de Mercado e áreas afins interessados em desenvolver uma linguagem de negócio comum em Marketing e Pesquisa já podem se inscrever no curso NOVO MARKETING E A NOVA PESQUISA DE MERCADO que tem como objetivo analisar e discutir o ambiente de negócios globalizado, que influencia a atividade estratégica das empresas e da área de marketing a participação de pesquisa de mercado como valor agregado. As aulas serão ministradas pela professora Dulce Perdigão.

Outros objetivos
Busca avançar em idéias acionáveis. Impulsionar inovação. Oferecer uma plataforma comum, ampla e aberta para as mentes mais brilhantes no negócio.
Estimular o pensamento estratégico nos processos de geração, seleção, organização e compartilhamento de informações e insights.

Conteúdo Programático
ü Ambiente de Negócios Globalizado
ü Estratégias de Crescimento
ü Ambiente de Marketing
ü Segmentação, Diferenciação e Posicionamento
ü Produto, Preço, Distribuição e Comunicação
ü O novo Marketing e a nova Pesquisa de Mercado
ü Marketing Internacional
ü O Caminho da Inovação
ü Pesquisa & Desenvolvimento (R&D)
ü Pesquisa de Mercado como apoio ao Desenvolvimento de Produto – do conceito à embalagem
ü Geração de Insight
ü Criatividade e Pesquisa de Mercado
ü Desenvolvimento de Comunicação
ü Medição de Audiência
ü Simulação de Potencial de Sucesso no Mercado
ü Sistema de Informações de Marketing (SIM) - Gestão da Informação
ü Monitoramento do Desempenho da Marca e Brand Equity
ü Monitoramento de Tendências
ü Desafios do Marketing e da Pesquisa no Século XXI


Informações Gerais
Carga horária: 24 horas/aula
Local: Sede ABEP - SP - Rua Urussuí, 92 - Itaim Bibi
Data e horário: 28 a 30 de julho de 2008 - Das 9h as 18h30
Professora: Dulce M. Perdigão*

Inscrição
(11) 3078.7744
e-mail katia@abep.org.

*Este curso foi desenvolvido e será ministrado por Dulce M. Perdigão. Dulce é Cientista Política, Econômica e Social, com especialização em Sociologia do Desenvolvimento. Especialista em Consumer Insight, Pesquisa do Futuro e Gestão de Políticas Publicas. Trabalhou para Ford, Research International e Unilever nas áreas de Propaganda, Marketing, Planejamento Estratégico, Pesquisa de Mercado e Consumer Insight, no Brasil e México. Possui Experiência Acadêmica em pós graduação de Pesquisa e Análise de Mercado, CEAPOG, UNIMES/São Caetano do Sul, cursos sobre Mídia e Pesquisa de Mercado no Brasil, Colômbia, Venezuela, México, América Central e República Dominicana. Além disso, atualmente é sócia da Test of the Future, consultoria em Tecnologia e Inteligência Empresarial.
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Pesquisa de Remuneração e Benefícios - ABEP 2008

A ABEP finalizou a tão aguardada Pesquisa de Remuneração e Benefícios - ABEP 2008. Através dela as empresas podem obter informações completas sobre a mais atual pesquisa de mercado sobre salários e benefícios por cargos, horários de jornada, comparações com o mercado entre outras informações. Uma excelente ferramenta para o planejamento estratégico das empresas que pretendem ampliar equipes. O acesso às informações é exclusivo às empresas participantes. www.abep.org.

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Etnografia em Pesquisa de Mercado

Na pesquisa qualitativa a utilização de técnicas de inspiração etnográfica tem sido cada vez mais freqüente e requisitada pelos clientes.

*Diva Maria Tammaro de Oliveira

(Fonte: Abep)

Começa hoje, dia 17, e vai até sábado (19) o curso Etnografia em Pesquisa de Mercado, realizado pela Abep em parceria com a Aba, no Espaço Integração, que fica na Rua Manoel Guedes, 504, no bairro Itaim Bibi, em São Paulo. Ainda há vagas para inscrição.


O curso ministrado pela professora Diva Maria Tammaro de Oliveira, diretora geral da Recherche – instituto de pesquisa qualitativa – tem como foco a observação do comportamento do consumidor no momento e ambiente em que ele ocorre. Com base no atual momento das pesquisas de mercado de cunho etnográfico em que a geração de novas idéias e insights assume cada vez mais importância para o posicionamento e comunicação de produtos e marcas. O desenvolvimento também é da professora em parceria com a Aurora Motomi Yasuda e coordenação de Maximiliano Herlinger.

Aplicabilidade

As aulas são expositivas, em formato de workshop, com a realização de exercícios práticos em grupo em sala de aula, com apoio de data show. A professora recomenda que, se possível, os alunos levem computadores portáteis. Neste curso o que se pretende é dar meios para refletir sobre o real alcance dos métodos etnográficos, sua aplicação para pesquisa de mercado e opinião, seu papel dentro da caixa de ferramentas qualitativas, seus pontos fracos e fortes para que as pessoas que irão utilizá-la saibam como planejar, colocá-la em prática de modo produtivo e correto.

Destinado aos pesquisadores da área qualitativa de maneira geral, pesquisadores de outras especialidades, aos usuários de pesquisa, ao final do curso o aluno estará apto a avaliar de forma crítica o uso de ferramentas de pesquisa etnográfica, tendo meios de julgar sobre a adequação do método a um determinado problema de marketing ou opinião e os resultados obtidos; saber o que esperar de um trabalho com esta abordagem e o papel da técnica em um projeto mais amplo de pesquisa; para os que se interessem pela aplicação profissional deste recurso, é um ponto de partida teórico e prático para o desenvolvimento e aprimoramento posterior das ferramentas.

Inscrições
katia@abep.org
(11) 3078.7744 com Kátia ou Lucinéia.

*Diva Maria Tammaro de Oliveira
Diretora geral da Recherche, instituto de pesquisa qualitativa.
Professora do curso de Pós Graduação em Pesquisa de Mercado da ECA USP.
Palestrante convidada para eventos Esomar, ABEP, ABA e QRCA.
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